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Visitas ao Parque da Serra da Canastra onde fica nascente do rio São Francisco estão proibidas há 7 meses

No dia 1° de outubro foi liberado ao acesso a parte baixa do Parque Nacional da Serra da Canastra, onde fica a cachoeira da Casca D’anta.

A parte alta do Parque Nacional da Serra da Canastra, em São Roque de Minas, está fechada desde março deste ano, quando começou a pandemia do novo coronavírius. A reabertura ainda não ocorreu por falta de funcionários para realizar a limpeza e higienização dos banheiros e do Centro de Visitantes. É na parte alta que fica a nascente o rio São Francisco,. além de várias cachoeiras de água cristalina e animais da fauna brasileira.

Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), os funcionários da limpeza estão afastados por pertencerem ao grupo de risco do coronavírus. No dia 1° de outubro foi liberado ao acesso a parte baixa do Parque Nacional da Serra da Canastra, onde fica a cachoeira da Casca D’anta, a primeira do Rio São Francisco.

Nascente do rio São Francisco no Parque Nacional da Serra da Canastra, em São Roque de Minas. (fotos: João Henrique Heringer)

O acesso à cachoeira Casca D’anta é pela portaria 4, passando pela cidade de Vargem Bonita. A entrada será por agendamento de ingressos. O parque só pode receber 424 pessoas por dia para evitar aglomerações. Brasileiros pagam R$ 11 para visitar o parque.

Proprietários dos hotéis e pousadas de São Roque de Minas e de Vargem Bonita alegam que a reabertura vai atrair turistas para a região. Os guias e empresas especializadas nos passeios na Serra da Canastra também reclamam da queda no número de turistas na região por causa do fechamento do parque.

Veja nota do ICMBio sobre a situação do parque

No momento, a equipe responsável pela limpeza da Parte Alta está afastada por pertencer ao grupo de risco da Covid-19. O ICMBio está providenciando a contratação de equipe substituta para atender às condições impostas pelo Estado e Município para reabertura deste setor do Parque.

 

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Confira nosso especial de viagem sobre a Serra da Canastra

 

Convento do Carmo de Salvador é fechado pelo Grupo Pestana

Localizado no bairro Santo António, em Salvador, o  Convento do Carmo era um hotel histórico, classificado pela UNESCO como Patrimônio Mundial.

A crise mundial provocada pelo aumento dos casos do novo coronavírus (COVID-19), obrigou Pestana Hotel Group encerrar as operações do Convento do Carmo, em Salvador.  O  PHG assumiu  o espaço há 15 anos com o objetivo de desenvolver a promoção da Bahia tanto no mercado nacional quanto no internacional.

Localizado no bairro Santo António, na região central de Salvador, o  Convento do Carmo era um hotel histórico, classificado pela UNESCO como Patrimônio Mundial. Ele foi construído em 1586 pela Ordem Primeira dos Freis Carmelitas.Ao longo dos séculos foi palco de grandes acontecimentos da história do Brasil.

O Convento do Carmo, que fica próximo ao Pelourinho, o bairro mais famoso do centro histórico de Salvador, tem 67 apartamentos. Em função do isolamento social, que começou em março deste ano, estava sem hóspedes.

Veja  comunicado divulgado pelo PHG na integra:

Prezado(a) parceiro(a) e amigo(a),

Perante a crise mundial desencadeada pelo novo Coronavirus, é com tristeza que tomamos a difícil decisão de encerrar as operações do Pestana Convento do Carmo – Salvador no dia de ontem, 15 de Abril de 2020, num destino tão querido, amável e caloroso como é a cidade de Salvador.

Desembarcámos em Salvador há mais de 15 anos, com a missão de contribuir para o crescimento, desenvolvimento e promoção da Bahia, tanto no mercado nacional como no internacional. Sempre nos consideramos parte desse Brasil, tendo tido sempre o apoio, compreensão por parte do povo soteropolitano que nos abraçou desde o primeiro dia e que com certeza manterá laços de afinidade, empatia e união conosco.

O nosso especial agradecimento a todos os colaboradores que foram a alma e o coração desta unidade, que contribuindo com seu trabalho diário, fizeram com que conseguíssemos oferecer a quem nos visitava uma experiência diferenciada e enriquecedora.

Este trajeto nunca teria sido possível sem a forte parceria com a Ordem dos Carmelitas que ao longo de todos os anos contribuíram de forma enriquecedora, pujante e saudável para que construíssemos juntos um produto altamente diferenciado, classificado como o primeiro hotel histórico do Brasil e que tanto foi elogiado pelos meios artísticos, empresariais, governamentais e turísticos.

Por fim e tão importante quanto, um grande obrigado a todo o povo da Bahia, incluindo todas as entidades oficiais e não oficiais, como o Ministério do Turismo, Governo do Estado, a Prefeitura de Salvador, ABIH-BA, a Salvador Destination, Agências e Operadores de Turismo, entre outras, por toda a alegria, afeto, amizade e parceria que construímos durante todo este tempo e que tanto nos deixará saudades.

Agradecemos a parceria e todos os momentos memoráveis, que ficarão para sempre!

A Diretoria,

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