Confins poderá perder 1,1 milhão de passageiros por ano com liberação de jatos na Pampulha

Aeroporto localizado em Belo Horizonte tem 11 posições de estacionamento de aeronaves em voos comercias, sendo 4 para aeronaves de maior porte.

O Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, poderá embarcar 300 passageiros por hora com a liberação de voos comerciais com jatos para qualquer destino nacional. Considerando apenas 22 dias úteis, e com 15 horas de operação diariamente, das 7 às 22 horas, seriam 99 mil embarques por mês a partir da Pampulha.

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Os 300 passageiros por hora fazem parte dos critérios de declaração de capacidade da Pampulha informados pela Infraero à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). (veja detalhes abaixo). Por ano a Pampulha embarcaria 1,1 milhão de passageiros. A partir das informações da Infraero é que serão divulgados pela ANAC quantos voos cada companhia terá diariamente na Pampulha. Isso vai ocorrer na próxima segunda-feira (13/11).

A única companhia que oferece voos comerciais na Pampulha é a Passaredo, empresa que usa em suas rotas o ATR-72 com 70 assentos.  Com a liberação de jatos no aeroporto localizado a 8 quilômetros do Centro de Belo Horizonte, as companhias Azul, Gol, LATAM e Avianca Brasil seriam obrigadas a transferir voos de Confins para a Pampulha. Por causa da crise, Confins vem perdendo passageiros. Em 2015 foram 10,7 milhões de embarques nos voos domésticos e no ano passado esse número caiu para 8,2 milhões.

A BH Airport, concessionária do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, entrou com uma ação na Justiça para barrar a liberação de voos comerciais com jatos na Pampulha. (Mais detalhes ainda hoje).

VEJA TRECHO DO TEXTO DIVULGADO PELA ANAC

“A alocação de slots seguirá os critérios de declaração de capacidade informado pelo operador aeroportuário que, atualmente, possui capacidade horária para 300 passageiros embarcando e 360 passageiros desembarcando. Há 11 posições de estacionamento de aeronaves em voos comercias, sendo 4 para aeronaves de maior porte, como o a Airbus 319, o Embraer 190 e o Boeing 737, segundo dados do operador aeroportuário”

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MAP lança voos de Manaus para Humaitá e Manicoré em abril

Cidades
do interior do Amazonas que ficaram sem voos comerciais da Azul começam a ser
atendidas pela MAP Linhas Aéreas. Em 6 de abril a companhia inicia a ligação de
Manaus com as cidades de Humaitá e Manicoré.  Os voos serão as segundas e quinta-feira.
Nesta rota a MAP vai usar o ATR-42, aeronave turboélice com 45 assentos.

As
passagens já estão sendo vendidas. Quem for viajar no dia 9 de abril encontra
passagens por R$ 284,90. O voo será circular. A aeronave decola de Manaus até Humaitá,
cidade que fica a 800 quilômetros da capital amazonense. A mesma aeronave segue
para Manicoré, última etapa antes de chegar a Manaus.

     CONFIRA OS HORÁRIOS DOS VOOS DA MAP

A
MAP oferece voos de Manaus para Lábrea de segunda a quinta-feira e para Carauari
sempre na terça-feira e sexta-feira. Quem não tem condições de pagar um táxi
aéreo é obrigado a viajar por vários dias em barcos pelos rios do Amazonas.

Com
esses novos voos o Governo do Amazona promete reduzir de 25% para 18% a
alíquota de ICMS do querosene de aviação como incentivo à MAP por atender as
cidades do interior. A MAP aguarda autorização para iniciar voos ainda neste
semestre nas cidades de Santa Isabel do Rio Negro. 

A
intenção da companhia é atender essas cidades aos sábados e quarta-feira. Estas
duas cidades e São Paulo de Olivença, todas localizadas no interior do
Amazonas, perderam voos da Azul no ano passado.
No dia 30 de março a MAP começa
a operar em Porto Velho. O voo diário e sem escalas será para Manaus, de onde
os passageiros poderão aproveitar as conexões para outras cidades. Nesta
rota a MAP vai usar o ATR-72 com 70 assentos. Essa é a mesma aeronave que a
companhia faz a ligação de Manaus com Parintins (AM), Itaituba (PA), Altamira
(PA), Santarém (PA) e Belém (PA).

Passaredo ou Avianca? Juiz de Fora cria movimento para atrair voos para o Aeroporto da Serrinha

Um grupo de Juiz de Fora criou um movimento para atrair
novas companhias aéreas para o Aeroporto Francisco Álvares de Assis, ou
Serrinha. Mais conhecido por Serrinha, o aeroporto está sem receber voos
comerciais desde abril deste ano, quando a Azul transferiu suas operações para
o Aeroporto Regional em Goianá.  A
Passaredo, que opera com o ATR-72, com 70 assentos, mesmo modelo usado pela
Azul, estuda lançar voos em Juiz de Fora.

Os executivos da
Passaredo terão reunião nesta semana com a TAM. As duas empresas iniciaram uma
parceria em 1º de agosto deste ano. No encontro o principal assunto do encontro
será a ampliação das rotas da Passaredo. Juiz de Fora, Varginha e Montes Claros
são as cidades que poderão receber voos da companhia.
A esperança do grupo de Juiz de Fora é a possibilidade de a
gigante TAM investir na Passaredo, o que pode adiantar a compra de novas
aeronaves. São nove turboélices ATR-72. Com mais aviões, a Passaredo poderia
lançar novas rotas e aumentar número de voos na Pampulha, em Belo Horizonte,
onde oferece dois voos diretos para Ribeirão Preto. O voo de Juiz de Fora seria
direto para Guarulhos, podendo a cidade receber mais rotas.
A companhia Azul alega que não tem interesse de voltar a
operar na Serrinha. A segurança nos pousos e decolagens é o principal motivo. A
outra esperança de Juiz de Fora é a Avianca Brasil, empresa que estuda a compra
de ATRs e dos jatos da Embraer, aeronaves que poderiam operar em Juiz de Fora e
Varginha, cidade do Sul de Minas que ficou sem voos da Azul em fevereiro deste
ano. Lembrando que a partir de 15 de setembro o Aeroporto Regional da Zona da
Mata fica sem os voos diretos da Azul para Confins, na Grande Belo Horizonte.
No grupo criado no Facebook para atrair voos para a Serrinha
já são 1.227 membros. Além de reuniões, os integrantes estão em contato permanente
com representantes do Governo Federal, Governo de Minas e da Prefeitura de Juiz
de Fora. As empresas aéreas também estão sendo procuradas. O fundador do do movimento é Alexandre Hil Mastrini os administradores são Roberto Nogueira (Relações Públicas) e Robson Assis
(engenheiro). Todos esclarecem que o grupo não tem ligação com partidos
políticos.
O Tudo Viagem apoia o movimento. Por ser um blog
independente vai levantar uma polêmica. O prefeito de Juiz de Fora, Bruno de
Freitas Siqueira (PMDB) foi apoiado pela família do ex-presidente Itamar
Franco, um dos responsáveis pela construção do Aeroporto Regional, motivo de
ter recebido seu nome, e não estaria empenhado em atrair novos voos para a
Serrinha.
Lembrando que o Aeroporto Regional está a 45 quilômetros de
Juiz de Fora. Mas atenção. Esse blog defende a manutenção dos voos no Aeroporto
Regional. A região precisa de mais voos, o que forçará as companhias a melhorar
o serviço e reduzir os preços das passagens.

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