Dez dicas sobre a melhor forma de usar o dólar na sua viagem

Na hora de planejar uma viagem para o exterior surgem várias dúvidas, uma delas sobre a melhor hora de comprar a moeda estrangeira

O Diretor de Câmbio da FB Capital, Fernando Bergallo, ensina como se comportar na hora de comprar dólar para sua viagem, mostrando o que deve ser feito antes, durante e depois das tão desejadas folgas.

dolar
1-   Conhecer o mercado
É importante acompanhar o mercado diariamente para a compra de volumes maiores nos momentos de uma forte queda da cotação. Atualmente, é difícil ver uma queda por tudo que vem acontecendo nos últimos meses, mas acompanhar as oscilações e a forma como a moeda “navega” é importante.
 
2-   Melhor modo de obter o dólar
Ter a moeda em espécie, comprar desta forma ou colocar crédito no cartão pré-pago em pequenas quantidades, ajuda para obter um preço mais viável. O custo de ter a moeda em espécie é mais valido, já que o IOF é menor. O pré-pago tem a vantagem de fixar a cotação que será usado no período da viagem. Quanto ao cartão de crédito está nas demais dicas e se explica, no item 7, o porquê não é vantajoso usá-lo.

3-   De pouco em pouco
Comprar aos poucos a moeda antes da viagem é uma saída bem inteligente. Com a oscilação que vem apresentando nas últimas cotações, chegando a valores próximos de R$ 3,50 e alguns analistas colocam o valor a R$ 3,60 até o final do ano, é importante que seja comprado em pequenas quantidades para não se ter uma perda de dinheiro. Se a viagem estiver próxima, dividir em parcelas pode ser a melhor solução.

4-   Não deixar para última hora
Se já tiver a viagem planejada, comece desde já a procurar as melhores instituições ou corretoras para conseguir os melhores preços. Fazer a conversão apenas no aeroporto ou faltando dias para a viagem pode gerar um alto custo que acabará obrigando a excluir alguns itens planejados na viagem. Geralmente, as corretoras cobram valores altos quando os valores a ser convertido forem altos. Uma dica é que para valores acima de R$ 10 mil em dólar estes sejam declarados à Receita Federal.

5-   Cuidado com a segurança
Quando for comprar os dólares na instituição financeira, pense na segurança na hora de sair do local. Fique precavido com relação à famosa “saidinha” dos bancos pois com altos valores deve ter sua importância. Algumas instituições ou corretoras fazem a entrega no local que o cliente desejar, cobrando um pouco a mais pelo deslocamento. Outro aviso é o de conferir o valor em local seguro.

6-   Estipular o total de gasto
É importante saber o teto de gastos que terá na viagem. O quanto poderá gastar em quantidades mínimas, totais e, também, com relação a um possível gasto maior. Ao proceder assim, ficará mais fácil saber a quantidade de moeda americana que será necessária.

7-   Evite o cartão de crédito
Evite usar o cartão de crédito devido à oscilação do mercado. Além de o cartão sempre possuir as cotações mais altas, o uso em excesso pode trazer surpresas desagradáveis no fechamento da fatura com a oscilação que ocorre com a moeda. Se a pessoa desejar usar o cartão porque se sente mais segura (veja o próximo tópico), é aconselhável que utilize um cartão pré-pago, comentado no item 2, para ver como é positivo para o viajante, mesmo com a taxa da confecção que a corretora paga pelo cartão.

8-   Divida o dinheiro na viagem
Valores muitos altos podem ser perigosos. Sempre saia do local que ficar hospedado com uma quantia que considera que gastará no dia para evitar possíveis roubos e/ ou perdas. Em viagem, geralmente há certa despreocupação com o que está em volta por se estar em um momento de tranquilidade, a intenção é realmente essa para se evitar as tradicionais dores de cabeça do cotidiano. Outra forma de se ter segurança e evitar perdas é usar o cartão pré-pago.

9-   Ter um pouco a mais
Imprevistos sempre podem ocorrer em uma viagem. Perda de dinheiro, gastos extras em compras etc., então, é importante que o viajante tenha uma pequena quantia a mais do que estipulou para gastar na viagem. Em momentos de emergência, o uso do cartão de crédito se torna favorável, por isso, ir ao banco e solicitar o desbloqueio é essencial.

10-    Não deixe sobrando
Para aquele viajante que gastou menos do que pretendia na viagem, a melhor opção, caso não tenha planejado outra viagem para fora do país em breve, é vender o montante que restou, quer seja em espécie ou no cartão pré-pago. A venda deste último evitaria as cobranças de taxas pelas instituições e corretoras.
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CVC congela cotação do dólar em R$ 2,99 para pacotes e passagens internacionais

Até
domingo (16) a CVC, maior operadora de viagens das Américas, acaba
de retomar a “Promoção CVC de Câmbio Reduzido”. Neste período
será a cotação do dólar será de R$ R$ 2,99. Esse valor vale para
aquisição de passagens aéreas, hotéis selecionados, passeios e
pacotes de viagens completos para o exterior, para todos os
continentes, incluindo a modalidade de “Circuitos Europeus”.
Com
a recente disparada do dólar, cuja elevação já está acumulada em
mais de 30% desde o começo do ano, sendo cotado atualmente na faixa
de R$ 3,80, a CVC, maior operadora de viagens das Américas,
acaba de retomar a “Promoção CVC de Câmbio Reduzido”.
A
cotação de R$ 2,99 é aplicada pela CVC no ato da compra, com o
valor total do pacote ou serviço adquirido convertido para reais,
podendo ser parcelado em até 10x sem juros (com
parcelamento no cartão de crédito ou boleto bancário) ou até 12x
sem juros (sem entrada, exclusivamente no Cartão de Crédito
CVC & Bradesco).
Segundo
explica o Diretor Nacional de Vendas da CVC, Emerson Belan, a
estratégia de cambio reduzido já vem sendo adotada pela CVC
esporadicamente há pelo menos três anos e acompanha a cotação
geral do mercado, para então ser fixada e ajustada, diariamente, com
valor mais atrativo ao consumidor.
“Adotamos a linguagem do varejo
e para ajudar no planejamento financeiro da viagem, retomamos essa
promoção que já faz sucesso em nossa rede de lojas e agentes
credenciados, por oferecer uma economia de até 30% no preço
final dos pacotes cotados em dólar”, explica Belan.
Mesmo
com a disparada do dólar e, embora a preferência dos brasileiros
seja por destinos turísticos dentro do Brasil, as viagens a lazer
continuam em alta. Dados da CVC destacam crescimento de 12,1% em
reservas confirmadas, na comparação com o mesmo período de 2014, e
com alta de 14,3% em reservas embarcadas.
Por
conta desta e de outras estratégicas, as vendas de pacotes para os
Estados Unidos na CVC, por exemplo, tiveram alta de 12% neste 1º
semestre de 2015, se comparado com o mesmo período de 2014. De
acordo com a operadora, São Paulo é  o principal mercado
emissor para destinos internacionais, seguido de Brasília, Rio de
Janeiro e Porto Alegre. 

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