Passagens mais baratas para quem não despachar bagagem nos voos da Gol

Passageiro da companhia poderá optar por contratar ou não uma franquia para o despacho de bagagens

A companhia Gol é a primeira a divulgar oficialmente que terá uma classe tarifária mais barata para quem não despachar bagagens. A companhia informou que também a opção daqueles que preferirem continuar a ter esse benefício ao adquirir o bilhete.

A Gol garante que será um modelo muito simples, sem dificuldades para que o passageiro identifique as tarifas mais baratas sem o despacho de bagagens. Aqueles que escolherem essas tarifas terão ainda a opção de adquirir a franquia, que será calculada por volume despachado. Os valores da unidade, que ainda serão definidos, irão crescer de acordo com a quantidade de malas. A primeira será mais barata que a segunda, que será mais barata do que a terceira e assim por diante.

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Esse serviço poderá ser adquirido em todos os canais de atendimento da Gol (app, site, totem, central de atendimento, balcão), sendo que haverá preços especiais para aquisição prévia (antes do check-in) e no autoatendimento. clientes Smiles terão condições diferenciadas, assim como aqueles que optarem por outras classes de tarifas que já incluirão a bagagem. Nos voos internacionais, os clientes Gol Premium também terão vantagens.

A Gol informou ainda que nesse momento trabalha para adequar seus processos e sistemas a essa classe tarifária e treinar suas equipes para garantir o melhor atendimento em todos os pontos de contato com o cliente. A data da implementação e mais detalhes do novo modelo serão anunciados pela companhia em breve.

A partir de 14 de março o peso limite da bagagem de mão passará de 5 para 10 quilos. Leia AQUI matéria completa sobre as novas regras da Anac.

FRASE……

“Quando a medida que permite a franquia de bagagens entrar em vigor, ela intensificará a concorrência entre as companhias aéreas brasileiras, beneficiando os consumidores. A exemplo do que aconteceu após a liberdade tarifária das passagens aéreas, em 2001, permitindo a queda no preço das tarifas e, consequentemente, a democratização do setor aéreo no país”

Paulo Kakinoff, presidente da Gol

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Anac assina concessão da Flyways Linhas Aéreas

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) assinou nesta quarta-feira (16/12), em Brasília, o termo de outorga de concessão para a exploração de serviço público de transporte aéreo regular de passageiro e carga para a sociedade empresária Flyways Linhas Aéreas.

A concessão foi emitida pela ANAC após a empresa cumprir todos requisitos para poder oferecer o serviço de transporte aéreo. O Contrato de Concessão será válido por 10 anos e poderá ser renovado. A partir da assinatura, a empresa está apta a solicitar rotas e horários (os chamados Horários de Transporte – Hotran) para operar voos domésticos regulares de passageiros, carga e mala postal, que devem ser aprovados pela Anac e pelos órgãos competentes que fazem parte do processo. 
Conforme o Tudo Viagem mostrou com exclusividade, a empresa pretende iniciar voos no dia 28 de dezembro deste ano. Somente após a aprovação de cada Hotran solicitado é que a Flyways poderá iniciar a venda efetiva dos respectivos bilhetes aéreos. O Hotran é a permissão que todas as companhias aéreas necessitam para poder operar uma nova rota/voo ou alterar o horário de um voo já em operação. O processo de solicitação e autorização pode levar até 30 dias.
Como acontece com todas as demais empresas aéreas, a Flyways está submetida à legislação brasileira e às leis e regulamentos específicos do setor, em especial o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer) e o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil (RBAC n° 121), que trata da aviação regular.
A Autorização de Funcionamento Jurídico da empresa Flyways foi emitida pela Anac no dia 24/08/15, sendo a primeira etapa para que a empresa se constituísse. Depois disso, foi emitido o Certificado de Operador Aéreo (COA), em 06/11/15, entre outros documentos. Após as últimas análises econômicas, jurídicas e técnico operacionais, o assunto foi votado e aprovado pela diretoria colegiada da Anac, na tarde de ontem, 15/12. 
A decisão que outorgou a concessão e o extrato da concessão de outorga deverão ser publicados amanhã, 17/12, no Diário Oficial da União (DOU), sinalizando o término do processo de outorga e concessão e dando início as fases de operação da empresa.

Exclusivo! Anac vai liberar voos da Pampulha para as capitais

Nesta semana o Tudo Viagem mostrou que o Aeroporto da
Pampulha poderá ganhar voos sem escalas para Brasília e Vitória. Tudo
indica que os pedidos apresentados pela Azul e Passaredo, as únicas que operam
na capital mineira, serão aprovados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Uma fonte da Anac, que pediu para não ser identificada, informou que a agência
reguladora vai liberar voos da Pampulha para capitais. Desde 2007 esse tipo de
voo é proibido.

A Anac foi procurada, mas não se posicionou sobre o assunto.
A intenção da agência é liberar voos para capitais em aeronaves com até 70
lugares. Entre as maiores companhias do Brasil apenas Azul e Passaredo operam
com o ATR-72, modelo turboélice liberado para pousos e decolagens na Pampulha.
Com a restrição sobre o modelo de avião, TAM e Gol só
poderão operar na Pampulha quando comprar aviões menores. A TAM sai em vantagem
por ter firmado no ano passado acordo de compartilhamento de voos com a
Passaredo. Atualmente a Pampulha tem voos para Ribeirão Preto da Passaredo e
para Cabo Frio, Campinas e Guarulhos da Azul.
Por outro lado, a restrição de aviões com até 70 lugares
dificulta, por exemplo, que a Azul lance voos para Congonhas e Santos Dumont,
aeroportos que possuem slots (autorização de pousos e decolagens) limitados.
Para ser um voo rentável para aeroportos com slots limitados, a companhia
precisa de usar uma aeronave com mais de 100 assentos.

Relatório da Anac mostra que 15% das passagens vendidas em 2014 custaram menos de R$ 100

A 30ª Edição do Relatório de Tarifas Aéreas Domésticas, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac),  referente ao primeiro semestre de 2014, revela que a tarifa média praticada foi de R$ 324,45, valor 0,53% superior à tarifa média do mesmo período de 2013, em termos reais.

Segundo o relatório, a maioria dos assentos comercializados no primeiro semestre de 2014 (mais de 60%) corresponderam a tarifas inferiores a R$ 300, enquanto 14,5% do total de assentos comercializados ao público adulto em geral corresponderam a valores inferiores a R$ 100. Tarifas superiores a R$ 1.500 responderam por 0,54%.
Segundo a Anac, após 10 anos de forte redução das tarifas aéreas domésticas e de crescimento da oferta, da demanda e do aproveitamento das aeronaves, o setor vem passando por ajustes na estrutura de tarifas e de oferta. O primeiro semestre de 2014 foi o quarto semestre consecutivo em que o indicador de tarifa média registra variação positiva. No entanto, os meses de janeiro, março, maio e junho registraram redução no primeiro semestre deste ano em relação aos mesmos meses de 2013.
A valorização do dólar em relação ao Real, observada desde o segundo semestre de 2011, e a alta histórica do preço do barril de petróleo têm impactado o transporte aéreo, por serem diretamente relacionados aos custos com combustível, arrendamento, manutenção e seguro de aeronaves. Tais custos representaram mais da metade (56%) dos custos e despesas de voo totais da indústria no primeiro semestre de 2014.
O Yield Tarifa Aérea Média Doméstica Real – valor médio que o passageiro paga por quilômetro voado em território brasileiro –, no primeiro semestre de 2014, foi apurado em R$0,30802. Este valor representou alta de 1,62% em relação ao mesmo período de 2013. 

O Relatório de Tarifas Aéreas Domésticas foi elaborado com base em dados de mais de 25 milhões de assentos vendidos no primeiro semestre de 2014 e de mais de 52 milhões em 2013, que corresponderam à totalidade das vendas efetivamente realizadas pelas companhias aéreas junto ao público adulto em geral, para mais de 7.500 linhas aéreas domésticas nos períodos analisados. 
Tais dados são mensalmente registrados na ANAC e submetidos a procedimentos de auditoria para assegurar a sua consistência, nos termos da Resolução ANAC nº 140/2010 e da Portaria ANAC nº 804/SRE/2010.

Anac autoriza o Galeão a receber voos do Boeing 747-8 e Airbus A380

O Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão/RJ) receber voos receber de aeronaves Boeing 747-8 e Airbus A380. Nesta segunda-feira (1/12) a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publica no Diário Oficial da União portaria que autoriza operação destas aeronaves de grande porte.

Com essa autorização, o aeroporto do Galeão poderá ser o primeiro do Brasil autorizado a receber os dois tipos de jatos, que são as maiores aeronaves de passageiros do mundo em operação. Essa autorização foi emitida após o aeroporto cumprir os requisitos necessários para a recepção e operação segura dessas aeronaves, em conformidade com a legislação aplicável e com os procedimentos aceitos pela Anac.
Entre as exigências cumpridas estão alterações na pista de pouso e decolagem e a elevação do nível de proteção contra incêndio foram as principais mudanças para a adequação do aeroporto.

*Com informações da Anac

Azul ganha 26 voos em Congonhas e Avianca recebe autorizaçao para lançar mais 17

A partir de 27 de outubro a companhia Azul terá em dias úteis 26 slots (pousos e decolagens) no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Já companhia Avianca, que já opera na capital paulista, ganhou 17 novos slots, totalizando 40. A utilização desses slots ocorrerá na temporada de inverno, de 27/10/2014 a 29/03/2015. Atualmente a Azul tem apenas voos nos fins de semana do Sanos Dumont para Congonhas.

Os novos slots foram divulgados nesta quinta-feira (9) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Os novos voos foram foram para as companhias que possuíam igual ou menos de 12% de participação dos slots do aeroporto.  A nova distribuição para o Aeroporto de Congonhas foi realizada de acordo com as diretrizes da Resolução n°3/2014, do Conselho de Aviação Civil (CONAC), e com as regras da Resolução nº 336/2014, da ANAC.
Os slots diários são provenientes do rearranjo da capacidade de pista para a aviação comercial somados a dois slots remanescentes do banco de slots (retirados de empresas que deixaram de operar no aeroporto). As empresas contempladas poderão pedir alterações dos seus horários de pousos e decolagens a qualquer tempo, desde que dentro da capacidade operacional do aeroporto.
Segundo a Anac, O objetivo das novas regras para utilização do Aeroporto de Congonhas é incentivar uma maior concorrência e, em consequência, menores preços ao consumidor, sem representar um aumento da capacidade do aeroporto, que permanece operando dentro das regras de segurança da aviação civil. 
A aviação geral já usa exclusivamente a pista auxiliar e também continuará sendo atendida na pista principal do aeroporto. Os slots da aviação geral são analisados pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), do Comando da Aeronáutica.
A partir da efetiva operação dos slots distribuídos, a Anac começará a avaliar a pontualidade e a regularidade de todos os slots utilizados, conforme os padrões estabelecidos na norma. 
Ainda segundo a Anac, o descumprimento sistemático desses índices poderá gerar a redistribuição dos slots mal utilizados, com objetivo de obter o uso mais eficiente desses horários de partidas e chegadas, assim como a aplicação de multas.
CONFIRA A DISTRIBUIÇÃO DE SLOTS EM CONGONHAS
Slots em dia últil (seg a Sexta) Anterior Participação Após Distibuição Participação
GOL 234 47% 234 44%
TAM 236 48% 236 44%
AVIANCA 24 5% 40 7%
AZUL 0 0% 26 5%
TOTAIS 494 536
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