ANAC analisa 77 pedidos de novos voos com jatos a partir da Pampulha

Entre os destinos a partir da capital mineira estão Belém, Salvador, Porto Seguro, Maceió, Brasília e Fortaleza operados com aviões com mais de 100 lugares.

Um dia após o Governo Federal autorizar voos com jatos de grande porte para qualquer destino nacional a partir do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) recebeu 77 pedidos de novas frequências a partir do aeroporto localizado a 9 quilômetros do Centro da capital mineira.

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São 77 decolagens e chegadas que a Pampulha poderá receber diariamente. Tudo indica que os preços das passagens aéreas vão cair em Confins por causa da concorrência com a Pampulha. A LATAM foi a única que não apresentou pedido de voo na Pampulha até agora. Entre os destinos que a Gol pretende iniciar em janeiro de 2018 estão Salvador, Maceió, Salvador, Belém, Fortaleza, Porto Seguro e Goiânia.

A Avianca Brasil Brasil aguarda autorização da ANAC para iniciar voos em janeiro de 2018 para o Rio de Janeiro (Galeão), Brasília, Goiânia e Salvador. A companhia usa em seus voos o Airbus que transportam até 177 passageiros. A Avianca Brasil é a antiga OceanAir que já operou na Pampulha.

Entre os destinos que a Azul pretende operar na Pampulha estão Ribeirão Preto, Vitória e Goiânia. Já a Passaredo, a única que opera atualmente na Pampulha, pretende iniciar voos em novembro deste ano para Porto Seguro, Uberlândia e Salvador. A companhia usa em suas rotas o modelo turboélice ATR-72 com 70 assentos.

Dificilmente todos esses voo serão aprovados. Um dos motivos é que o terminal de embarque da Pampulha não suporta quatro aeronaves,  que representa 500 passageiros de uma só vez. No ano passado a Infraero pretendia autorizar um voo a cada 15 minutos.

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Passageiros poderão usar a CNH vencida como identificação nos voos domésticos

A carteira de estudante não é um documento de identificação previsto para o embarque, segundo comunicado divulgado pela ANAC.

 

Os passageiros poderão usar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) fora da validade como documento de identificação válido para embarques domésticos em todo território brasileiro. A informação é da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

O Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) informou que a CNH pode ser utilizada como documento de identificação em todo o território nacional. Segundo o conselho, a decisão foi tomada  por entender que a validade se refere apenas ao prazo de vigência do exame de aptidão física e mental.

Segundo a ANAC, a  cópia da CNH fora da validade, mesmo que autenticada, não será aceita como documento válido para embarque. A carteira de estudante também não é um documento de identificação previsto para o embarque.

Para embarques domésticos e internacionais de menores, é aconselhável sempre consultar a empresa aérea com antecedência e verificar o que diz o Estatuto da Criança e do Adolescente, além das exigências da Vara da Infância e da Juventude da localidade de embarque.

Em caso de divergência existente em relação às normas da ANAC para o embarque de menores, prevalecem as regras definidas pelo Poder Judiciário.

 

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Entenda porque a ANAC vai liberar jatos de grande porte na Pampulha

Aeroporto da capital mineira recebeu aval da diretoria colegiada da Agência Nacional de Aviação Civil para operar  com aeronaves com mais de 100 passageiros.

Dos seis integrantes da diretoria colegiada da ANAC, quatro votaram na terça-feira (02/05) pela liberação de jatos de grande porte no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. A votação só não foi concluída porque o diretor-presidente da ANAC, José Ricardo Botelho, pediu vistas para analisar melhor o caso.

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O assunto volta a ser discutido no dia 16 de maio. O relator do processo que discute a situação da Pampulha, Juliano Alcântara Noman, destacou que a documentação apresentada no processo pela Infraero “evidenciou que as inconformidades para a operação foram devidamente saneadas e os riscos foram devidamente mitigados”.

Os voos de longa distância operados por jatos foram transferidos da Pampulha para Confins em 13 de março de 2005. A proposta da Infraero prevê a liberação a cada hora de três voos operados por jatos,  com restrições de pousos e decolagens das 22 horas até às 6 horas.

O QUE PESA A FAVOR DA LIBERAÇÃO

Parecer favorável pela área técnica da ANAC pela liberação de jatos

Conclusão pela Infraero das obras para melhoria da segurança exigidas pela ANAC.

Apoio do prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil e da Associação Comercial de Minas Gerais

Interesse das companhias Avianca, Gol, LATAM e Azul.

O QUE PESA CONTRA A LIBERAÇÃO DOS JATOS

O plano de negócios da BH Airport, concessionária do Aeroporto Internacional de BH, foi elaborado com base em estudos de demanda, que não consideram a operação de um segundo aeroporto na Região Metropolitana de Belo Horizonte para aviões a jato com fins comerciais.

Associações de moradores da região alegam que a liberação de jatos vai provocar poluição sonora e ambiental.

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Saiba tudo sobre as regras do transporte aéreo que começam a valer nesta terça-feira

Por decisão liminar da Justiça Federal de São Paulo, foi suspensa a possibilidade de venda de passagem com a cobrança pela bagagem despachada

Os novos direitos e deveres dos passageiros no transporte aéreo entram em vigor a partir desta terça-feira (14/03). Para passagens aéreas adquiridas até o dia 13/03/2017, mesmo que o voo venha a acontecer em data posterior, valerão as regras estabelecidas no Contrato de Transporte aceito pelo passageiro na data da compra do bilhete.

A Agência Nacional de Aviação Civil garante que as novas regras foram amplamente discutidas com a sociedade, por meio de audiências e consultas públicas, e aproximam o Brasil do que é praticado na maior parte do mundo, além de contribuir para a ampliação do acesso ao transporte aéreo e diversificação de serviços oferecidos ao consumidor, gerando incentivos para maior concorrência e menores preços.

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A Anac destaca entre as inovações para o consumidor o direito de desistência em até 24h após a compra; a redução do prazo de reembolso; a correção gratuita do nome do passageiro; a garantia do trecho de retorno, no caso de não apresentação para embarque no trecho de ida (para voos domésticos); a simplificação do processo de devolução ou indenização por extravio de bagagem; o atendimento aos usuários do transporte aéreo, dentre outras.

Franquia de bagagem

Por decisão liminar da Justiça Federal de São Paulo, foi suspensa a possibilidade de venda de passagem com a cobrança pela bagagem despachada separado do preço da passagem. A Anac entrou com as providências judiciais cabíveis e informa que, no momento, estão mantidas as franquias de bagagem despachada (de 23kg para voos domésticos e para a América Latina e de duas peças de 32kg para os demais voos internacionais) e da bagagem de mão.

Confira as principais mudanças

Antes do voo
Informações sobre a oferta do voo
A companhia deverá informar de forma resumida e destacada, antes da compra da passagem:
O valor total (preço da passagem mais as taxas) a ser pago em moeda nacional
Regras de cancelamento, alteração e reembolso do contrato com eventuais penalidades
Tempo de escala e conexão e eventual troca de aeroportos

Correção de nome na passagem aérea
O erro no nome ou sobrenome deverá ser corrigido pela empresa aérea, sem custo,desde que solicitada pelo passageiro até o momento de seu check-in
Em caso de voo internacional interline (prestado por mais de uma empresa aérea), os custos da correção poderão ser repassados ao passageiro

Quebra contratual e multa por cancelamento
Proibição de multa superior ao valor da passagem
A tarifa de embarque e demais taxas aeroportuárias ou internacionais deverão ser integralmente reembolsadas ao passageiro
Empresa deve oferecer opção de passagem com regras flexíveis, garantindo até 95% de reembolso

Direito de desistência da compra da passagem
O passageiro poderá desistir da compra até 24h depois do recebimento do comprovante da passagem, sem ônus, desde que a compra ocorra com antecedência superior a 7 dias em relação à data do embarque

Alteração programada pela transportadora
As alterações programadas deverão ser sempre informadas aos passageiros com antecedência de 72 horas em relação ao horário do voo
Quando a informação for prestada em menos de 72 horas do horário do voo ou a mudança de horário for superior a 30 minutos (voos domésticos) e a 1 hora (voos internacionais) em relação ao horário inicialmente contratado e, caso o passageiro não concorde, a empresa aérea deverá oferecer as opções de reacomodação e reembolso integral.
Se a empresa aérea não avisar a tempo de evitar que o passageiro compareça ao aeroporto, a empresa deverá ainda prestar assistência material.
Durante o voo
Procedimento para declaração especial de valor de bagagem
Caso o passageiro queira transportar bens com valor superior a 1.131 DES*, poderá fazer declaração especial de valor junto ao transportador, para fins de cobertura adicional no caso de extravio de bagagem. A empresa aérea poderá exigir valor adicional, neste caso.

Vedação do cancelamento automático do trecho de retorno
Em voos domésticos, o não comparecimento do passageiro no primeiro trecho (no-show) de um voo do tipo ida e volta não ensejará o cancelamento automático do trecho de volta, desde que o passageiro comunique à empresa aérea até o horário originalmente contratado do voo de ida.

Compensação financeira em caso de negativa de embarque/preterição
A empresa aérea deve efetuar o pagamento de compensação financeira ao passageiroque compareceu no horário previsto e teve seu embarque negado, no valor de 250 DES* para voo doméstico e de 500 DES*, no caso de voo internacional, além de outras assistências previstas em norma.

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Assistência material em caso de atraso e cancelamento de voo (não muda nada)
Nos casos de atrasos superiores a 4 horas, cancelamentos ou interrupção de voos e preterição de passageiros, a empresa aérea deverá oferecer ao passageiro as opções de reacomodação, reembolso integral e execução do serviço por outro meio de transporte. A escolha é do passageiro. Além disso, a empresa também deve prestar assistência material, quando cabível.
A assistência material é oferecida gratuitamente pela empresa aérea, de acordo com o tempo de espera, contado a partir do momento em que houve o atraso, cancelamento ou preterição de embarque, conforme demonstrado a seguir:
A partir de 1 hora: comunicação (internet, telefone etc).
A partir de 2 horas: alimentação (voucher, refeição, lanche etc).
A partir de 4 horas: hospedagem (somente em caso de pernoite no aeroporto) e transporte de ida e volta. Se você estiver no local de seu domicílio, a empresa poderá oferecer apenas o transporte para sua residência e desta para o aeroporto.
O direito de assistência material não poderá ser suspenso em caso fortuito ou de força maior (como mau tempo que leve ao fechamento do aeroporto).

Prazo para reembolso
Por solicitação do passageiro, o reembolso ou estorno da passagem deve ocorrer em até 7 dias da solicitação. O reembolso também poderá ser feito em créditos para a aquisição de nova passagem aérea, mediante concordância do passageiro.

Depois do voo
Providências em caso de extravio, dano e violação de bagagem
Em caso de extravio, o passageiro deve fazer imediatamente o protesto
O prazo para devolução de bagagem extraviada em voo doméstico foi reduzido de 30 para 7 dias e, em voos internacionais, será de 21 dias.
Caso a empresa aérea não encontre a bagagem no prazo indicado, deverá indenizar o passageiro
No caso de dano ou violação, o passageiro tem até 7 dias para fazer o protesto, a contar do recebimento da bagagem
A empresa aérea deve reparar o dano ou substituir a bagagem em até 7 dias do protesto. Em caso de violação, deve indenizar o passageiro nos mesmos 7 dias.
*DES = Direito Especial de Saque. 1 DES = R$ 4,26 (cotação de 14/03/2017 pelo Banco Central)

Documentos para embarque

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Passagens aéreas baratas

Passagens mais baratas para quem não despachar bagagem nos voos da Gol

Passageiro da companhia poderá optar por contratar ou não uma franquia para o despacho de bagagens

A companhia Gol é a primeira a divulgar oficialmente que terá uma classe tarifária mais barata para quem não despachar bagagens. A companhia informou que também a opção daqueles que preferirem continuar a ter esse benefício ao adquirir o bilhete.

A Gol garante que será um modelo muito simples, sem dificuldades para que o passageiro identifique as tarifas mais baratas sem o despacho de bagagens. Aqueles que escolherem essas tarifas terão ainda a opção de adquirir a franquia, que será calculada por volume despachado. Os valores da unidade, que ainda serão definidos, irão crescer de acordo com a quantidade de malas. A primeira será mais barata que a segunda, que será mais barata do que a terceira e assim por diante.

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Esse serviço poderá ser adquirido em todos os canais de atendimento da Gol (app, site, totem, central de atendimento, balcão), sendo que haverá preços especiais para aquisição prévia (antes do check-in) e no autoatendimento. clientes Smiles terão condições diferenciadas, assim como aqueles que optarem por outras classes de tarifas que já incluirão a bagagem. Nos voos internacionais, os clientes Gol Premium também terão vantagens.

A Gol informou ainda que nesse momento trabalha para adequar seus processos e sistemas a essa classe tarifária e treinar suas equipes para garantir o melhor atendimento em todos os pontos de contato com o cliente. A data da implementação e mais detalhes do novo modelo serão anunciados pela companhia em breve.

A partir de 14 de março o peso limite da bagagem de mão passará de 5 para 10 quilos. Leia AQUI matéria completa sobre as novas regras da Anac.

FRASE……

“Quando a medida que permite a franquia de bagagens entrar em vigor, ela intensificará a concorrência entre as companhias aéreas brasileiras, beneficiando os consumidores. A exemplo do que aconteceu após a liberdade tarifária das passagens aéreas, em 2001, permitindo a queda no preço das tarifas e, consequentemente, a democratização do setor aéreo no país”

Paulo Kakinoff, presidente da Gol

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Anac assina concessão da Flyways Linhas Aéreas

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) assinou nesta quarta-feira (16/12), em Brasília, o termo de outorga de concessão para a exploração de serviço público de transporte aéreo regular de passageiro e carga para a sociedade empresária Flyways Linhas Aéreas.

A concessão foi emitida pela ANAC após a empresa cumprir todos requisitos para poder oferecer o serviço de transporte aéreo. O Contrato de Concessão será válido por 10 anos e poderá ser renovado. A partir da assinatura, a empresa está apta a solicitar rotas e horários (os chamados Horários de Transporte – Hotran) para operar voos domésticos regulares de passageiros, carga e mala postal, que devem ser aprovados pela Anac e pelos órgãos competentes que fazem parte do processo. 
Conforme o Tudo Viagem mostrou com exclusividade, a empresa pretende iniciar voos no dia 28 de dezembro deste ano. Somente após a aprovação de cada Hotran solicitado é que a Flyways poderá iniciar a venda efetiva dos respectivos bilhetes aéreos. O Hotran é a permissão que todas as companhias aéreas necessitam para poder operar uma nova rota/voo ou alterar o horário de um voo já em operação. O processo de solicitação e autorização pode levar até 30 dias.
Como acontece com todas as demais empresas aéreas, a Flyways está submetida à legislação brasileira e às leis e regulamentos específicos do setor, em especial o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer) e o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil (RBAC n° 121), que trata da aviação regular.
A Autorização de Funcionamento Jurídico da empresa Flyways foi emitida pela Anac no dia 24/08/15, sendo a primeira etapa para que a empresa se constituísse. Depois disso, foi emitido o Certificado de Operador Aéreo (COA), em 06/11/15, entre outros documentos. Após as últimas análises econômicas, jurídicas e técnico operacionais, o assunto foi votado e aprovado pela diretoria colegiada da Anac, na tarde de ontem, 15/12. 
A decisão que outorgou a concessão e o extrato da concessão de outorga deverão ser publicados amanhã, 17/12, no Diário Oficial da União (DOU), sinalizando o término do processo de outorga e concessão e dando início as fases de operação da empresa.

Exclusivo! Anac vai liberar voos da Pampulha para as capitais

Nesta semana o Tudo Viagem mostrou que o Aeroporto da
Pampulha poderá ganhar voos sem escalas para Brasília e Vitória. Tudo
indica que os pedidos apresentados pela Azul e Passaredo, as únicas que operam
na capital mineira, serão aprovados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Uma fonte da Anac, que pediu para não ser identificada, informou que a agência
reguladora vai liberar voos da Pampulha para capitais. Desde 2007 esse tipo de
voo é proibido.

A Anac foi procurada, mas não se posicionou sobre o assunto.
A intenção da agência é liberar voos para capitais em aeronaves com até 70
lugares. Entre as maiores companhias do Brasil apenas Azul e Passaredo operam
com o ATR-72, modelo turboélice liberado para pousos e decolagens na Pampulha.
Com a restrição sobre o modelo de avião, TAM e Gol só
poderão operar na Pampulha quando comprar aviões menores. A TAM sai em vantagem
por ter firmado no ano passado acordo de compartilhamento de voos com a
Passaredo. Atualmente a Pampulha tem voos para Ribeirão Preto da Passaredo e
para Cabo Frio, Campinas e Guarulhos da Azul.
Por outro lado, a restrição de aviões com até 70 lugares
dificulta, por exemplo, que a Azul lance voos para Congonhas e Santos Dumont,
aeroportos que possuem slots (autorização de pousos e decolagens) limitados.
Para ser um voo rentável para aeroportos com slots limitados, a companhia
precisa de usar uma aeronave com mais de 100 assentos.

Relatório da Anac mostra que 15% das passagens vendidas em 2014 custaram menos de R$ 100

A 30ª Edição do Relatório de Tarifas Aéreas Domésticas, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac),  referente ao primeiro semestre de 2014, revela que a tarifa média praticada foi de R$ 324,45, valor 0,53% superior à tarifa média do mesmo período de 2013, em termos reais.

Segundo o relatório, a maioria dos assentos comercializados no primeiro semestre de 2014 (mais de 60%) corresponderam a tarifas inferiores a R$ 300, enquanto 14,5% do total de assentos comercializados ao público adulto em geral corresponderam a valores inferiores a R$ 100. Tarifas superiores a R$ 1.500 responderam por 0,54%.
Segundo a Anac, após 10 anos de forte redução das tarifas aéreas domésticas e de crescimento da oferta, da demanda e do aproveitamento das aeronaves, o setor vem passando por ajustes na estrutura de tarifas e de oferta. O primeiro semestre de 2014 foi o quarto semestre consecutivo em que o indicador de tarifa média registra variação positiva. No entanto, os meses de janeiro, março, maio e junho registraram redução no primeiro semestre deste ano em relação aos mesmos meses de 2013.
A valorização do dólar em relação ao Real, observada desde o segundo semestre de 2011, e a alta histórica do preço do barril de petróleo têm impactado o transporte aéreo, por serem diretamente relacionados aos custos com combustível, arrendamento, manutenção e seguro de aeronaves. Tais custos representaram mais da metade (56%) dos custos e despesas de voo totais da indústria no primeiro semestre de 2014.
O Yield Tarifa Aérea Média Doméstica Real – valor médio que o passageiro paga por quilômetro voado em território brasileiro –, no primeiro semestre de 2014, foi apurado em R$0,30802. Este valor representou alta de 1,62% em relação ao mesmo período de 2013. 

O Relatório de Tarifas Aéreas Domésticas foi elaborado com base em dados de mais de 25 milhões de assentos vendidos no primeiro semestre de 2014 e de mais de 52 milhões em 2013, que corresponderam à totalidade das vendas efetivamente realizadas pelas companhias aéreas junto ao público adulto em geral, para mais de 7.500 linhas aéreas domésticas nos períodos analisados. 
Tais dados são mensalmente registrados na ANAC e submetidos a procedimentos de auditoria para assegurar a sua consistência, nos termos da Resolução ANAC nº 140/2010 e da Portaria ANAC nº 804/SRE/2010.

Anac autoriza o Galeão a receber voos do Boeing 747-8 e Airbus A380

O Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão/RJ) receber voos receber de aeronaves Boeing 747-8 e Airbus A380. Nesta segunda-feira (1/12) a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publica no Diário Oficial da União portaria que autoriza operação destas aeronaves de grande porte.

Com essa autorização, o aeroporto do Galeão poderá ser o primeiro do Brasil autorizado a receber os dois tipos de jatos, que são as maiores aeronaves de passageiros do mundo em operação. Essa autorização foi emitida após o aeroporto cumprir os requisitos necessários para a recepção e operação segura dessas aeronaves, em conformidade com a legislação aplicável e com os procedimentos aceitos pela Anac.
Entre as exigências cumpridas estão alterações na pista de pouso e decolagem e a elevação do nível de proteção contra incêndio foram as principais mudanças para a adequação do aeroporto.

*Com informações da Anac

Azul ganha 26 voos em Congonhas e Avianca recebe autorizaçao para lançar mais 17

A partir de 27 de outubro a companhia Azul terá em dias úteis 26 slots (pousos e decolagens) no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Já companhia Avianca, que já opera na capital paulista, ganhou 17 novos slots, totalizando 40. A utilização desses slots ocorrerá na temporada de inverno, de 27/10/2014 a 29/03/2015. Atualmente a Azul tem apenas voos nos fins de semana do Sanos Dumont para Congonhas.

Os novos slots foram divulgados nesta quinta-feira (9) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Os novos voos foram foram para as companhias que possuíam igual ou menos de 12% de participação dos slots do aeroporto.  A nova distribuição para o Aeroporto de Congonhas foi realizada de acordo com as diretrizes da Resolução n°3/2014, do Conselho de Aviação Civil (CONAC), e com as regras da Resolução nº 336/2014, da ANAC.
Os slots diários são provenientes do rearranjo da capacidade de pista para a aviação comercial somados a dois slots remanescentes do banco de slots (retirados de empresas que deixaram de operar no aeroporto). As empresas contempladas poderão pedir alterações dos seus horários de pousos e decolagens a qualquer tempo, desde que dentro da capacidade operacional do aeroporto.
Segundo a Anac, O objetivo das novas regras para utilização do Aeroporto de Congonhas é incentivar uma maior concorrência e, em consequência, menores preços ao consumidor, sem representar um aumento da capacidade do aeroporto, que permanece operando dentro das regras de segurança da aviação civil. 
A aviação geral já usa exclusivamente a pista auxiliar e também continuará sendo atendida na pista principal do aeroporto. Os slots da aviação geral são analisados pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), do Comando da Aeronáutica.
A partir da efetiva operação dos slots distribuídos, a Anac começará a avaliar a pontualidade e a regularidade de todos os slots utilizados, conforme os padrões estabelecidos na norma. 
Ainda segundo a Anac, o descumprimento sistemático desses índices poderá gerar a redistribuição dos slots mal utilizados, com objetivo de obter o uso mais eficiente desses horários de partidas e chegadas, assim como a aplicação de multas.
CONFIRA A DISTRIBUIÇÃO DE SLOTS EM CONGONHAS
Slots em dia últil (seg a Sexta) Anterior Participação Após Distibuição Participação
GOL 234 47% 234 44%
TAM 236 48% 236 44%
AVIANCA 24 5% 40 7%
AZUL 0 0% 26 5%
TOTAIS 494 536
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