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ITA Linhas Aéreas poderá operar em Congonhas com 6 slots

Os slots em Congonhas que poderão ser usados pela ITA pertenciam a MAP Linhas aéreas, empresa comprada pela VoePass, a antiga Passaredo, em agosto de 2019. 

A partir de 1° de março de 2021 a ITA Linhas Aéreas poderá operar no Aeroporto de Congonhas,  localizado na região central da cidade de São Paulo. Serão seis slots (autorizações de pousos e decolagens) que foram concedidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Conforme consta no site da ANAC, a ITA Linhas Aéreas informou que pretende operar voos de Congonhas para Presidente Prudente e Ribeirão Preto, mas nada impede que a companhia mude os destinos. A ANAC informou que se em março de 2021 a ITA Linhas Aéreas não estiver apta a operar,  eles voltam para o banco de slots a agência. Ou seja, uma condicionante.

O fato de a ITA Linhas Aéreas ter conseguido o direito de operar em Congonhas vai ajudar a atrair investidores para a companhia. O Aeroporto de Congonhas é considerado um dos mais rentáveis da América do Sul. Até março do ano que vem a companhia pretende atender 16 destinos com 10 aeronaves Airbus A320.

Os slots em Congonhas que poderão ser usados pela ITA Linhas Aéreas pertenciam a MAP Linhas aéreas, empresa comprada pela VoePass, a antiga Passaredo, em agosto de 2019.  Segundo a ANAC, a MAP chegou a operar alguns slots em 2019 usando aeronaves fretadas da Passaredo e de outras empresas, mas, no caso de Congonhas esse tipo de operação não é contabilizada nos índices de regularidade da empresa. Foi por esse motivo que os slots foram retirados em setembro deste ano.

Três aeronaves da ITA já estão com reserva da matrícula na ANAC. O pedido foi feito em setembro deste ano. Veja abaixo:

PS-TCS (A-320)
PS-SPJ (A-321)
PS-AAF (A-320)

Para a ITA Linhas Aéreas começar a operar ela terá que cumprir seis etapas na ANAC. No dia 9 de outubro deste ano. a empresa iniciou a contratação de 600 profissionais. Em novembro serão abertas mais 300 vagas. Conforme o Tudo Viagem mostrou com exclusividade na quinta-feira  (15/10), já foram 10,2 mil inscrições recebidas pela empresa.

Veja quais são as etapas que uma empresa aérea brasileira deve realizar para obter o Certificado de Operador Aéreo (COA).

Fase 1 – Orientação prévia: a área técnica realiza a reunião de abertura do processo e a empresa tira todas as dúvidas sobre a preparação da documentação e as demonstrações. É a fase em que a Itapemirim se encontra dentro da chamada certificação operacional.

Fase 2: Solicitação formal: a empresa entrega o pacote de certificação, com todos os documentos, manuais e programas. Feito isso, a área técnica realiza uma análise de admissibilidade desse pacote, que é basicamente verificar se todos os documentos foram entregues e se não há nenhum erro ou falha na apresentação dos papéis.

Fase 3: Análise detalhada de documentos: Fase em que a área técnica analisa detalhadamente a documentação entregue. Nesta fase também é feita a aprovação individual dos manuais e programas da empresa.

Fase 4: Inspeções e demonstrações: é a fase prática do processo em que ocorrem as inspeções das bases de operações e manutenção, avaliação dos treinamentos, voos de avaliação operacional, exame dos tripulantes, por exemplo.

Fase 5: Certificação: esta última etapa é meramente administrativa e serve para saber se a empresa foi aprovada em todas as inspeções e demonstrações. Nesta fase é concedido o COA e as Especificações Operativas.

Finalizadas todas essas etapas, é concedido à empresa o certificação operacional. Para que ela possa iniciar as operações, é necessário aguardar a publicação da concessão pela Diretoria da ANAC. O processo é validado pelo colegiado durante a Reunião Deliberativa.

10,2 mil se inscrevem para vagas de emprego da ITA Linhas Aéreas

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