Aumento do preço do combustível obriga a LATAM adiar início de voos em 7 cidades

Aumento do preço do combustível obriga a LATAM adiar início de voos em 7 cidades

Os voos de Montes Claros (MG) para São Paulo (Aeroporto de Guarulhos) que seriam iniciados em 29 de março foram adiados para 5 de julho.

A LATAM adiou a estreia em 7 cidades em função do aumento do preço do querosene da aviação. Os voos de Montes Claros (MG) para São Paulo (Aeroporto de Guarulhos) que seriam iniciados em 29 de março foram adiados para 5 de julho. A LATAM chegou a vender as passagens aéreas por preços promocionais para marcar a estreia em Montes Claros.

Os voos em Juiz de Fora (Aeroporto Regional da Zona Mata) previstos para 5 de junho só serão iniciados em 1° de agosto. A cidade de Presidente Prudente também terá que esperar até 2 de agosto para receber voos da LATAM. A companhia chegou a vender passagens para voos que seriam iniciados na primeira semana de junho. As duas cidades terão voos diretos para o Aeroporto de Guarulhos.

Os voos de Bauru que seriam iniciados na primeira semana de junho foram adiados pela LATAM para 1° de julho. No dia 19 de julho será a vez de Caxias do Sul (RS) a receber voos da LATAM. A estreia da companhia na cidade seria no dia 29 de março. As duas cidades também teriam voos sem escalas para o Aeroporto de Guarulhos.

Adiamento dos voos de Caxias do Sul e Sinop

Os voos da LATAM de Sinop (MT) para Brasília que seriam iniciados em 27 de março foram adiados para 4 de maio. Já cidade de Cascavel (PR) terá que esperar até 12 de julho para receber decolagens diárias para o Aeroporto de Guarulhos.

Os consumidores que compraram as passagens aéreas poderão remarcar a data da viagem ou pedir o reembolso dos valores pagos. O custo do combustível para as empresas aéreas representa 35% do total. A invasão da Ucrânia pela Rússia tem contribuído para o aumento do valor do combustível.

Leia nota da LATAM sobre o adiamento

A LATAM esclarece que permanece atenta a vulnerabilidade externa em função da guerra na Ucrânia, que impacta diretamente no preço do petróleo e consequentemente, na alta do preço do querosene da aviação (QAV) e nos custos da empresa.

Diante da imprevisibilidade desta crise, a empresa precisou fazer algumas alterações em voos programados para os próximos meses e postergar o lançamento de novas rotas. Esse cenário também impacta em aumento de preços das passagens e serviços adicionais da ordem de 25% a 30%.

 

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