LATAM será a única a operar voos em Congonhas: Passagem por apenas R$ 64 o trecho

As passagens de ida e volta de Congonhas para o Santos Dumont (Rio de Janeiro) estão sendo vendidas por R$ 278,43, valor com todas as taxas incluídas.

Até 30 de abril deste ano a LATAM será única companhia a oferecer voos no Aeroporto de Congonhas, na cidade de São Paulo. Gol optou em concentrar suas operações no Aeroporto de Guarulhos  e a Azul só terá voos em Campinas durante os meses de março e abril, período de redução da malha aérea de todas empresas aéreas.

Mesmo sem concorrência, a LATAM está com vendendo passagens baratas para alguns destinos. De Congonhas para Belo Horizonte (Confins) cada trecho custa apenas R$ 64. Com as taxas de embarques, os bilhetes de ida e volta custam em abril entre as duas capitais o valor de R$197,65. (Veja na imagem abaixo).

Na ponte aérea Rio/São Paulo a LATAM será a única que terá voos nos meses de março abril. As passagens de ida e volta de Congonhas para o Santos Dumont (Rio de Janeiro) estão sendo vendidas por R$ 278,43, valo com todas as taxas incluídas.

Quem for viajar em abril pela LATAM encontra a ida e a volta de Congonhas para Curitiba por apenas R$ 242,63, Porto Alegre R$ 256,32 e Vitória R$ 238.02, valores com todas as taxas somadas.

Garanta aqui as passagens para Belo Horizonte a partir de R$ 197

Viagens de emergência

Os valores promocionais são uma forma da LATAM fazer caixa em período crítico para todas as companhias aéreas do mundo. Neste período muitas pessoas terão que viajar a trabalho ou mesmo para resolver assuntos urgentes.

Confira os valores da LATAM para viagem em abril (ida e volta com taxas)

Casal de Minas Gerais denuncia abandono em El Calafate pela LATAM

O casal tenta voltar para Minas Gerais desde o dia 15 de março, quando o Governo da Argentina começou a fazer alertas sobre a propagação do coronavírus.

O jornalista Alex Ferreira, jornalista, 48 anos, e a esposa dele, Andreia Klein, 47 anos, de Ipatinga, no Vale do Aço, denunciam que estão abandonados pela LATAM em El Calafate,  uma pequena cidade que faz parte da patagônia argentina. A cidade fica localizada na província de Santa Cruz,  próximo à fronteira com o Chile. O casal tenta voltar para Minas Gerais desde o dia 15 de março, quando o Governo da Argentina começou a fazer alertas sobre a propagação do coronavírus. Veja abaixo vídeos gravados pelo jornalista.

Foto do casal tirada na patagônia argentina antes das restrições

A viagem de Alex Ferreira e de Andreia Klein começou no dia 2 de março deste ano. O voo do casal de quinta-feira (26/03) de El Calafate para Buenos Aires foi cancelado e não há previsão de retorno. A situação se agravou a partir desta sexta-feira quando o Governo da Argentina suspendeu todos os voos. Alex Ferreira afirma que está tendo uma despesa diária com alimentação e hospedagem de aproximadamente R$ 300.

O Consulado do Brasil em Buenos Aires está em contato com o casal, mas as restrições impostas pela Argentina dificultam qualquer tipo de ajuda. “O povo de El Calafate é muito solidário e há casos de comerciantes até reduzindo os preços dos alimentos, além de muita solidariedade a outros brasileiros que não conseguem voltar e estão enfrentando sérias dificuldades”, disse Alex Ferreira.

Em El Calafate a temperatura nesta época do ano é de cerca de 5 graus, além de muito frio. O casal está hospedado em um hostel equipado com cozinha e aquecedor, um conforto o que ameniza o sofrimento em situação de angústia. Os alimentos estão sendo preparados no hostel.

Em vídeos postados nas redes sociais, antes do cancelamento do voo, Alex Ferreira mostrou o rigor das autoridades da Argentina com o isolamento social. Usando máscara, ele contou que as pessoas só podem sair de casa para comprar alimentos sob pena de  pagamento de multa pela infração e até prisão.

Sem comunicação com a LATAM

Além do abandono pela LATAM, Alex Ferreira reclama da dificuldade de entrar em contato com a central de atendimento da companhia. O jornalista tenta o estorno do valor das passagens, mas a companhia se recusa a atendê-lo.

O casal tentou comprar passagem de El Calafate para Buenos Aires em voo da Aerolíneas Argentinas, que seria operado nesta sexta-feira, mas a transação não foi concluída em função das restrições determinadas pelo Governo da Argentina.

A LATAM foi procurada, mas não respondeu sobre a situação do casal. A companha detalhou o que está fazendo para atender os clientes aferados pelos cancelamento dos voos.

Posição da LATAM

A crise de saúde global causada pelo Coronavírus (COVID-19), alheia à vontade da LATAM, tem causado transtornos a todos, incluindo restrições de entrada/saída em diversos países, algo que gerou queda na demanda e redução na malha aérea da companhia.

Neste cenário, a companhia reforça que vem trabalhando fortemente junto às autoridades dos diversos países onde opera para trazer seus clientes de volta para casa.

Mesmo diante dessa situação alheia à sua vontade, entre 19 de março e 24 de março, o Grupo LATAM operou cerca de 60 voos especiais e repatriou mais 10 mil pessoas provenientes de diversas partes do mundo. Em paralelo, no mesmo período, a companhia realizou 3.348 voos regulares, transportando 329.769 passageiros. Para o Brasil, a LATAM já repatriou passageiros que estavam em Cusco, Lima, Londres, Jamaica, Portugal, Punta Cana, Israel e Santiago. 

Todos os passageiros impactados e até mesmo outros que ainda não tenham tido voos afetados têm à disposição a flexibilidade de remarcação de passagem, conforme as regras no site da LATAM : https://www.latam.com/pt_br/experiencia/coronavirus/.

Vídeo gravado por Alex Ferreira antes do cancelamento do voo

Enquanto isso, na Argentina sair na rua sem justificativa é pedir para ser preso. "Entre a economia e a vida, eu elegi a vida", afirmou o presidente Alberto Fernández. A medida é dura e atinge a todos. #argetinosemcasa #quarentenatotal #guerraaocoronavirus.

Posted by Alex Ferreira on Tuesday, March 24, 2020

Vídeo gravado em uma das saídas do hostel para a compra de alimentos

Quarentena total. No olho no furacão. #covid19 #apocalipsezumbi #thewalkingdead2020 . #imersãonocaos

Posted by Alex Ferreira on Sunday, March 22, 2020

 

Confira os áudios sobre o drama do casal gravados nesta sexta-feira
Início da viagem
O começo do drama
Fechamento de hospedagens
Compra de outra passagem da LATAM

Sem resposta da LATAM

Voos reagendados e cancelados

Veja quais cidades terão voos da Azul, LATAM e Gol durante a crise do coronavírus

Serão operados pelas três companhias 723 voos semanais no Sudeste, 153 na região Nordeste, 155 voos no Sul, 135 no Centro-oeste e 75 voos para a região Norte.

As capitais dos 26 estado, o Distrito Federal e  19 cidades do Brasil terão voos das três maiores companhias do Brasil até 30 de abril.  A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) informou que a malha emergencial é 91,61% menor do que a originalmente é operada pelas empresas aéreas. A redução dos passageiros por causa do coronavírus obrigou as companhias a reduzir dua malha.

Pela redução feita por Gol, Azul e LATAM, a queda é de 56,06% das localidades atendidas, passando de 106 para 46. O número de voos semanais passou de 14.781 para 1.241. Serão operados pelas três companhias 723 voos semanais no Sudeste, 153 na região Nordeste, 155 voos no Sul, 135 no Centro-oeste e 75 voos para a região Norte. Veja abaixo a lista de cidades que terão voos.

Segundo a ANAC, a distribuição dos voos atende a preocupação do Governo Federal de manter uma malha que continue integrando o país, com ajustes para que nenhum estado fique sem pelo menos uma ligação aérea. A LATAM terá 483 semanais, Azul 405 e Gol 353 voos da Gol.

Frase….

“A aviação de vários países está parando por completo. O que estamos fazendo no Brasil é porque sabemos que o serviço aéreo é essencial para ajudar o País a superar esse cenário sem precedentes, permitindo o deslocamento de materiais, profissionais de saúde e das pessoas que ainda precisam viajar”. Também participam da ação o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), do Ministério da Economia, e o Ministério da Infraestrutura, que tem buscado junto aos governos estaduais apoio para a iniciativa”

Juliano Noman- Diretor-Presidente da ANAC

Veja abaixo a lista de cidades que terão voos da Gol, LATAM e Azul

Flybondi decide suspender todos os voos até 30 de abril 

Quem comprou passagens para voar durante as datas de suspensão dos voos receberá um voucher referente ao valor do bilhete pago.

A Flybondi decidiu suspender todos os seus voos Argentina e as rotas internacionais até 30 de abril deste ano. Segundo a companhia, a decisão tem com o objetivo de contribuir para ações de combate ao avanço do COVID-19, o coronavírus. Os voos serão reativados a partir de 1º de maio deste ano.  A empresa manterá a venda das passagens para voos com datas após 30/04.

Ainda segundo a Flybondi, na Argentina há restrições nacionais de cabotagem e fechamento das fronteiras para os voos internacionais, o que motivou a suspensão total de todas as operações. “De toda maneira, Flybondi se coloca a disposição das autoridades para contribuir com voos de repatriação, com o traslado de pessoas que estão fazendo missão humanitária, como também para o transporte de remédios e alimentos”, diz comunicado da companhia.

Como remarcar as passagens 

Quem comprou passagens para voar durante as datas de suspensão receberá um voucher pelo valor do bilhete pago. O voucher será enviado nos próximos 15 dias e terá validade de um ano. Ele servirá para reagendar o voo a partir de 30 de abril.

A Flybondi informa que devido ao fluxo de consultas nos seus canais de Serviço, todos os passageiros que têm seu voo programado para abril de 2020 terão prioridade.

Números Flybondi

A Flybondi opera em 24 rotas (18 nacionais e 6 internacionais) que conectam 20 destinos. A companhia transportou em dois anos mais de 2,7 milhões de passageiros. Destes, 540 mil viajaram pela primeira vez de avião.

Frase…

“Esta pandemia tem gerado uma crise mundial e, nós da Flybondi, sabemos que é tempo de atuar mais que nunca para o bem da sociedade. A prioridade agora é cuidar da população em geral, que é o que temos de mais importante: nossas famílias, nossos empregados e nossos passageiros. Não é fácil para uma companhia aérea suspender a operação, mas em função das medidas adotadas em nosso país, temos o compromisso e a responsabilidade de contribuir e nos proteger para voltarmos ainda mais fortalecidos quando houver condições”

Sebastián Pereira, CEO da Flybondi

Deixou de viajar de avião por causa do coronavírus? Confira todos os seus direitos

Os consumidores ficarão isentos das penalidades contratuais, por meio da aceitação de crédito para a utilização na aquisição de passagem no prazo de doze meses.

Posso pedir reembolso integral do valor das passagens aéreas de uma viagem que tive que cancelar por causa do coronavírus? Posso remarcar o meu voo para qualquer data? Qual o prazo para que a companhia aérea faça o reembolso? Essas são as principais dúvidas dos passageiros no período de cancelamento de voos neste período de crise. Os advogados André Muszkat, sócio do CSMV Advogados,  Livia Dornelas Resende, advogada do CSMV Advogados, vão responder essas dúvidas neste post especial.

Segundo os especialistas, diante do avanço da epidemia no Brasil e em razão do crescimento do número de reclamações formuladas pelos consumidores, os órgãos de defesa do consumidor e as companhias aéreas passaram a atuar em conjunto visando a composição extrajudicial para a resolução dos casos, de modo a evitar prejuízo abusivo aos consumidores, o aumento do índice ações judiciais e eventuais penalidades administrativas.

O Governo Federal publicou no dia 19 de março de 2020 a Medida Provisória nº 925 que prevê medidas emergenciais para a aviação civil brasileira em razão da pandemia do Covid-19. No que se refere ao consumidor, a referida Medida Provisória prevê, em seu artigo 3º, que: o prazo para o reembolso do valor relativo à compra de passagens aéreas será de doze meses, observadas as regras do serviço contratado e mantida a assistência material, nos termos da regulamentação vigente.

Além disso, os consumidores ficarão isentos das penalidades contratuais, por meio da aceitação de crédito para a utilização na aquisição de passagem no prazo de doze meses, contado da data do voo contratado. Cabe destacar que essas medidas são aplicáveis aos contratos de transporte aéreo firmados até 31 de dezembro de 2020.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da SENACON, o Ministério Público Federal, o Ministério Público do Distrito Federal, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas, e as companhias aéreas, TAM, GOL, Passaredo, MAP e Azul, firmaram um Termo de Ajustamento de Conduta (AC), de abrangência nacional, com o fim de estabelecer obrigações para o cumprimento e a observância dos regramentos relativos aos cancelamentos de voos, política de remarcação e reembolsos, em função direta ou indireta da pandemia de Covid-19.

Confira as principais obrigações estabelecidas, referentes às passagens adquiridas até a data da assinatura do TAC

A possibilidade de remarcação, por uma única vez, de voo nacional ou internacional sem a cobrança de taxa de remarcação ou diferença tarifária, respeitados a mesma origem e destino, para os voos operados entre os dias 1 de março de 2020 a 30 de junho de 2020

A possibilidade de remarcação gratuita, para todo o período de validade do bilhete, de voo nacional ou internacional a ser operado no período considerado de “alta temporada” (julho, dezembro e janeiro) e feriados

A possibilidade de remarcação gratuita, para todo o período de validade do bilhete, de voo nacional ou internacional a ser operado no período não compreendido pela “alta temporada” e feriados, ou caso o passageio pretenda remarcar para período “alta temporada” e feriados, estará sujeito ao pagamento de diferença tarifária

A possibilidade de cancelamento de voo nacional ou internacional sem a cobrança de taxa de remarcação ou multas, para voos a serem operados entre os dias 1 de março de 2020 a 30 de junho de 2020, mantendo o valor integral em crédito que será válido por um ano a contar da data do voo

A possibilidade de solicitar reembolso sujeito, contudo, às multas e taxas contratualmente previstas, e o valor residual será restituído em até 12 (doze) meses, a contar da solicitação feita pelo passageiro.

Veja abaixo outras análises do CSMV 

Claramente, todas essas regras estabelecidas e estudos realizados pelos órgãos públicos brasileiros têm por objetivo mitigar a crise do setor da aviação civil brasileira, adotando-se as necessárias medidas para a subsistência das companhias aéreas, diante da situação excepcional instaurada no país e no mundo, ponderando, contudo, a observância dos direitos dos consumidores.

Observe-se que, se por um lado, o Código de Proteção e Defesa do Consumidor estabelece, por exemplo, em seu artigo 14, caput, a responsabilidade objetiva do fornecedor em casos de danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviço, noutra vertente, o Código Civil é claro no artigo 393, caput e parágrafo único, que o fornecedor de serviços não será responsabilizado em caso de força maior, ou seja, em situação alheia a sua vontade e que foge a sua previsibilidade, como é o caso da Covid-19.

Com efeito, não é justo que o consumidor seja onerado com taxas ou tarifas, que seriam regularmente cobradas em uma situação de normalidade, se o cancelamento ou o adiamento da sua viagem ocorre por fatores extraordinários, alheios a sua vontade. No entanto, da mesma forma, não é razoável que as companhias aéreas sofram enormes prejuízos financeiros, que possam dificultar a sua manutenção no mercado ou até vir a causar sua a falência, por serem obrigadas, indiscriminadamente, a restituírem a maior parte dos valores pagos pelas passagens aéreas vendidas, em razão de dessa mesma situação de exceção, quando existem alternativas que podem garantir os direitos dos consumidores sem causar danos ainda maiores do que aqueles já sofridos pelas companhias aéreas.

Conforme determinam os artigos 113, 422 e 478 do Código Civil, bem como o artigo 51, IV, do CDC, em momentos delicados como este que o país está vivenciando, é essencial que todas as relações jurídicas, principalmente as que envolve o consumo, sejam pautadas nos princípios da boa-fé e do equilíbrio econômico financeiro dos contratos, evitando-se a todo custo a onerosidade excessiva a qualquer das partes.

André Muszkat é advogado, Mestre em Direito Processual Civil na PUC-SP. É especialista em Direito do Consumidor pela PUC-SP e em Contratos Empresariais pela FGV-GV Law. Sócio do CSMV Advogados responsável pela área Contenciosa Cível, atuante em questões de Responsabilidade Civil, Direito do Consumidor, Recuperação de Crédito e Contencioso Societário.

Lívia Dornelas Resende é advogada Associada atuante no Contencioso Cível, especialista em Ações Coletivas, Direito Civil, Direito do Consumidor e Direito Ambiental do CSMV Advogados. Possui LL.M. em Direito: Litigation pela Fundação Getúlio Vargas – FGV Rio (2015). É Pós-graduada em Direito Público e Privado pela Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro – EMERJ e Bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

Acesse aqui o site do escritório

 

Liminar garante funcionamento de bares e restaurantes de Vitória

A tendência é que os sindicatos de outras cidades do Espírito Santo entrem com pedido de liminar para garantir a abertura dos bares e restaurantes.

O Sindicato dos Bares e Restaurantes do Espírito Santo (Sindibares) conseguiu uma liminar na Justiça que garante o funcionamento dos restaurantes em Vitória fica. A autorizado para consumo presencial vale até às 16 horas.

A liminar, concedida pela juíza Heloísa Cariello, garante o cumprimento na cidade de Vitória. A tendência é que os sindicatos de outras cidades do Espírito Santo entrem com pedido de liminar para garantir a abertura dos bares e restaurantes.

Para entender o caso

Pelo  decreto do Governo do Espírito Santo, nª 4.606-R, que disciplina o funcionamento do comercio durante a pandemia de Covid-19, bares e restaurantes poderiam funcionar. O decreto municipal 18.047/2020 previa a suspensão do funcionamento de restaurantes em Vitória.

Segundo a juíza, como o Governo Estadual já disciplinou o funcionamento desses estabelecimentos através do decreto 4.606-R, o decreto municipal que versa sobre o mesmo tema resulta em insegurança jurídica, ficando suspenso quanto a este aspecto.

Frase….

“A decisão preserva os princípios da livre iniciativa privada e também do abastecimento da população, restaurando a ordem constitucional,uma vez que esses estabelecimentos se configuram como importantes pontos de compra de insumos para os cidadãos. Nesse momento de isolamento social, é em muitos desses estabelecimentos que a população vai buscar o atendimento de suas demandas relacionadas à alimentação, portanto, o funcionamento, ainda que parcial, é necessário”.

Carlos Augusto da Motta Leal- advogado e especialista em Direito Empresarial Carlos Augusto da Motta Leal

Fundador da MaxMilhas divulga mensagem de otimismo e revela as providências para atender passageiros

 

A empresa criou um site especial para que os clientes acompanhem as regras das companhias aéreas para remarcação e cancelamento dos voos. 

O fundador da MaxMilhas, Max Oliveira Gaudereto, divulgou documento com detalhes das providências que estão sendo tomadas pela empresa para atender os passageiros afetados pelos cancelamentos de voos dos últimos dias. Além de destacar os esforços para a manutenção de 400 postos de trabalho, Max Oliveira informou que foi criado um site especial para que os clientes acompanhem as regras das companhias aéreas para remarcação e cancelamento dos voos. Leia carta completa abaixo.

“Nosso maior compromisso sempre foi cuidar das pessoas e, neste momento, não é diferente” diz trecho da carta. Segundo o fundador da MaxMilhas, todos os colaboradores da empresa estão focados em diminuir os impactos nas viagens dos nossos clientes, especialmente daqueles que precisam viajar nos próximos 7 dias.

“Trabalhamos incansavelmente para garantir que as pessoas voltem para suas casas e para suas famílias. Em momentos como esse, a gente entende que ser transparente também é ser responsável”, diz outro trecho da carta.

Com sede em Belo Horizonte, a MaxMilhas foi criada em 2013. A empresa é especializada na venda de passagens econômicas emitidas pelas milhas de quem deseja vender.

Leia abaixo a carta de Max Oliveira

Estamos vivendo um momento sem precedentes em nossa história. Um cenário de muitas incertezas, que impacta o mundo em vários sentidos. Pessoas, negócios e economias de todos os países tentam se adaptar ao que ainda desconhecem. A gente também. Mas essa não é uma situação fácil, principalmente para o nosso setor de viagens, acostumado a fazer tantos encontros e histórias acontecerem.

Se você conhece um pouco a minha história e a história da MaxMilhas sabe o quanto acreditamos que as pessoas merecem viajar mais e o quanto trabalhamos para que isso aconteça. Nosso maior compromisso sempre foi cuidar das pessoas e, neste momento, não é diferente.

Nos últimos dias, nosso time está focado em diminuir os impactos nas viagens dos nossos clientes, especialmente daqueles que precisam viajar nos próximos 7 dias. Trabalhamos incansavelmente para garantir que as pessoas voltem para suas casas e para suas famílias.

Em momentos como esse, a gente entende que ser transparente também é ser responsável. Por isso, criamos um site exclusivo para que todos acompanhem as regras das companhias aéreas para remarcação e cancelamento dos voos. Também facilitamos o processo de alteração das passagens compradas na MaxMilhas. Quem precisa cancelar ou remarcar a viagem pode fazer tudo pelo nosso site.

Com a grande quantidade de pedidos em nosso atendimento e nas companhias aéreas, nosso retorno pode demorar e, por isso, pedimos muito a sua compreensão. Vamos cuidar de cada caso, mesmo que o voo já tenha passado. Então, não precisa se preocupar.

O mesmo vale para os nossos vendedores de milhas, que também têm enfrentado os efeitos desse cenário. Com a redução da operação das companhias, menos pessoas estão conseguindo voar e muitas passagens estão sendo canceladas. Vamos trabalhar arduamente para que suas milhas possam ser vendidas novamente o quanto antes.

Sabemos como o mundo está apreensivo com toda essa situação e compartilhamos esse sentimento. Somos mais de 400 pessoas. Mais do que isso, são 400 famílias com quem também nos preocupamos dia e noite e por quem temos trabalhado muito.

Ainda não sabemos quanto tempo essa crise vai durar. Por isso, o momento é de calma, cautela e otimismo. De acreditar que vamos passar por isso juntos, cuidando um do outro, para que a gente continue vivendo encontros e histórias inesquecíveis.

Seguimos juntos.

Obrigado,
Max Oliveira e equipe MaxMilhas

Acesse aqui o site especial da MaxMilhas

Aeroporto da Pampulha recebe 16 aeronaves retiradas da malha da Azul

A Azul tem sua frota 140 aeronaves. Estão no Aeroporto da Pampulha os jatos da Embraer com 119 assentos e os turboélices ATR-72 com 70 lugares.

A companhia Azul vai operar a partir desta quarta-feira (25/03) de 116 para apenas 25 o número de destinos atendidos em função da queda de passageiros causa pelo avanço do coronavírus. A suspensão vai até 30 de abril deste ano. A redução da malha aérea da Azul será de 90%. O Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, onde a companhia tem um hangar de manutenção, está sendo usado para receber as aeronaves no período. Até agora 16 aeronaves da Azul estão paradas na Pampulha.

A Azul tem sua frota 140 aeronaves. Estão no Aeroporto da Pampulha os jatos da Embraer com 119 assentos e os turboélices ATR-72 com 70 lugares. A companhia optou em manter os aviões parados na Pampulha pelo fato de o custo ser bem menor. Veja abaixo mais fotos das aeronaves na Pampulha.

Todos os cuidados para evitar danos aos aviões da Azul foram tomados pelos técnicos da companhia As turbinas receberam uma proteção especial. As fotos dos aviões da Azul na Pampulha foram feitas por Maarten Van Sluys, uma das lideranças de Belo Horizonte que defende a volta dos voos comerciais na Pampulha.

Atualmente o Aeroporto da Pampulha não tem voos comerciais. Por outro lado, a Azul tem o maior número de voos em Confins, apesar de ser a terceira maior companhia do Brasil.

Leia também: Azul vai manter voos em apenas 25 cidades; veja quais

Fotos cedidas por Maarten Van Sluys

Vale suspende trem de passageiros Vitória/Minas para barrar o coronavírus

Segundo a Vale, a suspensão é para  contribuir com as ações de contenção à pandemia do COVID-19, o coronavírus.

A Vale suspendeu a circulação do trem de passageiros que faz a ligação de Minas Gerais ao estado do Espírito Santo. Na terça-feira (24/03) o trem que parte de Belo Horizonte e vai até Vitória não circulou, bem como o que sai da capital capixaba. O trem de passageiros Vitória/Minas é o único com operação diária no Brasil e que faz a ligação de dois estados.

O trem Vitória/Minas transporta cerca de três mil pessoas por dia. Entre as cidades prejudicadas com a suspensão estão Ipatinga, João Monlevade, Nova Era, Ipatinga, Governador Valadares e Aimorés.

O trem de de passageiros da Estrada de Ferro Carajás (EFC) também suspendeu as operações. Segundo a Vale, a suspensão é para  contribuir com as ações de contenção à pandemia do COVID-19 (coronavírus).

A Vale também reforçou a higienização dos vagões e limitou a taxa de ocupação. O trem de passageiros que faz a ligação de Itabira a Nova Era também foi suspenso. terá as viagens suspensas.

A Vale informou que está contato com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), órgão federal responsável por regular e fiscalizar a concessão ferroviária para avaliar quando o trem voltará a circular.

Suspensão trem Ouro Preto/Mariana

No dia 14 de março a Vale suspendeu os passeios do Trem da Vale que liga as cidades de Ouro Preto e Mariana.  Os passageiros que tiveram a viagem cancelada têm a opção de pedir o reembolso do bilhete, no prazo de até 30 dias, ou a remarcação da passagem, sem custo adicional, no prazo de um ano.

Os passageiros que tiverem suas viagens canceladas poderão solicitar o reembolso do bilhete, sem custo adicional. Mais informações podem ser obtidas por meio do canal de atendimento Alô Ferrovias (0800 285 7000).

Aeronave da Azul transporta gratuitamente 4 toneladas de equipamentos para instalação de hospital

Os equipamentos estavam na cidade de Santarém (PA) e foram transportados de barco pelo Exército Brasileiro até Manaus de seguiu para Campinas.

Um Airbus A330 da Azul decolou na tarde de terça (24) de Manaus (AM) com suprimentos e leitos da ONG EBS. O material servirá para a montagem de um hospital móvel que vai atender pacientes em tratamento de coronavírus, no campus da Unicamp, em Campinas (SP). Veja abaixo fotos deste belo exemplo. 

O Airbus A330 é o modelo de avião responsável por operar os voos internacionais de longa distância da Azul. Os equipamentos estavam na cidade de Santarém (PA) e foram transportados de barco pelo Exército Brasileiro até Manaus, onde ocorreu o embarque rumo à Viracopos, em Campinas, principal centro de conexões dos voos da Azul no Brasil.

Segundo a Azul, o  hospital móvel que será montado na cidade do interior de São Paulo terá leitos e uma estrutura de centro cirúrgico, que servirá como reforço para o tratamento de pessoas contaminadas pela COVID-19.

A iniciativa da Azul merece aplausos de todos e deveria ser seguida por outras empresas neste momento difícil para toda humanidade. Compartilhem essa notícia para que mais ações positivas comecem a ser adotadas por todos.

Leia também: Azul vai manter voos em apenas 25 cidades; veja quais

 

 

As fotos foram cedidas pela Azul Linhas Aéreas

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