Avião da Força Aérea Brasileira transporta respiradores para socorrer vítimas do coronavírus

Nas últimas semanas, as aeronaves da FAB têm atuado no transporte de medicamentos e equipamentos entre diversas regiões do país.

Nove respiradores hospitalares que estavam no Rio de Janeiro foram transportados nesta quinta-feira (16/04) por uma aeronave C-95 da Força Aérea Brasileira (FAB). A aeronave pousou no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. Os equipamentos serão reparados no Centro de Inovação e Tecnologia do SENAI-FIEMG, da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), em Belo Horizonte.

A mesma aeronave da FAB vai levar respiradores que já foram consertados para atender pacientes do coronavírus do Amapá, um dos estados do Norte do Brasil com o avanço de casos da doença. Veja abaixo vídeo do embarque cedido por Antônio Paulo.

A missão interministerial, designada pelo Ministério da Defesa, em ação coordenada com o Ministério da Saúde e com o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI), faz parte da Operação COVID-19.

Nas últimas semanas, as aeronaves da FAB têm atuado no transporte de medicamentos e equipamentos entre diversas regiões do país no enfrentamento ao COVID-19.

Vídeo do embarque dos respiradores na Pampulha

Aeronaves da FAB fazem repatriação

A Força Aérea Brasileira tem atuado ativamente em apoio aos brasileiros no enfrentamento à pandemia do COVID-19. Na Operação Regresso à Pátria Amada Brasil, a FAB repatriou brasileiros e familiares que estavam na China, prestando todo o suporte durante a quarentena destes cidadãos na Ala 2 – Base Aérea de Anápolis.

Em outra missão, coordenada pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) junto ao Centro de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa (MD), duas aeronaves C-130 Hércules foram empregadas na repatriação de um grupo de 66 brasileiros que estavam no Peru.

 

 

Veja vídeo dos aviões da Azul parados na Pampulha

No Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, estão 41 aeronaves que não estão sendo usadas pelas companhias aéreas.

As companhias Azul, Gol e LATAM estão operando com apenas 10% de sua capacidade operacional. o Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, que atualmente não tem voos comerciais, está com 30 aeronaves da Azul que não estão sendo usadas nos voos da companhia.

Ao todo a Azul está com 120 aeronaves paradas. No Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, estão 41 aeronaves que não estão sendo usadas pelas companhias aéreas. A maioria dos aviões são da Azul e Gol. Veja vídeo abaixo feitos por Antônio Paulo.

Vídeo do Aeroporto da Pampulha

Redução de 85%

A crise da pandemia do coronavírus causou uma redução de até 85% no número de voos e de 90% no de passageiros registrados no Aeroporto de Confins. A BH Airport,m concessionária do aeroporto,  preparou toda a infraestrutura necessária para receber mais 29 aeronaves estacionadas.

Frase….

“Para garantir a segurança operacional e preservar as aeronaves, foram definidas posições contingenciais de estacionamento compatíveis com os modelos de aeronaves operados no Brasil. Essas posições são fiscalizadas diariamente pelas equipes de pátio, além de monitorarmos 24 horas por dia por câmeras. Em alinhamento com as companhias aéreas, já disponibilizamos as posições para a utilização e ainda há posições disponíveis para o estacionamento em longa permanência”

Robson Freitas, gestor de Operações Aeroportuárias

Aeroporto da Pampulha recebe 16 aeronaves retiradas da malha da Azul

A Azul tem sua frota 140 aeronaves. Estão no Aeroporto da Pampulha os jatos da Embraer com 119 assentos e os turboélices ATR-72 com 70 lugares.

A companhia Azul vai operar a partir desta quarta-feira (25/03) de 116 para apenas 25 o número de destinos atendidos em função da queda de passageiros causa pelo avanço do coronavírus. A suspensão vai até 30 de abril deste ano. A redução da malha aérea da Azul será de 90%. O Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, onde a companhia tem um hangar de manutenção, está sendo usado para receber as aeronaves no período. Até agora 16 aeronaves da Azul estão paradas na Pampulha.

A Azul tem sua frota 140 aeronaves. Estão no Aeroporto da Pampulha os jatos da Embraer com 119 assentos e os turboélices ATR-72 com 70 lugares. A companhia optou em manter os aviões parados na Pampulha pelo fato de o custo ser bem menor. Veja abaixo mais fotos das aeronaves na Pampulha.

Todos os cuidados para evitar danos aos aviões da Azul foram tomados pelos técnicos da companhia As turbinas receberam uma proteção especial. As fotos dos aviões da Azul na Pampulha foram feitas por Maarten Van Sluys, uma das lideranças de Belo Horizonte que defende a volta dos voos comerciais na Pampulha.

Atualmente o Aeroporto da Pampulha não tem voos comerciais. Por outro lado, a Azul tem o maior número de voos em Confins, apesar de ser a terceira maior companhia do Brasil.

Leia também: Azul vai manter voos em apenas 25 cidades; veja quais

Fotos cedidas por Maarten Van Sluys

Belo Horizonte será a única entre as maiores capitais sem voos comerciais, saiba porque

As cidades de Teófilo Otoni e Caratinga são as que têm a maior taxa de ocupação nas rotas do Voe Minas Gerais.

A partir de 29 de junho, o Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, não terá mais voos comerciais. O projeto Voe Minas Gerais, criado em 2016 pelo governo do estado, deixa de ser operado pela TWOFlex. No primeiro ano 19 cidades chegaram a ser atendidas. As cidades de Caratinga e Teófilo Otoni, que vão ficar sem voos, criaram um movimento para convencer o governador Romeu Zema (Novo) a não acabar com o projeto.

O projeto atende oito cidades a partir da Pampulha, mas o Governo de Minas decidiu encerrar o Voe Minas por ser deficitário. A Pampulha será o único aeroporto entre as maiores capitais sem voos comerciais. A Passaredo foi a última a empresa a deixar a Pampulha, em abril de 2018. Natal, no Rio Grande do Norte, também tem um aeroporto sem aeroporto comercial.

A Pampulha terá apenas embarques de desembarques de funcionários da Vale que viajam de Belo Horizonte para Carajás em aeronave própria da empresa, além dos táxis aéreos, principalmente da Líder.  No Aeroporto da Pampulha funciona um centro de manutenção de aeronaves da Azul.

Atualmente o terminal localizado a 9 quilômetros do centro da capital tem apenas duas lojas funcionando (uma locadora de veículos e uma lanchonete).  Sem passageiros, a tendência é de mais abandono. A TWOFlex usa nos voos da Pampulha o avião Caravan com 9 assentos. As cidades de Teófilo Otoni e Caratinga são as que têm a maior taxa de ocupação nas rotas do Voe Minas Gerais. Essas duas cidades vão ficar sem voos comerciais, mesma situação de Patos de Minas.

Exclusivo! Governo de Minas vai acabar com o projeto de voos regionais no dia 28 de junho

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TCU vai decidir na quarta-feira se a Pampulha poderá ter voos com jatos sem restrição de destino

Por causa da restrição determinada pelo TCU, atualmente o Aeroporto da Pampulha tem voos apenas para o interior de Minas com aviões de 9 lugares.

O Tribunal de Contas da União (TCU) marcou para a próxima quarta-feira (26/09) a votação em plenário sobre a situação do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. (Veja documento no final). Conforme o Tudo Viagem mostrou com exclusividade no dia 6 de setembro deste ano, o setor técnico do TCU deu parecer favorável para que o aeroporto localizado na capital mineira tenha voos com jatos de grande porte sem restrição de destino.


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Na quarta-feira os ministros do TCU podem derrubar a liminar pedido pelo senador Antônio Anatasia (PSDB-MG0, candidato ao Governo de Minas, que barrou voos com jatos na Pampulha. O relator do processo sobre o Aeroporto da Pampulha é o ministro Bruno Dantas. Caso o TCU acate o parecer técnico, o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação (MTPA) terá que revogar a portaria que permite que as companhias operem somente com jatos na Pampulha somente com voos diretos para aeroportos regionais. São considerados aeroportos regionais os que recebem até 600 mil passageiros por ano.

Por causa da restrição determinada pelo TCU, atualmente o Aeroporto da Pampulha tem voos apenas para o interior de Minas com aviões de 9 lugares. Em junho deste ano a Gol deixou de oferecer um voo diário de Belo Horizonte para o Aeroporto Regional da Zona da Mata que fica entre as cidades de Goianá e Rio Novo. A boa notícia é que a Gol manteve toda a sua estrutura na Pampulha, um sinal de que pode voltar a oferecer voos assim que o TCU bater o “martelo” sobre o assunto.

CONFIRA A AGENDA DO TCU 

O PARECER

Segundo os técnicos do TCU, a liberação de jatos na Pampulha não vai causar impacto no Aeroporto de Confins, conforme alegava a concessionária BH Airport. A área técnica que mais voos no terminal localizado em Belo Horizonte vai favorecer o interesse público – o bem-estar dos usuários – também trará benefícios financeiros para a Infraero, no curto, médio e longo prazo, conforme demonstraram as manifestações do MTPA, da Anac e da Infraero acostadas aos autos”.

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Empresário dos EUA compra a Flyways e já faz planos para retomar voos

Uma das primeiras providências do novo grupo será o de garantir a certificação da companhia na Anac, o que poderá demorar 220 dias.

A Flyways Linhas Aéreas, que deixou de operar desde outubro de 2016, acaba de ser comprada por um novo grupo liderado por Geoffrey John Hodgson, empresário dos Estados Unidos. Os outros sócios são os brasileiros Mauro Cesar KaniskiI Goginho e Carlos Alberto Mendes. (Veja documento abaixo). No dia 17 de março de 2018 a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) revogou o Certificado de Operador Aéreo (Coa), ou seja, a companhia ficou sem a concessão.


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Já consta no site da Receita Federal os nomes dos novos sócios. O nome de Mariana de Magalhães Pedrosa, que fazia parte da composição quando a Flyways foi fundada, deixará de constar na lista de sócios em breve. Consta no site da Receita Federal que o capital social da companhia é de R$ 5,5 milhões.

Uma das primeiras providências do novo grupo será o de garantir a certificação da companhia na Anac, o que poderá demorar 220 dias. Além disso, os novos sócios prometem pagar as dívidas, principalmente as trabalhistas dos funcionários que perderam o emprego. A companhia chegou a ter 100 funcionários.

CONFIRA ABAIXO OS NOMES DOS NOVOS SÓCIOS DA FLYWAYS

Os novos sócios pretendem manter a marca Flyways e os mesmos modelos de aviões. A companhia chegou a ter dois ATRs-72 equipados com 70 assentos. Esses aviões ainda estão pintados com a marca da companhia e se encontram em um hangar no Aeroporto da Pampulha prestes para serem devolvidos às empresas que alugaram as aeronaves para a Flyways. A retomada destes contratos será prioridade dos novos sócios.

As novas rotas ainda não foram definidas, mas o grupo já sinalizou que tem interesse de operar na Pampulha. A Flyways chegou a operar voos sem escalas para Uberaba (MG), Ipatinga (MG) e Rio de Janeiro (Galeão).

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Setor técnico do TCU recomenda volta dos voos com jatos na Pampulha sem restrição de destino

Atualmente o Aeroporto da Pampulha tem voos apenas para o interior de Minas com aviões de 9 lugares.

Técnicos da Secretaria de Fiscalização de Infraestrutura Rodoviária e de Aviação Civil do Tribunal de Contas da União (TCU) emitiram parecer técnico recomendando o fim das restrições dos voos com jatos de médio e grande no Aeroporto da Pampulha, localizado em Belo Horizonte. Isso significa que a equipe técnica do TCU entendeu que as companhias aéreas podem lançar rotas, por exemplo, da capital mineira para a cidade de São Paulo (Congonhas), como pretendia a Gol em janeiro deste ano.


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O parecer do TCU agora será analisado em plenários pelos ministros em data ainda a ser confirmada. Caso a recomendação da aérea técnica seja acatada, o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação (MTPA) terá que revogar a portaria que permite que as companhias operem com jatos na Pampulha somente com voos diretos para aeroportos regionais. São considerados aeroportos regionais os que recebem até 600 mil passageiros por ano.

Atualmente o Aeroporto da Pampulha tem voos apenas para o interior de Minas com aviões de 9 lugares, Em junho deste ano a Gol deixou de oferecer um voo diário de Belo Horizonte para o Aeroporto Regional da Zona da Mata que fica entre as cidades de Goianá e Rio Novo.

Segundo os técnicos do TCU, os estudos apresentados pela BH Airport demonstrando significativo impacto para a continuidade das operações no Aeroporto de Confins com a reabertura da Pampulha são claramente extemporâneos, pois essa possibilidade havia sido expressamente prevista no curso do processo de concessão de Confins, na audiência pública que antecedeu a realização do leilão do aeroporto. Nessa ocasião a Anac deixou assente que, conforme disposto no contrato de concessão, essa ocorrência caracterizava risco da concessionária e, consequentemente, não implicaria reequilíbrio econômico-financeiro do contrato.

CONFIRA OUTROS TRECHOS DO PARECER

“As restrições atuais ferem frontalmente a regra legal disposta no §1º do art. 48 da Lei 11.182/2005, conhecida também como princípio da liberdade de voo (ou de oferta, como prefere a Anac), e o princípio da livre concorrência, ao passo que a reabertura sem restrições da Pampulha, além de favorecer o interesse público – o bem-estar dos usuários – também trará benefícios financeiros para a Infraero, no curto, médio e longo prazo, conforme demonstraram as manifestações do MTPA, da Anac e da Infraero acostadas aos autos”.

“Os estudos apresentados pela BH Airport demonstrando significativo impacto para a continuidade das operações no Aeroporto de Confins com a reabertura da Pampulha são claramente extemporâneos, pois essa possibilidade havia sido expressamente prevista no curso do processo de concessão de Confins, na audiência pública que antecedeu a realização do leilão do aeroporto. Nessa ocasião a Anac deixou assente que, conforme disposto no contrato de concessão, essa ocorrência caracterizava risco da concessionária e, consequentemente, não implicaria reequilíbrio econômico-financeiro do contrato”.

“Eventual impacto negativo na concessão do Aeroporto de Confins com a reabertura da Pampulha não pode justificar a adoção de medidas intempestivas por parte do MTPA restringindo operações na Pampulha, as quais, além de afrontar o princípio da liberdade de voo, contrariam as regras estabelecidas no processo de concessão”.

ACESSE AQUI O PARECER COMPLETO

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Saiba como funciona o sistema de manutenção de aeronaves da Azul na Pampulha

Além da troca de peças, limpeza e pintura, a equipe da Azul também faz a reposição das poltronas, do sistema de iluminação.

A aviação brasileira é considerada uma das mais seguras do mundo graças aos investimentos na manutenção preventiva das aeronaves. A equipe do Tudo Viagem foi conhecer o complexo de oficinas da Azul no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, onde uma equipe de quase 300 profissionais fazem a manutenção dos modelos ATR-72 e os jatos da Embraer.


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Na Pampulha fomos recebidos por Antônio Augusto Eick, Gerente Geral de manutenção dos hangares da Azul. Em Belo Horizonte a Azul tem quatro hangares onde são realizadas as manutenções. Os aviões que chegam para manutenção “revirados” para que todos os problemas sejam resolvidos. Na quinta-feira, quando ocorreu a visita, quatro modelos estavam passando por uma manutenção.

Apesar de ser um trabalho muito técnico, com tarefas diárias para cada profissional, conhecer o hangar da Azul foi uma experiência muito agradável. É que os funcionários fazem questão de mostrar como são bem tratados pela empresa e mostram o que estão fazendo para deixar o avião novo, como se tivesse saído da fábrica.

Só para cuidar de um ATR-72, com 70 assentos, são escalados 43 profissionais. Além da troca de peças, limpeza e pintura, a equipe da Azul também faz a reposição das poltronas, do sistema de iluminação. Todas as tarefas são divididas por dia, garantindo que o avião menor tempo possível sem atender as rotas da companhia.

Feito isso, são realizados os testes com motores e do sistema eletrônico. Só depois do aval dos engenheiros é que o avião é liberado para as rotas comerciais da Azul. A cada dois anos os aviões da Azul precisam passar por essa “revisão geral”. Tudo é desmontado na parte interna.

Atualmente os jatos Aitbus da Azul (A-320 e A-330) são levados para esse tipo de manutenção no hangar da TAP Portugal, no Galeão do Rio de Janeiro. A partir de setembro de 2019 esse trabalho será realizado pela própria Azul em Campinas. O novo espaço terá condições de fazer a manutenção ao mesmo tempo em oito A-320 ou de um A-330 e mais quatro A-320.

Segundo Antônio Augusto Eick, atualmente o complexo de manutenção da Azul na Pampulha é a única no Brasil. Em função do crescimento rápido da companhia, foi necessário investir na construção do hangar de manutenção de Campinas, que também poderá receber os ATRs e jatos da Embraer.

FOTOS: CARLOS ROBERTO

 

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Governador Valadares, Ipatinga, Piumhi e Patrocínio terão voos para o Aeroporto da Pampulha

Voos começam na segunda-feira e serão operados com os aviões Caravan com 9 assentos: passagens já estão sendo vendidas. 

A partir da próxima segunda-feira (20/08) mais quatro cidades terão voos do projeto Voe Minas Gerais a partir do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. Serão 18 cidades do interior do estado atendidas com voos a partir da capital mineira. Governador Valadares também terá voos para o Aeroporto da Pampulha com escala em Ipatinga a partir de segunda-feira.


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Os voos para as duas cidades serão às segundas-quartas e sextas-feiras. As passagens já estão sendo vendidas. Nesta rota a empresa TWO-Flex usa o avião Caravan com 9 assentos. Em Ipatinga e Governador Valadares a Azul opera sem concorrência com voos para o Aeroporto de Confins.

Quem for viajar no dia 20, segunda-feira e retornar na sexta-feira (24/08) de Ipatinga para Confins vai pagar na Azul R$ 1.781,82 e pela TWO-Flex (Pampulha) as passagens custam R$ 620. Já os bilhetes nesta mesma data de Governador Valadares para Confins custam R$ 2.425,28 e para a Pampulha a viagem sai por R$ 950.

A partir da semana que vem Piumhi terá voos para a Pampulha às segundas, quintas e sextas-feiras. As frequências para Patrocínio serão às segundas, quintas e sextas-feiras. Por outro lado, a partir de segunda-feira o projeto Voe Minas Gerais suspende os voos de Belo Horizonte para Nanuque.

CONFIRA DOS HORÁRIOS E PREÇOS DOS VOOS DE IPATINGA

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Aeroporto da Pampulha registra prejuízo operacional de R$ 15,7 milhões

Segundo a Infraero, o Aeroporto da Pampulha tem estrutura para receber voos de maior porte, e com a retomada de voos comerciais estimativa de aumento de receitas operacionais.

O Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, registrou R$ 11,1 milhões em receitas operacionais de janeiro a junho deste ano. Segundo a Infraero, que gerencia o aeroporto, as despesas operacionais ficaram em R$ 25,8 milhões, gerando prejuízo líquido de R$ 15,7 milhões nos seis primeiros meses do ano. O custo médio mensal das despesas operacionais é de R$ 4,3 milhões.


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A tendência é de um prejuízo ainda para os cofres públicos nos próximos meses. Na quinta-feira (02/-08) a Gol deixou de operar no Aeroporto da Pampulha. A companhia realizava um voo diário de Belo Horizonte para São Paulo (Congonhas) com uma escala na Zona da Mata (Juiz de Fora). A Gol era a única companhia que oferecia voos comerciais na Pampulha. A Gol aguarda decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que suspendeu voos operados por jatos para as capitais.

Os passageiros do Voe Minas Gerais que viajam em aviões de 9 lugares da Pampulha para o interior do estado não pagam taxa de embarque. É que esse tipo de operação é considerada não-regular. Segundo a Infraero, o Aeroporto da Pampulha tem estrutura para receber voos de maior porte, e com a retomada de voos comerciais estimativa de aumento de receitas operacionais gira em torno de R$ 22  milhões ao ano.

“A retomada dos voos reverteria a situação financeira atual já no primeiro ano, atendendo à demanda da capital mineira”, diz trecho de uma nota da Infraero. O Aeroporto da Pampulha tem capacidade para receber 2,2 milhões de passageiros por ano. O terminal de passageiros conta com 4,62 mil m², sendo totalmente adaptado, segundo as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), para atender a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

São 24 posições de check-in, duas esteiras de restituição de bagagem; oito banheiros (masculinos e femininos), localizados nas áreas de embarque e desembarque; e estacionamento de veículos com 274 vagas para carros e motos.

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