TCU vai decidir na quarta-feira se a Pampulha poderá ter voos com jatos sem restrição de destino

Por causa da restrição determinada pelo TCU, atualmente o Aeroporto da Pampulha tem voos apenas para o interior de Minas com aviões de 9 lugares.

O Tribunal de Contas da União (TCU) marcou para a próxima quarta-feira (26/09) a votação em plenário sobre a situação do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. (Veja documento no final). Conforme o Tudo Viagem mostrou com exclusividade no dia 6 de setembro deste ano, o setor técnico do TCU deu parecer favorável para que o aeroporto localizado na capital mineira tenha voos com jatos de grande porte sem restrição de destino.


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Na quarta-feira os ministros do TCU podem derrubar a liminar pedido pelo senador Antônio Anatasia (PSDB-MG0, candidato ao Governo de Minas, que barrou voos com jatos na Pampulha. O relator do processo sobre o Aeroporto da Pampulha é o ministro Bruno Dantas. Caso o TCU acate o parecer técnico, o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação (MTPA) terá que revogar a portaria que permite que as companhias operem somente com jatos na Pampulha somente com voos diretos para aeroportos regionais. São considerados aeroportos regionais os que recebem até 600 mil passageiros por ano.

Por causa da restrição determinada pelo TCU, atualmente o Aeroporto da Pampulha tem voos apenas para o interior de Minas com aviões de 9 lugares. Em junho deste ano a Gol deixou de oferecer um voo diário de Belo Horizonte para o Aeroporto Regional da Zona da Mata que fica entre as cidades de Goianá e Rio Novo. A boa notícia é que a Gol manteve toda a sua estrutura na Pampulha, um sinal de que pode voltar a oferecer voos assim que o TCU bater o “martelo” sobre o assunto.

CONFIRA A AGENDA DO TCU 

O PARECER

Segundo os técnicos do TCU, a liberação de jatos na Pampulha não vai causar impacto no Aeroporto de Confins, conforme alegava a concessionária BH Airport. A área técnica que mais voos no terminal localizado em Belo Horizonte vai favorecer o interesse público – o bem-estar dos usuários – também trará benefícios financeiros para a Infraero, no curto, médio e longo prazo, conforme demonstraram as manifestações do MTPA, da Anac e da Infraero acostadas aos autos”.

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Empresário dos EUA compra a Flyways e já faz planos para retomar voos

Uma das primeiras providências do novo grupo será o de garantir a certificação da companhia na Anac, o que poderá demorar 220 dias.

A Flyways Linhas Aéreas, que deixou de operar desde outubro de 2016, acaba de ser comprada por um novo grupo liderado por Geoffrey John Hodgson, empresário dos Estados Unidos. Os outros sócios são os brasileiros Mauro Cesar KaniskiI Goginho e Carlos Alberto Mendes. (Veja documento abaixo). No dia 17 de março de 2018 a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) revogou o Certificado de Operador Aéreo (Coa), ou seja, a companhia ficou sem a concessão.


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Já consta no site da Receita Federal os nomes dos novos sócios. O nome de Mariana de Magalhães Pedrosa, que fazia parte da composição quando a Flyways foi fundada, deixará de constar na lista de sócios em breve. Consta no site da Receita Federal que o capital social da companhia é de R$ 5,5 milhões.

Uma das primeiras providências do novo grupo será o de garantir a certificação da companhia na Anac, o que poderá demorar 220 dias. Além disso, os novos sócios prometem pagar as dívidas, principalmente as trabalhistas dos funcionários que perderam o emprego. A companhia chegou a ter 100 funcionários.

CONFIRA ABAIXO OS NOMES DOS NOVOS SÓCIOS DA FLYWAYS

Os novos sócios pretendem manter a marca Flyways e os mesmos modelos de aviões. A companhia chegou a ter dois ATRs-72 equipados com 70 assentos. Esses aviões ainda estão pintados com a marca da companhia e se encontram em um hangar no Aeroporto da Pampulha prestes para serem devolvidos às empresas que alugaram as aeronaves para a Flyways. A retomada destes contratos será prioridade dos novos sócios.

As novas rotas ainda não foram definidas, mas o grupo já sinalizou que tem interesse de operar na Pampulha. A Flyways chegou a operar voos sem escalas para Uberaba (MG), Ipatinga (MG) e Rio de Janeiro (Galeão).

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Setor técnico do TCU recomenda volta dos voos com jatos na Pampulha sem restrição de destino

Atualmente o Aeroporto da Pampulha tem voos apenas para o interior de Minas com aviões de 9 lugares.

Técnicos da Secretaria de Fiscalização de Infraestrutura Rodoviária e de Aviação Civil do Tribunal de Contas da União (TCU) emitiram parecer técnico recomendando o fim das restrições dos voos com jatos de médio e grande no Aeroporto da Pampulha, localizado em Belo Horizonte. Isso significa que a equipe técnica do TCU entendeu que as companhias aéreas podem lançar rotas, por exemplo, da capital mineira para a cidade de São Paulo (Congonhas), como pretendia a Gol em janeiro deste ano.


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O parecer do TCU agora será analisado em plenários pelos ministros em data ainda a ser confirmada. Caso a recomendação da aérea técnica seja acatada, o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação (MTPA) terá que revogar a portaria que permite que as companhias operem com jatos na Pampulha somente com voos diretos para aeroportos regionais. São considerados aeroportos regionais os que recebem até 600 mil passageiros por ano.

Atualmente o Aeroporto da Pampulha tem voos apenas para o interior de Minas com aviões de 9 lugares, Em junho deste ano a Gol deixou de oferecer um voo diário de Belo Horizonte para o Aeroporto Regional da Zona da Mata que fica entre as cidades de Goianá e Rio Novo.

Segundo os técnicos do TCU, os estudos apresentados pela BH Airport demonstrando significativo impacto para a continuidade das operações no Aeroporto de Confins com a reabertura da Pampulha são claramente extemporâneos, pois essa possibilidade havia sido expressamente prevista no curso do processo de concessão de Confins, na audiência pública que antecedeu a realização do leilão do aeroporto. Nessa ocasião a Anac deixou assente que, conforme disposto no contrato de concessão, essa ocorrência caracterizava risco da concessionária e, consequentemente, não implicaria reequilíbrio econômico-financeiro do contrato.

CONFIRA OUTROS TRECHOS DO PARECER

“As restrições atuais ferem frontalmente a regra legal disposta no §1º do art. 48 da Lei 11.182/2005, conhecida também como princípio da liberdade de voo (ou de oferta, como prefere a Anac), e o princípio da livre concorrência, ao passo que a reabertura sem restrições da Pampulha, além de favorecer o interesse público – o bem-estar dos usuários – também trará benefícios financeiros para a Infraero, no curto, médio e longo prazo, conforme demonstraram as manifestações do MTPA, da Anac e da Infraero acostadas aos autos”.

“Os estudos apresentados pela BH Airport demonstrando significativo impacto para a continuidade das operações no Aeroporto de Confins com a reabertura da Pampulha são claramente extemporâneos, pois essa possibilidade havia sido expressamente prevista no curso do processo de concessão de Confins, na audiência pública que antecedeu a realização do leilão do aeroporto. Nessa ocasião a Anac deixou assente que, conforme disposto no contrato de concessão, essa ocorrência caracterizava risco da concessionária e, consequentemente, não implicaria reequilíbrio econômico-financeiro do contrato”.

“Eventual impacto negativo na concessão do Aeroporto de Confins com a reabertura da Pampulha não pode justificar a adoção de medidas intempestivas por parte do MTPA restringindo operações na Pampulha, as quais, além de afrontar o princípio da liberdade de voo, contrariam as regras estabelecidas no processo de concessão”.

ACESSE AQUI O PARECER COMPLETO

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Saiba como funciona o sistema de manutenção de aeronaves da Azul na Pampulha

Além da troca de peças, limpeza e pintura, a equipe da Azul também faz a reposição das poltronas, do sistema de iluminação.

A aviação brasileira é considerada uma das mais seguras do mundo graças aos investimentos na manutenção preventiva das aeronaves. A equipe do Tudo Viagem foi conhecer o complexo de oficinas da Azul no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, onde uma equipe de quase 300 profissionais fazem a manutenção dos modelos ATR-72 e os jatos da Embraer.


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Na Pampulha fomos recebidos por Antônio Augusto Eick, Gerente Geral de manutenção dos hangares da Azul. Em Belo Horizonte a Azul tem quatro hangares onde são realizadas as manutenções. Os aviões que chegam para manutenção “revirados” para que todos os problemas sejam resolvidos. Na quinta-feira, quando ocorreu a visita, quatro modelos estavam passando por uma manutenção.

Apesar de ser um trabalho muito técnico, com tarefas diárias para cada profissional, conhecer o hangar da Azul foi uma experiência muito agradável. É que os funcionários fazem questão de mostrar como são bem tratados pela empresa e mostram o que estão fazendo para deixar o avião novo, como se tivesse saído da fábrica.

Só para cuidar de um ATR-72, com 70 assentos, são escalados 43 profissionais. Além da troca de peças, limpeza e pintura, a equipe da Azul também faz a reposição das poltronas, do sistema de iluminação. Todas as tarefas são divididas por dia, garantindo que o avião menor tempo possível sem atender as rotas da companhia.

Feito isso, são realizados os testes com motores e do sistema eletrônico. Só depois do aval dos engenheiros é que o avião é liberado para as rotas comerciais da Azul. A cada dois anos os aviões da Azul precisam passar por essa “revisão geral”. Tudo é desmontado na parte interna.

Atualmente os jatos Aitbus da Azul (A-320 e A-330) são levados para esse tipo de manutenção no hangar da TAP Portugal, no Galeão do Rio de Janeiro. A partir de setembro de 2019 esse trabalho será realizado pela própria Azul em Campinas. O novo espaço terá condições de fazer a manutenção ao mesmo tempo em oito A-320 ou de um A-330 e mais quatro A-320.

Segundo Antônio Augusto Eick, atualmente o complexo de manutenção da Azul na Pampulha é a única no Brasil. Em função do crescimento rápido da companhia, foi necessário investir na construção do hangar de manutenção de Campinas, que também poderá receber os ATRs e jatos da Embraer.

FOTOS: CARLOS ROBERTO

 

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Governador Valadares, Ipatinga, Piumhi e Patrocínio terão voos para o Aeroporto da Pampulha

Voos começam na segunda-feira e serão operados com os aviões Caravan com 9 assentos: passagens já estão sendo vendidas. 

A partir da próxima segunda-feira (20/08) mais quatro cidades terão voos do projeto Voe Minas Gerais a partir do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. Serão 18 cidades do interior do estado atendidas com voos a partir da capital mineira. Governador Valadares também terá voos para o Aeroporto da Pampulha com escala em Ipatinga a partir de segunda-feira.


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Os voos para as duas cidades serão às segundas-quartas e sextas-feiras. As passagens já estão sendo vendidas. Nesta rota a empresa TWO-Flex usa o avião Caravan com 9 assentos. Em Ipatinga e Governador Valadares a Azul opera sem concorrência com voos para o Aeroporto de Confins.

Quem for viajar no dia 20, segunda-feira e retornar na sexta-feira (24/08) de Ipatinga para Confins vai pagar na Azul R$ 1.781,82 e pela TWO-Flex (Pampulha) as passagens custam R$ 620. Já os bilhetes nesta mesma data de Governador Valadares para Confins custam R$ 2.425,28 e para a Pampulha a viagem sai por R$ 950.

A partir da semana que vem Piumhi terá voos para a Pampulha às segundas, quintas e sextas-feiras. As frequências para Patrocínio serão às segundas, quintas e sextas-feiras. Por outro lado, a partir de segunda-feira o projeto Voe Minas Gerais suspende os voos de Belo Horizonte para Nanuque.

CONFIRA DOS HORÁRIOS E PREÇOS DOS VOOS DE IPATINGA

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Aeroporto da Pampulha registra prejuízo operacional de R$ 15,7 milhões

Segundo a Infraero, o Aeroporto da Pampulha tem estrutura para receber voos de maior porte, e com a retomada de voos comerciais estimativa de aumento de receitas operacionais.

O Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, registrou R$ 11,1 milhões em receitas operacionais de janeiro a junho deste ano. Segundo a Infraero, que gerencia o aeroporto, as despesas operacionais ficaram em R$ 25,8 milhões, gerando prejuízo líquido de R$ 15,7 milhões nos seis primeiros meses do ano. O custo médio mensal das despesas operacionais é de R$ 4,3 milhões.


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A tendência é de um prejuízo ainda para os cofres públicos nos próximos meses. Na quinta-feira (02/-08) a Gol deixou de operar no Aeroporto da Pampulha. A companhia realizava um voo diário de Belo Horizonte para São Paulo (Congonhas) com uma escala na Zona da Mata (Juiz de Fora). A Gol era a única companhia que oferecia voos comerciais na Pampulha. A Gol aguarda decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que suspendeu voos operados por jatos para as capitais.

Os passageiros do Voe Minas Gerais que viajam em aviões de 9 lugares da Pampulha para o interior do estado não pagam taxa de embarque. É que esse tipo de operação é considerada não-regular. Segundo a Infraero, o Aeroporto da Pampulha tem estrutura para receber voos de maior porte, e com a retomada de voos comerciais estimativa de aumento de receitas operacionais gira em torno de R$ 22  milhões ao ano.

“A retomada dos voos reverteria a situação financeira atual já no primeiro ano, atendendo à demanda da capital mineira”, diz trecho de uma nota da Infraero. O Aeroporto da Pampulha tem capacidade para receber 2,2 milhões de passageiros por ano. O terminal de passageiros conta com 4,62 mil m², sendo totalmente adaptado, segundo as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), para atender a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

São 24 posições de check-in, duas esteiras de restituição de bagagem; oito banheiros (masculinos e femininos), localizados nas áreas de embarque e desembarque; e estacionamento de veículos com 274 vagas para carros e motos.

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Saiba qual o aeroporto de uma capital que deixará de receber taxa de embarque de voos regulares

A partir de 3 de agosto o Aeroporto da Pampulha não terá voos regulares para outros estados.

A partir de sexta-feira (03/08) o Aeroporto da Pampulha deixa de ter voos da Gol de Belo Horizonte para a cidade de São Paulo (Congonhas) com escala na Zona da Mata (Juiz de Fora). O aeroporto localizado na capital mineira será o único gerenciado entre as capitais do Brasil que não terá arrecadação de taxa de embarque.


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O motivo é que em junho deste ano a Passaredo deixou a Pampulha, acabando com os dois voos sem escalas da Pampulha para Ribeirão Preto (SP). Os passageiros do projeto Voe Minas Gerais, que oferece voos de Belo Horizonte para 16 cidades do interior do estado, não pagam taxa de embarque. É que esse tipo de operação é considerada não-regular é isento do pagamento da taxa. Os aviões do Voe Minas transportam 9 passageiros.

Sem voos regulares, a Infraero terá ainda mais prejuízo para manter a Pampulha funcionando. A Gol aguardou de janeiro deste ano até o final de julho uma decisão por parte do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre uma portaria do Governo Federal que permite voos a partir da Pampulha somente para aeroporto regionais, ou seja, com até 600 mil passageiros por ano. O pedido de suspensão de voos para as capitais foi apresentado no STJ e no TCU pelo senador Antônio Anastasia (PSDB-MG) e pela BH Airport, empresa que gerencia o Aeroporto de Confins.

Com essa restrição, a Gol e nenhuma outra companhia pode oferecer voos sem escalas de Belo Horizonte para o Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória, Brasília, entre outras cidades. A partir de sexta-feira os funcionários da Gol na Pampulha serão transferidos para Confins. A base ficará fechada até que o TCU e o STJ decidam sobre o futuro do aeroporto de Belo Horizonte. A Gol oferecia voos para São Paulo com escala na Zona da Mata nos Boeings 737-700 com 144 assentos.

 

 

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Com frota reduzida, Passaredo deixa de operar em Três Lagoas

No início de junho deste ano a companhia começou a oferecer voos de Uberlândia para Guarulhos e Goiânia.

Depois de deixar o Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, em 30 de maio deste ano, agora a Passaredo deixa o mercado de Três Lagoas. A cidade localizada no Mato Grosso do Sul deixou de ter voo para São José do Rio Preto, em São Paulo, a partir de 13 de julho.


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A Passaredo alegou que a saída de Três Lagoas faz parte do planejamento estratégico. Na realidade, a companhia deixou a cidade para operar em Rondonópolis (MS), além da falta de aeronaves em sua frota.

“A operação em Três Lagoas ficará suspensa, mas continuará em nossos planos e esperamos em breve anunciar boas notícias para a cidade. Os clientes estão sendo informados por meio dos e-mails que cadastraram no momento da reserva”, diz nota da Passaredo

No início de junho deste ano a Passaredo começou a oferecer voos de Uberlândia para Guarulhos e Goiânia. Em maio começou a oferecer voo direto entre Brasília e Vitória da Conquista (BA).

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Gol aguarda posição do TCU para decidir se permanece no Aeroporto da Pampulha

Voos da companhia para São Paulo com escala na Zona da Mata serão operados até 4 de agosto deste ano.

A Gol confirmou a suspensão da venda das passagens de seus voos operados no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, conforme o Tudo Viagem mostrou com exclusividade na última quarta-feira (30/05). A novidade é que a companhia mostrou forte interesse em manter suas operações no terminal localizado na capital mineira (veja nota abaixo), mas depende de uma decisão do Tribunal de Conta da União (TCU).

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Foi o TCU que determinou ao Ministério dos Transportes e Aviação uma portaria que liberava voos com jatos para todas as cidades, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Em função desta determinação, a Gol foi obrigada a suspender em janeiro deste ano os voos sem escalas da Pampulha para a cidade de São Paulo (Congonhas). O voo atual, que será operado até de 4 de agosto, faz uma parada na Zona da Mata antes de seguir para São Paulo.

O Tudo Viagem teve acesso a uma informação importante e que pode ajudar a Gol manter seus voos na Pampulha. A aérea técnica do TCU elaborou um parecer técnico afirmando que os voos da Pampulha para os grandes centros urbanos não afetam o Aeroporto de Confins, derrubando os argumentos do senador Antônio Anastasia (PSDB-MG), autor do pedido que gerou a suspensão da portaria 911 do Ministério dos Transportes e Aviação.

O problema é que o TCU está demorando a marcar a reunião plenária que vai bater o martelo sobre a decisão. Com a demora, o Aeroporto da Pampulha está praticamente abandonado. Nesta semana a Passaredo deixou de operar na Pampulha e todos os seus funcionários de Belo Horizonte foram demitidos.

CONFIRA NOTA DA GOL

A GOL informa que acredita no potencial de Pampulha para voos com destino a grandes cidades e foco nos Clientes que viajam a negócios. Com a restrição desse aeroporto a voos regionais, optou por realizar a suspensão da rota entre Juiz de Fora e Pampulha a partir de 04 de agosto, até que os órgãos regulares competentes deliberem favoravelmente sobre a Portaria 911.

A companhia reitera que, desde o anúncio desse novo mercado, teve como objetivo oferecer sempre o melhor serviço em termos de qualidade, disponibilidade e regularidade aos seus Clientes.

Atenciosamente
Comunicação Corporativa GOL

A foto acima é de Gabriel Wallace- página do ?Aeroporto da Pampulha

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Gol suspende venda das passagens dos voos da Pampulha

Nesta semana a Passaredo deixou de operar no Aeroporto de Belo Horizonte, demitindo todos os seus funcionários.

Uma péssima notícia para os mineiros. A Gol suspendeu a venda das passagens de seus voos do Aeroporto da Pampulha para a cidade de São Paulo (Congonhas) com uma escala no Aeroporto Regional da Zona da Mata. O último voo será no dia 2 de agosto deste ano. A companhia ainda não se lançará outra rota ou de vai deixar a Pampulha.

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Os voos da Gol foram iniciados no dia 23 de janeiro deste ano e seriam sem escalas para a capital paulista, mas uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), atendendo a um pedido do senador Antônio Anastasia (PSDB), impediu a companhia de realizar essa rota.

Pela norma atual a Pampulha pode receber voos de aeronaves de grande porte, mas as companhias só podem voar sem escala para aeroportos regionais, com movimentação de até 600 mil passageiros por ano. Com essa restrição a Gol, a primeira a investir na Pampulha com contratação de funcionários, não pode lançar voos sem escalas nem mesmo para Uberlândia.

A Gol chegou a estudar a possibilidade de lançar um voo da Pampulha para Uberaba. A mesma aeronave seguiria para Guarulhos. A boa notícia é que a Gol vai manter os voos sem, escalas da Zona da Mata para Congonhas. A Gol foi procurada, mas ainda não se manifestou sobre a situação de quem comprou passagens para depois de 2 de agosto. Assim que a companhia responder vamos atualizar esse post.

VENDA DAS PASSAGENS ESTÁ SUSPENSA 

Se a Gol deixar a Pampulha o aeroporto de Belo Horizonte só terá voos para algumas cidades do interior de Minas Gerais com aviões de 9 lugares. O motivo é que nesta semana a Passaredo suspendeu todos os seus voos da Pampulha para Ribeirão Preto (SP). Os funcionários foram demitidos. Nesta mesma semana a companhia começou a oferecer voos de Uberlândia para Guarulhos e Goiânia.

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