Alitalia foi em janeiro a segunda companhia aérea mais pontual do mundo

No Brasil, a Alitalia tem voos diários saindo do Rio de Janeiro e dois voos por dia saindo de São Paulo, todos com destino a Roma e conexões.

Segundo a FlightStats – empresa americana responsável pelo monitoramento de voos e coleta de dados da aviação comercial –, a companhia aérea Alitalia foi a segunda mais pontual do mundo em janeiro de 2018, tendo 89% de seus voos decolando pontualmente.

Este número é 10% mais alto do que a média do restante das companhias aéreas analisadas. A Alitalia já havia sido reconhecida como uma das companhias aéreas mais pontuais do mundo pelo relatório geral de 2018 da mesma empresa.

No Brasil, a Alitalia tem voos diários saindo do Rio de Janeiro e dois voos por dia saindo de São Paulo, todos com destino a Roma e conexões. Para viagem na baixa temporada é possível comprar passagem de avião promocional para viajar pela Alitalia.

A companhia voa para 26 destinos italianos e 68 internacionais, com uma frota de 118 aeronaves, realizando mais de 1.800 voos por semana. A Alitalia é responsável pelas viagens de quem compra pacotes para Italia e demais destinos da Europa.

A Alitalia é membro da aliança SkyTeam e faz parte da Transatlantic Joint Venture, juntamente com a Air France-KLM e a Delta Air Lines.

 

Porto Seguro vai receber 18 voos com turistas argentinos

No total, serão mais de 100 voos diretos trazendo turistas da Argentina e do Chile para diferentes cidades do Brasil.

Até o dia 1º de março, Porto Seguro, no Sul da Bahia, receberá voos charters da Decolar, maior agência de viagens online do Brasil e América Latina. Os voos serão às terças e sextas-feiras. Ao todo, serão 18 voos vindos de Buenos Aires, estimulando a visita de argentinos ao sul da Bahia durante o verão.

Além de Porto Seguro, durante o verão brasileiro, a Decolar também fretou aeronaves para operar trechos vindo de cidades como Santiago e Buenos Aires com destinos como Florianópolis, Salvador e Rio de Janeiro, incentivando o turismo nacional e gerando negócios aos principais destinos brasileiros.

No total, serão mais de 100 voos diretos trazendo turistas para diferentes cidades do Brasil. Os destinos brasileiros são preferência dos argentinos no verão. Segundo dados do Ministério do Turismo, a Argentina corresponde a quase 40% dos turistas internacionais que chegam ao Brasil e mais de 80% deles escolhem cidades que oferecem lazer, praia, sol e ecoturismo.

 

Saiba quais documentos você precisa nas viagens de navio

Para cruzeiros no Brasil, é necessário apresentar RG com no máximo 10 anos de emissão ou CNH, e certidão de nascimento para crianças de até 12 anos.

Levantamento da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Clia Brasil) revela que a temporada nacional de cruzeiros marítimos que vai até abril de 2019 terá a oferta de 500 mil leitos neste período. O número é 15% superior em relação ao ano anterior. Como muitos brasileiros viajarão pela primeira vez de navio e neste momento surgem dúvidas, a RDC Férias preparou um guia com detalhes de quais documentos para fazer essas viagens de navio.


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“Para viajar de navio, os documentos são praticamente os mesmos que os das viagens de avião. A começar pelo nome, que deve ser sempre o primeiro e o último, e para os casados que incorporaram o sobrenome do parceiro, o nome informado no momento de compra deve ser o mesmo escrito no documento a ser apresentado no embarque”, explica o diretor de Hotelaria da RDC Férias, Júlio Castanheira.

BRASIL

Para cruzeiros no Brasil, é necessário apresentar RG com no máximo 10 anos de emissão ou CNH, e certidão de nascimento para crianças de até 12 anos, que se não estiverem acompanhadas de um dos pais, necessitam de uma autorização por escrito com firma reconhecida, e para o caso de estarem com um representante legal, é necessária autorização judicial específica. Em caso de um dos pais ser falecido, é preciso apresentar certidão de óbito original.

MERCOSUL

Para cruzeiros em países do Mercosul, é requerido o RG com no máximo 10 anos de emissão e a CNH não vale nesse caso. Viagens para a Argentina necessitam de preenchimento de um formulário para ser entregue na entrada e saída (consulte o agente de viagem). O passaporte com pelo menos seis meses da data de expiração também é aceito. Menores de 18 anos deverão apresentar passaporte e RG, e se estiverem sem um dos pais é necessária a apresentação de autorização por escrito e com firma reconhecida do responsável ausente.

Para cruzeiros internacionais em outros países, seguem as regras acima informadas quanto ao passaporte, além do visto nos territórios em que são obrigatórios. Vale ressaltar que há países que exigem o certificado internacional de vacinação, que deve estar em dia. “Quando for viajar, é importante lembrar de tirar todas essas dúvidas com o agente de viagem, bem como com a operadora do cruzeiro, pois algumas especificidades podem ser exigidas dependendo da companhia e o destino do cruzeiro”, finaliza Castanheira.

Sobre a RDC Férias – Criado em 1992, em São Paulo, é um clube de férias que tem hoje mais de 70 mil associados que não abrem mão de viajar em qualquer época do ano. Sua rede conta com 800 hotéis, resorts e pousadas credenciados no país e cerca de 20 mil outros ao redor do mundo.

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Exclusivo! Avianca Argentina começa a vender as passagens dos voos para São Paulo

A companhia com bandeira da Argentina vai usar nos seus voos para Guarulhos o Airbus A-320 com 182 assentos.

A Avianca Argentina começou a vender as passagens do primeiro voo para o Brasil. A partir de 5 de março a companhia terá voo sem escala para Guarulhos (SP). Os voos começam no dia 5 de março deste ano. No site da companhia foram postadas fotos e informações de São Paulo.


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A boa notícia é que os voos terão as partidas e chegadas pelo Aeroparque, aeroporto que fica próximo ao centro de Buenos Aires. As partidas de São Paulo serão diárias e serão sempre às 16 horas. O retorno da Argentina será às 18h25. A Avinca Argentina vai concorrer com a Aeroíneas Argentinas, Gol, LATAM e Azul que já oferecem voos sem escalas do Brasil para a Argentina.

A Avianca Argentina  vai usar nos voos para Guarulhos o Airbus A-320 com 182 assentos. A companhia opera nas rotas da Argentina com o ATR-72 equipado com 70 assentos. Recentemente a companhia começou a oferecer voos de Buenos Aires para Punta del Este, No Uruguai.

              CONFIRA ABAIXO OS DETALHES DOS VOOS PARA GUARULHOS

ACESSE AQUI O SITE DA AVIANCA ARGENTINA

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Paranair inicia voos do Paraguai para Curitiba e Guarulhos

Companhia usa em suas rotas o CRJ-200 com 50 assentos, mesmo modelo que a Amaszonas operou no Brasil.

A nova companhia do Paraguai, a Paranair, que assumiu as operações da Amaszonas, já está voando para o Brasil desde o dia 15 de outubro. Os voos são de Assunção para Guarulhos (SP) e Curitiba (PR) sempre às segundas, quartas, sextas e domingos. A companhia ainda não decidiu se voltará a operar em Campo Grande.


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Nos meses de dezembro e janeiro a Paranair terá voos de Assunção para o Rio de Janeiro (Aeroporto do Galeão). A data do início do voo e os dias da semana que eles serão operados serão definidos nos próximos dias. No site da companhia ainda não é possível comprar as passagens dos voos do Brasil.

A venda está disponível apenas em algumas agências de viagens. A Summerwind Brasil representa a Paranair em Curitiba e em São Paulo. Os voos da Paranair são operados pelos jatos CRJ-200 com 50 assentos. A companhia permite o despacho gratuito de uma bagagem de até 23 quilos. No site da companhia da Paranair já está operando voos Ciudad del Este, além de Buenos Aires e Montevidéu.

ACESSE AQUI O SITE DA PARANAIR

TELEFONE DA PARANAIR EM SÃO PAULO: 11 3237 2643

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Sky Airline recebe autorização da ANAC para operar no Brasil; primeiro voo será dia 5 de novembro

A europeia Norwegian e as argentinas Avian (subsidiaria da Avianca) e Flybondi são as outras aéreas em tratativas com a ANAC para ofertarem voos de longo curso no país.

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) concedeu autorização operacional para a empresa chilena Sky Airline. A companhia será a primeira aérea estrangeira denominada low cost (baixo custo) a operar um voo regular internacional de passageiros no Brasil. A autorização de de operação foi publicada nesta sexta-feira (26), no Diário Oficial da União. (Veja no final a decisão).


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A autorização de de operação foi publicada nesta sexta-feira (26), no Diário Oficial da União. O primeiro voo regular da companhia está previsto para o dia 5 de novembro. Essa operação sairá do Aeroporto Internacional Comodoro Arturo Merino Benítez, em Santiago, no Chile, com destino ao Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro. Em seguida, a empresa fará a rota no destino inverso.

A Sky Airline pretende oferecer cinco frequências semanais com uma aeronave modelo Airbus 320, com capacidade para 186 passageiros. Segundo a ANAC, até o primeiro trimestre de 2019, existem operações previstas para os terminais de Guarulhos, em São Paulo, e Hercílio Luz, em Florianópolis.

A autorização operacional é a última das três etapas que uma empresa estrangeira necessita para operar voo regulares no Brasil. As duas primeiras autorizações, a de funcionamento no país e a jurídica, foram emitidas pela ANAC em maio de 2013. A solicitação para início da última etapa foi protocolada na Agência em 30 de agosto deste ano.

Além das Sky Airline, outras três empresas low cost  estão com processos em andamento na ANAC. A europeia Norwegian e as argentinas Avian (subsidiaria da Avianca) e Flybondi são as outras aéreas em tratativas com a ANAC para ofertarem voos de longo curso no país.

ACESSE AQUI A AUTORIZAÇÃO DADA PARA A SKY 

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Confira as 15 rotas internacionais e nacionais campeãs de cancelamentos e atrasos

Empresa analisou os principais dados de quase 700 rotas nacionais e internacionais para saber quais têm os piores desempenhos.

A AirHelp, empresa líder mundial em direitos aéreos para passageiros, fez um estudo sobre as rotas aéreas que têm as piores performances do Brasil, tanto para voos domésticos, quanto para rotas internacionais. Os resultados revelam que o destino que tem o maior percentual de voos cancelados ou atrasados é o de Brasília para Lisboa, com 38% de viagens sofrendo algum tipo de atraso ou interrupção. (Confira a lista completa no final).


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Aparecem em seguida com os maiores números de interrupções as rotas do Rio de Janeiro (Galeão) para Bogotá (El Dorado), com 33%, São Paulo (Guarulhos) – Istambul (Ataturk), com 29%, Florianópolis – Chapecó, com 28%, São Paulo (GRU) – Porto Velho, com 27%. Foram analisadas 700 rotas entre e 1º de janeiro à 8 de outubro de 2018 com base nas informações da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

“Enquanto os aeroportos brasileiros se destacam no AirHelp Score com cinco entre os 20 melhores, ainda existe espaço para melhora em diversas rotas, como, por exemplo, a que liga Brasília a Lisboa, que tem uma alarmante porcentagem de quase  40% dos voos atrasados, cancelados ou com overbooking”, afirma Denis da Silva, analista de marketing da AirHelp.

CONFIRAS AS 15 PIORES ROTAS

Aeroporto (Partida) Sigla Aeroporto (Chegada) Sigla País de chegada Porcentagem de Interrupções
Brasília BSB Lisboa LIS Portugal 38%
Rio de Janeiro – Galeão GIG El Dorado International BOG Colômbia 33%
São Paulo – Guarulhos GRU Istanbul Ataturk Airport IST Turquia 29%
Florianópolis FLN Chapecó XAP Brasil 28%
São Paulo – Guarulhos GRU Porto Velho PVH Brasil 27%
São Paulo – Guarulhos GRU Petrolina PNZ Brasil 27%
São Paulo – Guarulhos GRU Adis Abeba – Bole Intl ADD Etiópia 26%
Recife REC Petrolina PNZ Brasil 26%
São Paulo – Guarulhos GRU Hamad International DOH Qatar 25%
Belo Horizonte – Confins CNF Lisboa LIS Portugal 25%
São Paulo – Viracopos VCP Lisboa LIS Portugal 25%
Fortaleza FOR Juazeiro do Norte JDO Brasil 25%
Manaus MAO Rio de Janeiro – Galeão GIG Brasil 24%
Petrolina PNZ Salvador SSA Brasil 23%
Rio Branco RBR Porto Velho PVH Brasil 23%

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Paranair assume operações da Amaszonas Paraguai e planeja voos para o Brasil

A nova companhia vai usar em suas rotas o CRJ-200 com 50 assentos, mesmo modelo que a Amaszonas chegou a operar no Brasil.

A Paranair, a nova companhia do Paraguai, manterá voos domésticos entre Assunção e Ciudad del Este, além de Buenos Aires, Montevidéu, Curitiba e São Paulo. Para essas rotas regulares serão adicionados outros destinos sazonais que em determinados períodos irão comunicar Assunção com Punta del Este, Florianópolis e Rio de Janeiro sem paradas.


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A Paranair vai usar em suas rotas o CRJ-200 com 50 assentos, mesmo modelo que a Amaszonas chegou a operar no Brasil. O modelo é produzido pela canadense Bombardier.

A Agência Nacional de Aviação Civil (AANC) informou que a Paranair pretende assumir parte das rotas da Amaszonas no Brasil, mas antes precisa de obter a certoficação operacional.

O nome da Paranair foi escolhido para expressar a vocação de países e pessoas que se comunicam, já que tradicionalmente os rios se comunicam e se comunicam com os povos conectados por seus canais.

O site da Paranair já está no ar com informações sobre a companhia, mas a venda das passagens aéreas ainda não está disponível. A companhia divulgou os telefones de vários países na América do Sul.

MAPA DE ROTAS

TELEFONES

Argentina: +54 11 5254 1399
Brasil: + 55 11 3237 2643
Chile: +56 2 257 12125
Peru: +51 1 640 9479
Uruguai: +598 2622 2111

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Companhia Amaszonas suspende todos os seus voos no Brasil

A empresa boliviana usava em suas rotas os jatos Bombardier CRJ-200 que transportam até 50 passageiros. 

Sem nenhum aviso ao mercado, a Amaszonas Linhas Aéreas suspendeu todos os voos de Assunção para o Brasil. A companhia criada na boliviana, com subsidiárias no Uruguai e Paraguai, chegou a operar em Guarulhos, Porto Alegre, Campo Grande, Campinas, Rio de Janeiro e Curitiba.


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O motivo da saída do mercado brasileiro foi a falta de passageiros em todas as suas rotas. Nos voos de Assunção para o Brasil a Amaszonas usava os jatos Bombardier CRJ-200 que transportam até 50 passageiros. Por ser uma aeronave pequena, não permite a venda de passagens promocionais.

No site da Amaszonas o número o telefone da companhia em Campo Grande não funciona mais: (67) 3368 6095. A Amaszonas Paraguai continua oferecendo voos a partir de Assunção para Buenos Aires e Montevidéu, além de outros destinos regionais (veja mapa de rotas abaixo).

CONFIRA AS ROTAS DA AMASZONAS

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Companhias aéreas brasileiras registram prejuízo de R$ 1,8 bilhão no segundo semestre

O levantamento da ANAC mostra que a receita operacional líquida de Azul, Avianca, Gol e Latam cresceu 15,1% no acumulado até o 2° trimestre de 2018 (para R$ 18,6 bilhões), na comparação com o mesmo período de 2017.

As companhias Gol, LATAM, Azul e avianca Brasil somaram, no segundo trimestre de 2018, prejuízo de R$ 1,8 bilhão, em relação aos R$ 964 milhões negativos apurados no mesmo período do ano passado, segundo resultado consolidado do setor apurado nesta sexta-feira (5/10) pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).


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Considerando o resultado acumulado no primeiro semestre de 2018, o prejuízo foi de R$ 1,4 bilhão, valor 62% maior que os R$ 871 milhões negativos apurados no mesmo período de 2017. Segundo a ANAC, na comparação entre 2017 e 2018, a margem líquida das quatro principais empresas brasileiras de transporte aéreo passou de -5,4% para -7,6% no primeiro semestre e de -12,5% para -20,3%, considerando-se apenas o segundo trimestre.

A Azul apurou prejuízo líquido de R$ 186,4 milhões e margem líquida de -9,3% no 2º trimestre deste ano. Já o prejuízo líquido da Gol foi de R$ 988,3 milhões, com margem líquida de -44,6%; o da Latam, de R$ 464,9 milhões, com margem líquida de -12,9%; e o da Avianca, de R$ 141,1 milhões e margem líquida de -15,0%.

RECEITA

O levantamento da ANAC mostra que a receita operacional líquida de Azul, Avianca, Gol e Latam cresceu 15,1% no acumulado até o 2° trimestre de 2018 (para R$ 18,6 bilhões), na comparação com o mesmo período de 2017 (R$ 16,2 bilhões). Por seu turno, os custos dos serviços prestados pelas quatro empresas subiram 18,9%, atingindo R$ 16,6 bilhões em 2018, contra R$ 13,96 bilhões em 2017.

Assim, com o incremento dos custos em percentual maior do que o crescimento da receita, o lucro bruto das aéreas brasileiras, em conjunto, caiu 8,5%, passando de R$ 2,24 bilhões no acumulado até o 2º trimestre de 2017 para R$ 2,05 bilhões no mesmo período deste ano.

O resultado financeiro do 2º trimestre também apresentou piora no consolidado das principais aéreas brasileiras, saindo de R$ 772,9 milhões negativos para R$ 1,1 bilhão negativo. Latam e Gol pioraram seus resultados financeiros, com R$ 301,3 milhões negativos (+29,2%) e R$ 842,1 milhões negativos (138,2%), respectivamente, enquanto Azul e Avianca melhoraram com R$ 7,57 milhões (104,9%) e R$ 17,3 milhões (156%).

ACUMULADO

Ao se analisar o valor acumulado até o segundo trimestre, houve uma piora de 25,5%, de R$ 1,04 bilhão negativo em 2017 para R$ 1,3 bilhão negativo no consolidado das empresas em 2018. A Gol piorou o resultado negativo em R$ 506,1 milhões para negativo em R$ 985,7 milhões e a Latam de R$ 132,6 milhões negativos para R$ 280,4 milhões negativos, enquanto Azul e Avianca melhoraram seus resultados de R$ 306 milhões negativos para R$ 23,3 milhões negativos e de R$ 92,2 milhões negativos para R$ 11,7 milhões negativos, respectivamente.

Os ganhos e perdas com variação cambial tiveram um resultado líquido negativo de R$ 1,04 bilhão, tornando-se o item mais representativo do resultado financeiro líquido, seguido de despesas financeiras com juros da ordem de R$ 409 milhões negativos. Apenas a Avianca teve resultado líquido positivo com variação cambial, de R$ 45 milhões, enquanto a Gol foi a que registrou o resultado líquido mais desfavorável, de R$ 657,6 milhões negativos, nesse item.

PREÇO DO COMBUSTÍVEL

O cenário macroeconômico do 2º trimestre foi marcado por altas nos indicadores atrelados aos custos mais significativos do transporte aéreo: preço do combustível e taxa de câmbio. Em trajetória de alta, o valor do litro do querosene de aviação, que correspondeu a cerca de 30% dos custos e despesas operacionais dos serviços de transporte aéreo no período, subiu 34,1% em relação ao 2° trimestre de 2017.

Por sua vez, a alta da taxa de câmbio foi de 12,2% na média de abril a junho, comparada a igual período do ano anterior. A cotação do dólar afeta os custos com combustível, arrendamento, manutenção e seguro de aeronaves, que, no 2º trimestre de 2018, corresponderam a aproximadamente 49% do total de custos e despesas operacionais do transporte aéreo.

DESPESAS

No acumulado do ano até junho, as quatro principais empresas brasileiras de transporte aéreo contabilizaram aumento de 2,8% nas despesas operacionais, que saíram de R$ 2,26 bilhões no acumulado do 1º semestre de 2017 para R$ 2,33 bilhões em igual período de 2018. Nessa comparação, Azul, Avianca e Gol apresentaram aumento de gastos (+24,6%, +13,7% e +5,7%, respectivamente) e a Latam registrou redução (-12,0%). Considerado apenas o 2º trimestre, as quatro aéreas registraram aumento de 1,6% nas despesas.

As demonstrações contábeis correspondentes ao 2º trimestre de 2018 (quatro principais empresas aéreas brasileiras) estão disponíveis na seção Dados e Estatísticas, Mercado do Transporte Aéreo do portal da ANAC na internet e também podem ser acessadas aqui

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