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ANAC retira seis slots da VoePass em Congonhas

A decisão foi tomada nesta terça-feira (01/09) pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

A VoePass, que em agosto do ano passado comprou a MAP Linhas Aéreas, perdeu seis slots (autorizações de pousos e decolagens) no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A decisão é da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Em agosto do ano passado a MAP recebeu 12 slots e a VoePass 14.

Segundo a ANAC, a MAP chegou a operar alguns slots em 2019 usando aeronaves fretadas da Passaredo e de outras empresas, mas, no caso de Congonhas esse tipo de operação não é contabilizada nos índices de regularidade da empresa. Foi por esse motivo que os slots foram retirados nesta terça-feira (01/09).

A decisão foi unânime. Os diretores confirmaram a posição da área técnica, que aplicou os critérios de pelo menos 90% de regularidade no uso dos slots, conforme previsto na Resolução nº 338/2014.

Como não há saturação de infraestrutura no Aeroporto de Congonhas (SP) neste momento, os slots retornam para o banco e serão alocados na próxima temporada, em maio de 2021.

A empresa MAP Linhas Aéreas foi uma das empresas contempladas em agosto do ano passado pela redistribuição dos slots da Avianca em Congonhas, passando a obter o direito de operar 12 horários de pousos e decolagens.

Posição da ANAC sobre ação na Justiça contra a MAP

A ANAC divulgou nota sobre uma ação que está tramitando no Tribunal de Justiça do estado do Amazonas. Nesta ação a família Pachecho, que vendeu a MAP para a VoePass, antiga Passaredo, cobra pagamento de dívidas. Leia reportagem completa aqui.

Cabe à ANAC a observância do uso correto dos slots alocados nos aeroportos coordenados, como é o caso de Congonhas. Após a alocação dos slots, a Agência monitora seu uso, agindo de forma proativa e preventiva no intuito de que todas as premissas da distribuição inicial sejam fielmente cumpridas pelas empresas, garantindo-se o atendimento ao interesse público. Em relação à compra de empresas, a ANAC avalia apenas os aspectos de segurança e de certificação considerando sua regulamentação.

Posição da VoePass sobre a ação dos ex-proprietários da MAP

A MAP LINHAS AÉREAS informa haver sido firmado, em agosto de 2019, um acordo de compra e venda de suas ações com a troca do controle societário, o que foi formalizado através de contrato com cláusula expressa de irrevogabilidade e irretratabilidade, sendo eventual descumprimento do mesmo, se houver, resolvido através de perdas e danos.

A MAP informa ainda que está discutindo a ocorrência de vários inadimplementos contratuais por parte dos antigos controladores, inclusive a existência de dívidas em mais de R$24 milhões acima do valor declarado em contrato, e que a aeronave devolvida para os antigos controladores não faz parte do plano de frota da empresa, seja pela defasagem tecnológica decorrente da idade avançada da mesma, seja pela sua condição de manutenção.

 

 

Além dos descumprimentos contratuais realizados de forma reiterada pelos antigos controladores, a MAP ainda está apurando a ocorrência de denúncias sobre fraudes nas antigas manutenções realizadas pelos antigos controladores da empresa, estando sob auditoria da ANAC para apuração dos descumprimentos de regulamentos aeronáuticos realizados no passado, todos de responsabilidade dos ex-controladores, o que levou inclusive a uma substituição pelos novos controladores de mais de 2/3 da frota operada pela empresa.

A companhia informa ainda que a empresa possui com a GOL acordo comercial interline desde 2014 e acordo de compartilhamento de voos desde o ano de 2018 e que todas as operações realizadas entre as empresas ocorreram dentro do ambiente dos contratos comerciais e de codeshare.

A MAP esclarece que os atuais controladores da empresa ainda não foram sequer citados para apresentação de defesa no processo, e que tomarão todas as medidas para garantir o cumprimento de todas as obrigações assumidas pelos vendedores no contrato.

Gol teria investido R$ 27 milhões na compra da MAP Linhas Aéreas

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Ação na Justiça dos ex-donos da MAP não afetará operações da VoePass

O Tribunal de Justiça do Amazonas determinou a devolução de um modelo ATR-42, com 45 assentos, e que fazia parte da frota da MAP Linhas Aéreas.

O Tudo Viagem mostrou com exclusividade que tramita no Tribunal de Justiça do Amazonas processo movido pelo ex-proprietários da MAP Linhas Aéreas contra VoePass, antiga Passaredo. A ação é  de R$ 6,8 milhões, valor referente a dívida trabalhistas não pagas e manutenção de aeronaves feita pelos ex-proprietários da MAP Linhas Aéreas, empresa vendida em agosto do ano passado para a VoePass. Ou seja, o valor da compra, que não foi divulgado, foi honrado pela VoePass.

A ação na Justiça movida pelos ex-proprietários da MAP Linhas Aéreas não tem a intenção de afetar as operações da VoePass, conforme esclareceu Marcos Pacheco, um dos fundadores da empresa, em entrevista ao Tudo Viagem. Segundo ele, em cinco anos de gestão da MAP foram apenas três ações trabalhistas, uma deles de um funcionários que pedia para retornar ao emprego, mas agora estão sendo acionados por quem não recebeu seus direitos.

As dívidas trabalhistas são de funcionários da MAP Linhas Aéreas demitidos pela direção da VoePass. A nossa equipe apurou que foram cerca de 100 demissões no ano passado.  A VoePass ficou com seis aeronaves que eram da MAP Linhas Aéreas, sendo três ATRs-72 com 70 assentos, e três ATRs-42 com 45 assentos.

O Tribunal de Justiça do Amazonas determinou a devolução de um modelo ATR-42. O modelo já está em Manaus com os ex-donos da MAP. Em nota, a VoePass alega que a devolução ocorreu por problemas de manutenção por parte dos ex-proprietários da MAP Linhas Aéreas, o que é negado por eles.

Veja nota completa enviada pela VoePass

A MAP LINHAS AÉREAS informa haver sido firmado, em agosto de 2019, um acordo de compra e venda de suas ações com a troca do controle societário, o que foi formalizado através de contrato com cláusula expressa de irrevogabilidade e irretratabilidade, sendo eventual descumprimento do mesmo, se houver, resolvido através de perdas e danos.

A MAP informa ainda que está discutindo a ocorrência de vários inadimplementos contratuais por parte dos antigos controladores, e que a aeronave devolvida para os antigos controladores não faz parte do plano de frota da empresa, seja pela defasagem tecnológica decorrente da idade avançada da mesma e pela sua condição de manutenção.

Além dos descumprimentos contratuais realizados de forma reiterada pelos antigos controladores, a MAP ainda está apurando a ocorrência de denúncias sobre as manutenções realizadas pelos antigos controladores da empresa, estando sob auditoria da ANAC para apuração dos descumprimentos de regulamentos aeronáuticos realizados no passado, todos de responsabilidade dos ex-controladores.

A MAP esclarece que os atuais controladores da empresa ainda não foram citados para apresentação de defesa.

 

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Compra da MAP pela Passaredo poderá ser cancelada por dívida de R$ 6,8 milhões

 

 

 

Compra da MAP pela Passaredo poderá ser cancelada por dívida de R$ 6,8 milhões

A MAP Linhas Aéreas  recebeu da ANAC em agosto de 2019  12 slots (autorização de pousos e decolagens) em Congonhas, no centro de São Paulo.

O Tribunal de Justiça do Amazonas concedeu liminar ao ex-proprietário da MAP Linhas Aéreas, Marcos Jose Pacheco, que cobra da Passaredo dívida no valor de R$ 6,8 milhões. Esse é o valor que a Passaredo teria que pagar pela manutenção de aeronaves e para quitar dívidas trabalhistas contraídas a partir de agosto de 2019, quando a Passaredo comprou a MAP Linhas Aéreas.

No dia 4 de abril deste ano o juiz Cássio André Borges dos Santos, do Tribunal de Justiça do Amazonas, deu prazo de 15 dias para a Passaredo, hoje VoePass, pagar a dívida sob pena de multa de R$ 200 mil por dia. O juiz determinou ainda a busca e apreensão das aeronaves ATR que pertenciam a MAP Linhas Aéreas, e que hoje estão com a marca da VoePass. (Leia reportagem completa abaixo).

Conforme consta no processo número  0646448-93.2020.8.04.0001, a dívida ainda não foi paga pela Passaredo. O valor da ação, sem atualização, é de R$ 6, 8 milhões. A companhia fundada por José Luiz Felício Filho contesta na justiça os argumentos da MAP Linhas Aéreas. A Passaredo é a companhia mais antiga do Brasil. A empresa completou 25 anos.

Atualmente a VoePass está operando em 10 destinos no Norte do Brasil, principalmente no estado do Amazonas. Essas rotas eram atendidos pela MAP Linhas Aéreas, companhia com sede em Manaus. Nesta quarta-feira as passagens de alguns destinos operados pela VoePass chegaram a  ficar indisponíveis.  Leia aqui nota da VoePass sobre a ação judicial.

       Trecho da ação judicial

O que está em jogo

A Passaredo decidiu comprar a MAP Linhas Aéreas depois que a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) distribuiu para a companhia 12 slots (autorização de pousos e decolagens) em Congonhas, um dos aeroportos mais rentáveis do Brasil. A distribuição dos slots aconteceu em agosto do ano passado. Na época a Passaredo recebeu autorização

A VoePass está operando voos e vários destinos,  alguns deles são vendidos somente pela Gol. Nos bastidores do mercado de aviação circula informação que nesta quinta-feira (20;08) a VoePass vai anunciar uma grande novidade para o mercado que poderá, inclusive, encerrar o processo na Justiça do Amazonas.

Estamos na torcida para que a VoePass consiga resolver essas pendências. O mercado precisa de mais companhias, principalmente depois que Azul e LATAM anunciaram o compartilhamento de voos.

             Trecho da decisão do Tribunal de Justiça do Amazonas

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VoePass renova todas as aeronaves para a retomada dos voos em 3 de julho; veja fotos inéditas

Além de uma limpeza na parte externa e interna, os modelos ATRs receberam novos carpetes, poltronas, novos bolsões e tudo que estava com algum pequeno defeito foi consertado.

A VoePass está sem operar voos comerciais desde o dia 23 de março deste ano em função da pandemia do coronavírus. No dia 3 de julho a companhia volta a oferecer voos de Ribeirão Preto para Guarulhos e para o Rio de Janeiro (Aeroporto Santos Dumont), além de 10 destinos no Norte do Brasil. A data de 3 de julho para a retomada não foi escolhida por acaso. A companhia completa 25 anos de função. Mas se engana quem pensa que a VoePass ficou parada neste período sem operar voos comerciais.

Todas as aeronaves passaram por uma espécie de pente fino. Além de uma limpeza na parte externa e interna, os modelos ATRs receberam novos carpetes, poltronas, novos bolsões e tudo que estava com algum pequeno defeito foi consertado. As aeronaves que eram usadas pela MAP no Norte do Brasil também foram revitalizadas e agora estão no padrão VoePass.  Lembrando que em agosto do ano passado a VoePass, antiga Passaredo, comprou a MAP Linhas Aéreas. (Veja abaixo fotos inéditas).

 

Cidades atendidas no Norte do Brasil

A partir de 3 de julho serão retomadas operações em 10 localidades na região Norte operados pela MAP, ligando Manaus a Parintins, Itaituba, Belém, Altamira, São Gabriel da Cachoeira, Eirunepé, Carauari, Coari e Lábrea. A tendência da VoePass é usar a nova identidade visual em todas as aeronaves que pertenciam a MAP Linhas Aéreas. O site da Map agora é redirecionado para a VoePass e todos os destinos estão em uma única plataforma.

Voos em parceria com a Gol

ATR-72 da VoePass com 70 assentos todo revitalizado

A partir de 12 de julho a VoePass vai atender seis destinos em parceria com a Gol.  As cidades de  Rio Verde (GO),  Dourados-(MS)  e Araçatuba (SP) terão os voos retomados para Guarulhos. Já as cidades de São José do Rio Preto-(SP) Barreiras (BA) e Araguaína-(TO) terão voos sem escalas para Brasília. As passagens destes destinos estão disponíveis somente no site da Gol.

Chegada em Congonhas

Com foco na aviação regional, a VoePass é a companhia mais antiga empresa brasileira do setor em operação. A companhia tem uma frota de 15 aeronaves ATR 42 e ATR 72, com capacidade para 48 e 70 passageiros. Antes do início da pandemia, atendia a 47 destinos em todas as regiões do Brasil.

Em outubro do ano passado a VoePass e a MAP iniciaram a operação de 158 slots semanais no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O grupo tem 1.100 colaboradores diretos. A  VoePass opera dentro do padrão IOSA, um certificado de excelência operacional internacional da IATA. A VoePass tem um acordo codeshare e interline com a Gol e a LATAM.

 

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Voepass e MAP vão retomar voos no dia 3 de julho, veja quais cidades serão atendidas

A Voepass ainda não definiu quando pretende retomar os 26 voos diários no Aeroporto de Congonhas, localizado na região central de São Paulo.

A VoePass, antiga Passaredo, vai retomar os voos de forma gradual para analisar o mercado. Sem operar desde o dia 23 de março deste ano, a companha vai iniciar no dia 3 de julho voos de Ribeirão Preto para Guarulhos. Serão dois voos diários em cada sentido. Também serão retomados na mesta data as operações do Rio de Janeiro (Santos Dumont) para Ribeirão Preto. Inicialmente a VoePass vai oferecer um voo em cada sentido.

A Voepass ainda não definiu quando pretende retomar os voos em Congonhas, na cidade de São Paulo. A companhia pretende analisar o mercado para decidir quando retomará os voos. São 26 voos diários que a companhia tem direito de operar em Congonhas. Os slots (autorizações de pousos e decolagens) foram concedidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em outubro do ano passado para a MAP e VoePass.

A MAP Linhas Aéreas, comprada pela Passaredo, hoje VoePass, em agosto do ano passado, vai retomar, também a partir de 3 de julho, 30 voos semanais. A venda das passagens dos voos que serão retomados deverá ser iniciada nesta terça-feira.

Confira os voos previstos para 3 de julho

Manaus/Carauari

Manaus/Coari

Manaus/Eirunepé

Manaus/Parintins

Manaus/Lábrea

Manaus/Itaituba

Altamira/Belém

Manaus/São Gabriel da Cachoeira.

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MAP suspende todos os voos por causa do coronavírus

As cidades de Foz do Iguaçu, Uberaba, Ribeirão Preto e todos os destinos da companhia no Norte do Brasil vão ficar sem voos.

Todos os 17 destinos da MAP Linhas Linhas Aéreas, comprada em agosto do ano passado pela VoePass, foram suspensos por causa do avanço do coronavírus. Todas as cidades do Norte do Brasil estão com a venda das passagens suspensas.

As cidades que vão ficar sem voos são Ponta Grossa-PR, São Paulo-SP, Ribeirão Preto-SP, Bauru-SP, Uberaba-MG, Belém-PA, Altamira-PA, Santarém-PA, Itaituba-PA, Manaus-AM, Eirunepé-AM, Parintins-AM, São Gabriel da Cachoeira-AM, Coari-AM, Carauari-AM, Lábrea-AM e Tefé-AM.

“Estamos passando por uma queda acentuada na demanda pelo transporte aéreo, com a redução da venda de passagens e o aumento nos pedidos de cancelamento e no-show dos passageiros nos aeroportos”, diz o comunicado da MAP. Segundo a MAP, a suspensão das atividades é temporária, até o dia 22 de março.

Na sexta-feira (20/03) a companhia vai realizar uma nova atualização de malha na próxima sexta-feira, dia 20. “Estamos negociando com os sindicatos a respeito da forma como iremos reduzir a nossa força de trabalho, a fim de evitar qualquer processo de demissão de colaboradores nesse momento difícil que passa nosso país”, diz outro trecho do comunicado da empresa.

Home-office

A partir desta quarta-feira (18/03) a MAP vai iniciar um programa de trabalho home-office para todos os colaboradores que possam manter seu posto de trabalho nessa condição.

As atividades da empresa serão mantidas em seu mínimo durante o período de suspensão das operações e estarão mantidas apenas as operações de um contrato de fretamento operado no Norte do Brasil.

“Para todos os passageiros que tiveram seus voos cancelados, informamos que estamos flexibilizando ao máximo todas as regras tarifárias, facultado a remarcação para qualquer data futura ou mesmo postergando o crédito para uso em viagens futuras”, informou a MAP.

Ainda segundo a companhia, “esses passageiros serão contatados pela empresa, não sendo necessário nesse momento qualquer iniciativa de contato com a companhia. Pedimos o apoio e a solidariedade de todos nesse momento difícil, para que juntos possamos atravessar esse grave momento que se coloca perante todos nós”.

Passaredo e MAP recebem autorização para operar no Aeroporto de Congonhas

Foram liberados pela ANAC 41 slots (pousos e decolagens) da Avianca Brasil no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo

Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) confirmou nesta quarta-feira (14 de agosto) os slots (autorização de pousos e decolagens) das companhias MAP e Passeredo no Aeroporto de Congonhas em São Paulo. A MA, companhia aérea com sede em Manaus, recebeu 12 slots. A Passaredo, de Ribeirão Preto, foi contemplada com 14 slots horários dos 41 slots que eram da Avianca Brasil no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. As duas companhias irão operar com ATRs-72 com 70 lugares.

A companhia aérea Azul também foi contemplada com 15 slots nos horários que eram operados pela Avianca Brasil na pista principal, no Aeroporto de Congonhas. Outros 14 slots foram confirmados para a empresa Two Flex na pista auxiliar.

Esta aprovação se deu após a realização de uma analise realizada em conjunto com o Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), após a aprovação, as companhias poderão iniciar a oferta de voos de acordo com os horários alocados e as rotas registradas.

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Azul terá 15 slots em Congonhas, Passaredo 14 e MAP recebe 12

A empresa TWOFlex terá direito a 14 slots que serão serão na pista auxiliar do aeroporto localizado na cidade de São Paulo.

A Azul recebeu 15 dos 41 slots (autorizações de pousos e decolagens) rque eram da Avianca Brasil no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A divulgação foi feita na tarde desta quarta-feira (31/07) pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). A MAP Linhas Aéreas, de Manaus, recebeu 12 slot e Passaredo foi contemplada com 14 slots horários.

 

Segundo a ANAC, as empresas MAP e Passaredo deverão comprovar até 9 de agosto deste ano, junto ao operador aeroportuário e ao órgão de controle do espaço aéreo, o atendimento de requisitos operacionais exigidos para operação no aeroporto. A TWOFlex terá direito a 14 slots.

A novidade é que as autorizações de pousos e decolagens da companhia TWOFlex serão na pista auxiliar de Congonhas. Ou seja, os slots da Avianca Brasil não foram usados nesta distribuição. Os slots da TWOFlex dependem de confirmação pelo Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA).

A distribuição dos slots que eram da Avianca Brasil foi para companhias entrantes (com menos de 54 slots), deixando de fora a Gol (possui 234) e LATAM (236). A Azul, que atualmente possui  13 slots  em Congonhas, vai usar as novas autorizações para lançar voos na ponte aérea Rio/São Paulo. Nesta rota a companhia vai usar o Airbus A320 com 174 assentos.

A agência reguladora da aviação informou que após a aprovação, as companhias poderão iniciar a oferta de voos de acordo com os horários alocados. Caso alguma empresa não seja autorizada a operar, os slots voltarão para o banco e serão distribuídos conforme a Decisão Nº 109, ou seja, até 100% para as empresas que possuem até 54 slots (entrantes) e o restante a ser dividido entre todas as empresas.

MAP entra na disputa pelos horários de voos em Congonhas e estuda operar com jatos maiores

Atualmente a companhia com sede em Manaus opera em 14 destinos dos estados do Amazonas e do Pará com os modelos turboélices ATRs.

A MAP Linhas Aéreas, a única companhia de voos regulares fora do eixo Rio-São Paulo, decidiu entrar na disputa pelos slots (horários de pousos e decolagens) no Aeroporto de Congonhas,  localizado na capital paulista.  A companhia já estuda a incorporação em sua frota de jatos com mais de 120 assentos para explorar o mercado de Congonhas. Atualmente a companhia atua na região Norte do Brasil com três  modelos ATRs-42 com 45 assentos e três ATRs-72 com 70 lugares.

A decisão da MAP de entrar na disputa pelos horários de voos em Congonhas foi tomada na quinta-feira (25/07) logo após a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) anunciar que as regras para distribuição dos 41 slots que eram da Avianca Brasil. A agência reguladora definiu que essas autorizações de pousos e decolagens serão para companhias entrantes. São consideradas entrantes as empresa com menos de 54  slots em Congonhas. Desta forma. ficam de fora da disputa a Gol e a LATAM que possuem 234 e 236 slots respectivamente.

A direção da ANAC já decidiu que os novos slots poderão ser exploradas imediatamente pelas entrantes. Além da MAP, estão na disputada pelos horários de voos em Congonhas as companhias Azul (possui 13 slots hoje), Passaredo e Sideral Linhas Aéreas. Cada uma poderá receber 10 slots. Seriam cinco partidas e cinco chegadas. Com mais concorrência, a ANAC espera que os passageiros uma maior oferta de passagens aéreas baratas nos voos de Congonhas.

Segundo o CEO da MAP, Hector Hamada, a companhia está preparada para começar a operar em Congonhas assim que receber o aval da ANAC. Inicialmente os voos seriam realizados pelos modelos ATRs-72 e as rotas serão definidas assim que a agência reguladora definir quantos slots cada empresa terá. A companhia não descarta de lançar voos de Congonhas para as cidades do interior de Minas Gerais e São Paulo, sem descartar destinos da região Centro-Oeste do Brasil.

A intenção da MAP é começar a negociar os jatos com mais de 120 assentos assim que começar a operar em Congonhas. Atualmente a companhia opera em 14 destinos dos estados do Amazonas e do Pará. Hector Hamada disse que a empresa não desistiu de operar no Ceará e no Acre,  além de um destino no Peru que faria a conectividade com as cidades do Norte do Brasil.

ANAC surpreende e mercado e decide que Gol e LATAM não vão receber slots em Congonhas

 

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Companhia brasileira pede à ANAC para operar na ponte aérea com avião de luxo; veja as fotos

A companhia pretende usar em Congonhas o Boeing 737-500 equipado com 52 assentos executivos com poltronas de couro.

A Sideral Linhas Aéreas, companhia sediada em Curitiba, entrou na disputa pelos slots (autorização de pousos e decolagens) no Aeroporto de Congonhas, localizado na cidade de São Paulo. A companhia pediu à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para operar voos de  Congonhas para o Aeroporto Santos Dumont (Rio de Janeiro) e Brasília. (Veja abaixo a tabela de voos).

A Sideral pretende iniciar os voos no dia 16 de novembro deste ano. A companhia vai usar nos voos para Brasília e na ponte aérea Rio/São Paulo uma aeronave que promete revolucionar o mercado de luxo da aviação. A novidade é um Boeing 737-500 equipado com 52 assentos executivos com poltronas revestidas com couro italiano. É o maior espaço entre as poltronas em relação a todos os aviões de grande porte em operação no Brasil.

O pedido da Sideral tem tudo para ser aprovado pela ANAC. Se até outubro deste ano a Avianca Brasil não voltar a operar em Congonhas, a agência reguladora terá que fazer a distribuição dos 23 slots que eram usados pela Avianca no aeroporto localizado na capital paulista. Pela regra atual, as novas companhias (entrantes) em Congonhas têm direito a ficar com a metade dos slots. As demais autorizações de pousos e decolagens seriam dadas para a Gol, LATAM e Azul. Lembrando que a Azul tem 12 sltos e LATAM e Gol 130 cada.

Nesta sexta-feira (14/06) a Passaredo Linhas aéreas oficializou um requerimento junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para que seja considerada como nova empresa apta a operar no Aeroporto de Congonhas. A Sideral e Passaredo têm mais chances de ficar com os slots já que possuem certificação da ANAC para operar no Brasil. Cada companhia poderá receber de 5 a seis autorizações de pousos e decolagens.

A Sideral opera atualmente no setor de cargas e realiza fretamentos, principalmente para clubes de futebol. Para que a Sideral comece a oferecer voos regulares ela vai precisar, por exemplo, montar bases de tripulantes, o que pode ser realizado em no máximo 60 dias. Além do Boieng 737-500, a companhia tem em sua fota os Boeings 737-300, mesmo modelo que era usado pela extinta Webejet.

A Passaredo e a Sideral têm vantagens em Congonhas em relação as companhias estrangeiras que demonstraram interesse pelos slots. A MAP Linhas Aéreas, com sede em Manaus, e que usa em seus voos o modelo ATR, o mesmo da Passaredo, também vai entrar com pedido para operar em Congonhas. MAP também tem tudo para ser autorizada a operar na capital paulista. A informação sobre o interesse da MAP é de uma fonte da ANAC, que pediu para não ser identificada,

A Air Europa, por exemplo, que entrou processo de certificação na ANAC, não conseguirá cumprir todas as etapas para começar a operar voos domésticos no Brasil. Todo processo dura 220 dias. A Air Europa está interessada nos slots de Congonhas. Veja aqui mais fotos da aeronave da Sideral que será usada em breve em Congonhas.

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