Na frente do EUA! Brasil fica em quarto lugar no mundo em segurança operacional da aviação

Na frente do EUA! Brasil fica em quarto lugar no mundo em segurança operacional da aviação

O Brasil está em quarto lugar no ranking de segurança operacional da aviação em todo o mundo, ficando atrás apenas da Coreia do Sul, de Cingapura e dos Emirados Árabes Unidos. A nota oficial da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)  será comunicada pela OACI em 2016. Esse é o resultado preliminar da auditoria presencial da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI.

Na última sexta-feira (13/11), que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) alcançou 96,49% de conformidade no Universal Safety Oversight Audit Programme – Continuous Monitoring Approach (USOAP CMA), programa lançado em resposta às preocupações sobre a adequação da vigilância da segurança operacional da aviação civil em todo o mundo. 
A nota obtida pela Anac neste ano demonstra a evolução da Agência, a evolução de sua maturidade institucional e o aprimoramento da segurança operacional da aviação civil no país. Terceiro maior mercado de aviação do mundo, o Brasil deu um salto de 17 posições no ranking de segurança operacional da aviação civil em relação à última auditoria realizada pela OACI. Em 2009, a Agência obteve nota de 87,6% e passou a ocupar a 21ª posição nessa avaliação. A próxima auditoria da OACI no Brasil deve ocorrer em 2017.
O USOAP tem como objetivo promover a segurança operacional da aviação global por meio de auditorias e missões presenciais regulares dos sistemas de vigilância de segurança em todos os 191 Estados-Membros da OACI. A auditoria foi realizada na sede da Anac, em Brasília na última semana (9 a 13/11). Esses resultados demonstram o empenho dos servidores da Agência na regulação e gerenciamento da segurança operacional.  
Vale lembrar que em julho passado a Anac também obteve bom desempenho na auditoria do USAP (Universal Security Audit Program), programa similar da OACI direcionado à área de security (segurança contra atos de interferência ilícita), alcançando 97% de conformidade. Por se tratar de segurança contra atos de interferência ilícita, a OACI não divulga ranking nesse caso. 
*Informações da Anac



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