Vivalá oferece expedições de volunturismo na região do Rio Negro

Roteiro na região do Rio Negro inclui hospedagem em pousada inaugurada com a ajuda contínua de voluntários da Vivalá nos últimos dois anos

A Vivalá é a maior operadora de Volunturismo no Brasil. As expedições de volunturismo são viagens em grupo realizadas em feriados prolongados nas quais os viajantes atuam como voluntários nos destinos brasileiros visitados para levar capacitação profissional e mentoria de negócios a microempreendedores locais. Além de realizar passeios e atividades ecoturísticas – que envolvem um profundo contato com a natureza e a cultura local – os viajantes são preparados previamente para que o trabalho deixe um legado positivo na região.

Neste Carnaval, entre os dias 21 e 25 de fevereiro, a experiência oferecida pela Vivalá sera na região do Lago do Acajatuba, comunidade ribeirinha da Amazônia às margens do Rio Negro. Serão 50 viajantes e voluntários presentes em uma viagem que irá auxiliar 40 microempreendedores locais.

A contínua atuação da Vivalá com turismo de base comunitária na região estimula a economia com a aquisição de serviços e produtos de pequenos negócios locais. Além do crescente aumento no número de pequenos negócios inscritos para participar das mentorias na comunidade, nesta próxima expedição uma das hospedagens do grupo será na novíssima pousada Vista do Lago, construída com o auxílio contínuo de voluntários da Vivalá nos últimos dois anos.

A experiência de imersão na comunidade ribeirinha amazônica inclui atividades como passeio de canoa pelos igapós (mata inundada), trilha pela floresta amazônica, interação com botos cor de rosa, nascer do sol flutuante no Rio Negro, observação noturna de estrelas, visita à aldeia indígena, visita à Casa de Farinha da região, dinâmicas de autoconhecimento, tarde na praia de rio e muito tempo livre para curtir a natureza!

Para mais informações sobre o roteiro, valores e serviços acesse experiencias.vivala.com.br/rio-negro-fevereiro-2020

Mais em www.vivala.com.br

Explore a Mata Atlântica de Gramado no parque Olivas de Gramado

Percursos sinalizados dentro do Parque Olivas de Gramado proporcionam informações sobre a fauna e flora nativa da região.

Dias de sol e calor são um convite para atividades ao ar livre e o contato com a natureza. Com uma das vistas mais bonitas da Serra Gaúcha, o parque Olivas de Gramado oferece opções para aproveitar o destino, em meio a natureza da Mata Atlântica, em trilhas autoguiadas. Tour rural percorrendo o parque com visita às oliveiras, a horta orgânica e a fazendinha com mini bichos, completam a programação que agrada qualquer público.

Os visitantes aventureiros podem percorrer a trilha Camboatá Vermelho, que ao longo do percurso se divide, oferecendo diferentes níveis de dificuldade. A mais curta, com 350 metros, leva ao mirante mais baixo, a segunda ramificação, que leva ao mirante mais alto, tem 425 metros de extensão. Ao final, nos mirantes, o visitante desfruta da vista para o cânion Pedra Branca – quem escolher a trilha do mirante mais alto consegue contemplar parte do percurso do Rio Caí.

Cada detalhe das trilhas foi pensado para não prejudicar a Mata Atlântica e ainda informar sobre a flora e a fauna do ecossistema, começando pela própria demarcação da trilha. Ao invés de abrir um novo caminho em meio a mata, foi usada uma antiga passagem de carro de boi tomando todo cuidado para preservar as bordas e manter a vegetação nativa.

Divulgação.

Para a elaboração das trilhas, o Olivas de Gramado contou com a consultoria da Pampeana Produções Ambientais, empresa especializada que trabalha de maneira sustentável com o meio ambiente. A trilha é autoguiada (não há necessidade de um guia) e todo o caminho possui placas informativas sobre as árvores e plantas. Um grande painel ajuda na identificação das aves de rapina, como gaviões carijó e falcões-relógio, que podem ser observados pelo aventureiro ao longo do percurso ou mesmo dos mirantes. A presença dessas espécies indica que a natureza do local está saudável, já que aves de rapina são sensíveis à contaminação na cadeia alimentar e a impactos causados pelo homem. “O objetivo é sair da trilha sabendo mais do que quando entrou”, afirma o biólogo e diretor da Pampeana Produções, João Pedro Travi.

ALÉM DA AVENTURA

Além da aventura pelas trilhas, o visitante pode fazer o tour rural e visitar as plantações de olivas e horta orgânica. Outra atração especial, que faz sucesso principalmente entre as crianças, é a fazendinha de mini bichos. O local conta com animais de pequeno porte como mini vaca, mini porco, pônei, patos, cabras e coelhos.

O parque oferece almoço colonial, com saladas e insumos da horta própria, e as cestas de piquenique são uma atração à parte. O visitante pode escolher uma das tantas paisagens do Olivas de Gramado para abrir sua toalha xadrez e degustar os itens de produção local.

Se o visitante quiser levar para casa um pouco da experiência do parque, o Empório Colonial do Olivas oferece queijos, embutidos, schmiers, sucos naturais e outros produtos coloniais, todos de produtores da região.

SOBRE O PARQUE

Funcionamento: das 10h até o sol se pôr

Local: Rua Vereador José Alexandre Benetti, 1808 – Linha Nova – Gramado/RS

Ingresso: R$ 30 (crianças de 12 a 16 anos e idosos) e R$ 60 (público geral) – crianças até 11 anos não pagam. Gramadenses e canelenses tem entrada promocional de R$ 35, que podem ser consumidos na loja.

Telefone: (54) 3422-1382

Site: www.olivasdegramado.com.br

Instagram: @olivasdegramado

Facebook: www.facebook.com/olivasdegramado

 

Texto por Natalia Bastos com informações de agência. Imagem destacada via Divulgação.

Inauguração em Nova Zelândia de uma nova trilha

 Nova Zelândia ganha a primeira trilha para ciclistas, 55 quilômetros para admirar a exuberante paisagem repleta derochas de calcário e florestas tropicais.

Existem muitas razões para visitar Nova Zelândia, mas não há duvida de que a riqueza topográfica e a admiração pela sua biodiversidade é uma delas. O contato com a natureza é inevitável, o país é repleto de cenários surpreendentes. Agora em dezembro elas vão ganhar mais uma atração, a The Paparoa Track, uma trilha com um percurso de 55 quilômetros (três dias) que vai de Blackball (leste) a Punakaiki (oeste). A 10ª trilha da Nova Zelândia foi escolhida pelas famílias das 29 pessoas que perderam a vida no acidente na mina Pike River em 2010. É uma oportunidade de paz e reflexão, mas também traz benefícios econômicos para a região, como a mineração um dia trouxe.

Punakaiki, foto por Istock/mvaligursky

Na caminhada será possível apreciar o rio Pororari, os penhascos de rocha calcária, a história remanescente da mineração e florestas variadas. A costa oeste possui um rico solo, desde a sagrada pounamu (pedra verde) que era coletada pelos Māori, até o ouro que foi encontrado na década de 1860 e a mais recente descoberta de carvão. Da corrida do ouro na Croesus Track à mina de cartão no final da Pike29 Memorial Track, você encontrará lembranças do histórico de mineração por toda parte. Ao longo do caminho, é possível ver placas explicativas.

Como chegar na Paparoa Track

A cidade mais perto é Greymouth, tanto do início quanto do fim da caminhada. De Christchurch, na costa leste, pegue a espetacular rota de trem TranzAlpine entre os alpes do sul, e alugue um carro na estação de trem Greymouth. Blackball fica a 24 km de distância (cerca de 25 minutos), e Punakaiki fica a 45 km de distância (40 minutos). A estrada entre Greymouth e Westport, conhecida como “The Great Coast Road”, foi nomeada pelo Lonely Planet como uma das 10 estradas na costa mais bonitas do mundo. É um trajeto de 90 minutos, mas vale a pena passar muito mais apreciando o cenário natural.

Paparoa National Park, foto por istock/Wildnerdpix

 

Texto por Natalia Bastos com informações de agência. Imagen destacada via Istock/anothersteph

 

Permacultura e turismo na principal praia do Ceará

Apenas 3% de cimento e tijolos foi usado na construção das cabanas. Foi usada madeira de reflorestamento, palha de carnaúba e outros materiais recicláveis.

 

Na última década, a preocupação pelo meio ambiente e a evidencia dos efeitos colaterais causados pelo modelo econômico aumentou o compromiso das empresas com a sustentabilidade. Ouvir ecológico, biodegradável ou sustentável já não é uma novidade se não uma procura nos consumidores. Mas há uma pousada em Jericoacoara que vai um passo pela frente e faz com que seu design seja innovador, armónico e com um impacto ambiental praticamente nulo: a Raiz Kite Cabana.

São 13 cabanas, entre os materiais utilizados se destaca o pinus (quase 80% da construção). Esse tipo de madeira de reflorestamento é utilizada na construção civil para a montagem de andaimes e para fazer moldes para vigas. Também foi utilizada palha de carnaúba e outros materiais recicláveis. Aplicando os principios da permacultura, a (re)utilização dos recursos naturais foi pensado desda eficiência e o baixo impacto ambiental.

Divulgação

Os proprietários, Letícia Alves e Valérian Escher explicam que “Construímos em 3 meses a pousada. Ela é completamente desmontável, pois trata-se de uma área alugada. O local estava sujo e não trazia uma boa imagem para a vila. Nesse tempo, transformamos um terreno vazio na praça em uma eco pousada inovadora. As mesas do café por exemplo foram feitas com janelas usadas. Canos que restaram da obra transformaram-se em luminárias. As camas são feitas, sabe de que? Forras de porta! Até na placa utilizamos o que restou da obra”.

A ideia do Raiz parte do princípio do próprio nome, ou seja, aquilo que vem do inicio, o fundamento, a base. “É o nosso retorno às nossas raízes. Ao tempo que tínhamos pouco e que isso era suficiente para sermos felizes”, conta Letícia. Com base nessa ideia, o Raiz propõe uma experimentação para seus hóspedes. A possibilidade de que os hóspedes saiam do conforto de suas casas ou apartamentos e fiquem em uma habitação típica e rústica, mas, sem, com isso perder o conforto. “Você pode ter pouco, estar em uma cabaninha de madeira e ficar bem, confortável e com tudo que precisa para ter uma estadia única e inesquecível”, diz Valérian.

Divulgação

Localização

Na Praça Principal de um dos maiores destinos turísticos do mundo: o Parque Nacional de Jericoacoara, há 5 horas de carro de Fortaleza – CE. Essa é a Pousada Ecológica Raiz Kite Cabana, que foi inaugurada este mês em Jeri. Quem passa pela praça de Jeri, área central e mais popular da vila, não pode deixar de notar a eco construção, com domos geodésicos de palha e outros 4 tipo de cabanas com formatos diferenciados.

Mais informações www.raizkitecabana.com.br

 

Texto por Natalia Bastos com informações de agência.

Serra da Canastra: aventura e natureza

São Roque de Minas se destaca por abrigar o Parque Nacional da Serra da Canastra, com a nascente do Rio São Francisco e a cachoeira Casca D’anta.

As belezas da Canastra é um passeio e tanto para quem tem espírito de aventura, com paisagens deslumbrantes onde predominam Campos de Altitude e o Cerrado. A fauna apresenta espécies endêmicas de anfíbios e répteis, população grande de mamíferos ameaçados como macaco sauá, gato palheiro, lobo guará, a raposa do campo, a lontra, a jaguatirica e o pato mergulhão. A Serra da Canastra é um mundo de águas e verdes paisagens.

Apesar do acesso à região ter sido facilitado ao longo dos anos, circular em carro de passeio por lá ainda reserva algumas dificuldades. A recomendação é hospedar-se em São Roque de Minas, principalmente na área central, e contratar um guia para realizar os passeios. Indicamos o guia Vicente Zacarias da Costa, o “seu Vicente”, que tem sua base de atendimento no Hotel Chapadão da Canastra. Ele é nativo, com mais de 30 anos de experiencia, é um profundo conhecedor da natureza da Canastra.

Piscinas exclusivas e café da manhã imperdível no Chapadão da Canastra

O Hotel Chapadão da Canastra é o local ideal para quem quer explorar as atrações da região. Unindo o rural e o urbano, com estrutura de hotel e aconchego de pousada, o empreendimento ocupa um terreno de 5.000 m² onde mais da metade é composta de exuberantes jardins e matas nativas. Bem na margem do Rio do Peixe, é possível encontrar pequenos animais silvestres e diversas espécies de pássaros.

 

O café da manhã é um verdadeiro show de quitutes da culinária mineira, com o famoso e tradicional queijo da Canastra, deliciosas pamonhas, o exclusivo João deitado, pãezinhos recheados, sucos naturais, e muito mais! O hotel oferece piscina adulto e infantil, hidromassagem aquecida e bar de piscina, salão de jogos, loja de artesanatos, lavanderia, videoteca, lan house, wi-fi gratuito e estacionamento gratuito. Para explorar toda a região, o Hotel Chapadão da Canastra oferece um veículo 4X4 – SW4 para passeios nos melhores e mais procurados roteiros da Serra da Canastra.

 

Vale percorrer as deslumbrantes estradinhas de terra e explorar as cachoeiras do Fundão ou Gameleira, com 90 metros de queda, formando um poço onde é possível nadar. Outra cachoeira que merece uma visita é a do Cerradão – 15 minutos de caminhada leve conduzem o visitante a uma piscina formada pela primeira das três quedas. Siga a placa para a ducha se quiser experimentar uma hidro natural. A da Parida, além de ter uma paisagem linda, é uma das menos visitadas do parque.

O terreno guarda ainda um sítio arqueológico com pinturas rupestres. Outras duas cachoeiras imperdíveis são as do Capão Forro e da Chinela. Todas essas têm taxas de entrada e pouca estrutura de serviços. Leve sempre água, lanches, frutas e barras de cereal, pois nos passeios você sempre sabe o horário de saída e sempre erra o horário de retorno.

São Roque é a capital da Canastra

São Roque de Minas é considerada a “capital” da Serra da Canastra, próxima a maioria das atrações e com maior oferta de meios de hospedagem e serviços. Localizado no centro da cidade, o Hotel Chapadão da Canastra oferece a melhor oferta de lazer da cidade. Possui um excelente parque aquático com uma hidromassagem climatizada e piscinas adulto e infantil, brinquedos para crianças, uma excelente área para bebericar uma cerveja geladinha e bar de piscina. A área fica rodeada pela mata ciliar e ao fundo corre o silencioso rio do Peixe.

Outro diferencial da Canastra é a produção exclusiva do queijo da Canastra, que hoje torna a região conhecida nacional e internacionalmente. A Aprocan – Associação dos Produtores de Queijo da Canastra, com sede em São Roque de Minas, tem por objetivo valorizar e divulgar para o Brasil e para o mundo essa iguaria reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Iphan e Iepha.

O queijo tipo Canastra teve sua origem lá na Serra da Estrela, em Portugal, chegando ao Brasil através da colonização. A receita dessa tradição resultou em um tipo de queijo que se tornou um dos mais famosos do mundo: sofrido na sua origem, romântico na sua trajetória, nobre em nuances, único em texturas e sabores, um verdadeiro sonho de consumo. Visitar toda a Rota do Queijo é quase uma obrigação.

Vale a pena visitar pelo menos três das mais de uma centena de propriedades locais que fabricam o delicioso Queijo da Canastra. Entre elas podemos destacar as seguintes: Queijaria Roça da Cidade: consegue unir tradições e modernidade em um local privilegiado na Serra da Canastra, ao lado do Parque Nacional que possui via de fácil acesso, com vista panorâmica da serra.

O visitante aprenderá todo o processo e acompanhará a produção dos queijos, além de poder degustar os produtos no local e comprar queijos para parentes e amigos. Fazenda Capão Grande: aos pés da Canastra e em meio a uma mata preservada, o casal Solange e Carlos Henrique são os principais responsáveis pela produção de queijos e administração da fazenda, que possui uma encantadora piscina de água natural.

Os visitantes podem se deliciar com um típico café da tarde mineiro sob encomenda, recheado de bolos, biscoitos, café, leite, suco, pão de queijo e, é claro, o famoso queijo da Canastra. Queijo do Ivair: juntamente com sua esposa Lúcia e família, Ivair, dono do Sítio Bela Vista, produz um dos melhores queijos da região, carinhosamente apelidado de brie da Canastra, pela sua semelhança com esse queijo francês. A aproximadamente 9 km do centro de São Roque de Minas, a queijaria possui estrutura moderna. O visitante pode degustar os queijos com vinho e comprar os produtos fresquinhos para levar. Há também a produção de manteigas especiais, tipo ghee.

Onde comer

Restaurante Velho Chico: com pratos exclusivos (utilizando o famoso queijo Canastra) e releituras da tradicional gastronomia mineira. Cozinha Original, da Chef Joanne Ribas: buffet com comida mineira numa área bem localizada bem em frente ao Paredão da Canastra, parte baixa do parque. Onde comprar Baú de Lendas: tem lojas de artesanatos em São Roque de Minas e Vargem Bonita. Onde ficar Hotel Chapadão da Canastra: tem para as férias diárias para casal a partir de R$ 350,00, com café da manhã e lazer completo. Mais informações e reservas pelo site www.chapadaodacanastra.com.br ou pelos e-mails hotel@chapadaodacanastra.com.br e hotelchapadaodacanastra@yahoo.com.br. Telefones: (37) 3433-1267 / (37) 3433-1526 / (37) 99911-5852 (Whatsapp)

Texto por agência com edição de Natalia Bastos

Festival de Aves promete agitar o final de semana em Ilhabela (SP)

A cidade prepara intensa programação a partir desta sexta-feira (19) até segunda-feira (21), com passeios, palestras, minicursos e atividades infantis grátis.

A ação, promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e do Turismo, é grátis e promove a Observação de Pássaros (Birdwatching) como nova modalidade turística no arquipélago que conta com uma das maiores reservas de Mata Atlântica conservada do mundo, com área de 27.025 hectares. O Festival de Aves de Ilhabela é mais um passo no caminho de posicionar o município como um dos principais destinos de ecoturismo do Brasil. Para isso, prepara estrutura para receber os turistas no Parque Estadual que ocupa 85% do território da ilha. No local, serão construídas seis torres dentro do espaço de preservação da Mata Atlântica, além de outras iniciativas que fazem parte do convênio assinado entre a Prefeitura e a Fundação Florestal.

Tiê-sangue (Divulgação / Sectur Ilhabela)
Tiê-sangue (Divulgação / Sectur Ilhabela)

A intensa programação do final de semana começa nesta sexta-feira (18) e tem atividades espalhadas pela cidade, com palestras, minicursos, fam-trips, cinema, oficinas e atividades infantis. As atividades do dia 18 começam a partir das 17h. São quatro palestras, no Centro Histórico da Vila, começando pelo tema “Aves do Parque Estadual de Ilhabela”. Na sequência é a vez das “Aves do meu quintal”, sobre paisagismo funcional e placas que atraem aves; seguida de “Aves pelágicas”, que vai abordar o universo das aves de mar aberto e as raridades que frequentam o litoral brasileiro e, para finalizar “Fotografia de aves – fotografar na natureza”. As atividades culturais terminam com o Cine no Píer, com mostras sobre observação e conservação, mas a noite só acaba a meia-noite, quando a Fam-Trip “Saída Pelágica – Plataforma” parte para dois dias de navegação para reconhecimento aos principais destinos de observação em mar aberto.

No sábado (19), o dia começa às 7h, com o passeio “Passarinhar nas trilhas de Ilhabela”, no Parque das Cachoeiras, para observação de aves. Na sequência, mais palestras e atividade infantis enchem a programação até a noite (confira abaixo).

O domingo (20) também começa cedo, com o passeio Passarinhar nas trilhas de Ilhabela (Visita técnica ASM Cambaquara), a partir das 7h. A tarde, às 14h, destaque para o minicurso ‘Ilustração de aves’, uma oficina de ilustração de aves com técnica de esferográfica, entre outras atividades. O Festival de Aves continua na segunda-feira (21), com a atividades escolar “Oficina de ilustração de aves com técnica de esferográfica”, ás 8h, e o minicurso “Jardim de beija-flores”, ás 9h, sobre como atrair beija-flores para jardins e quintais.

A estrutura tem como objetivo colaborar para que os visitantes tenham a oportunidade de observar, fotografar e catalogar espécies como o Tiê-sangue, símbolo da Mata Atlântica, Tangará, Papagaio-moleiro – eleita a ave símbolo da ilha, a Coruja-preta, ou a Jacutinga. “O Birdwatching é uma modalidade de turismo consolidada em outras partes do mundo e está crescendo no Brasil. Ilhabela sai na frente ao se posicionar, criar estrutura e investir em capacitação para receber mais turistas do Brasil e do mundo”, avalia Bianca Colepicolo,

Além do Festival de Aves, Ilhabela durante todo o mês de outubro receberá visitantes para cinco cerimônias de casamento programadas para este final de semana. Com isso, a ocupação da rede hoteleira da cidade está na casa de 88,4%, índice 13% superior em relação ao mesmo período do ano passado, quando chegou a 75,6%. Os dados são da Associação Comercial do município, em pesquisa feita nas regiões norte, central e sul da Ilha para o período a partir desta sexta-feira (18) até domingo (21).

Programação do Festival de Aves

Sexta-feira (18)
17h – Palestra Aves do Parque Estadual de Ilhabela, por Maria Inês (gestora do Parque)

18h – Palestra ‘Aves do meu quintal – parte1’ (Sobre paisagismo funcional e placas que atraem aves para uso em quintais e jardins, de casa, pousadas e chácaras, por Márcia Farias)

19h- Palestra ‘Aves pelágicas – o conhecimento de um profissional renomado’ (Fabio Olmos apresenta o universo das aves de mar aberto, falando das raridades que frequentam o litoral brasileiro)

20h – Palestra ‘Fotografia de aves – fotografar na natureza’, Silvia Linhares fala sobre sua experiência de fotografar mais de 1500 espécies brasileiras

21h – Cine no Píer – Mostras sobre observação e conservação (vídeos e filmes sobre aves e natureza)

24h – Fam-Trip ‘Saída Pelágica – Plataforma’ (Viagem de 2 dias para reconhecimento aos principais destinos de observação em mar aberto)

Sábado (19)
7h – Passarinhar nas trilhas de Ilhabela – Parque das Cachoeiras (Passeios abertos de observação de aves, com a guia Vilma)

14h – Atividades infantis ‘Trabalho de educação com tema de aves’, por Silvia Paraty

15h – Palestra ‘Aves do meu quintal – parte 2’ (Paisagismo funcional e placas que atraem aves para uso em quintais e jardins, de casa, pousadas e chácaras, por Márcia Farias)

16h – Palestra ‘Observação e comunidade’ (Como a observação de aves pode contribuir com o desenvolvimento sócio ambiental, por Daniel Cywinky)

17h – Palestra ‘Reintrodução e monitoramento’ (Conheça o trabalho da ASM Cambaquara na conservação de quatro diferentes espécies nativas da Ilha  – Papagaio-moleiro, Tiriba, Tucano-do-bico-verde e Periquito-rico, por Silvana Davino)

18h – Palestra ‘Observação e conservação’ (Como birdwatching contribui com a conservação, quais os benefícios e impactos? Quais as boas práticas do observador de aves, por Marco Silva)

19h – Palestra ‘Aves da minha Escola 1’ (Apresentação de um trabalho de educação com o tema das aves de Paraty, por Silvia Paraty)

20h – Cine no Píer – Mostras sobre observação e conservação (vídeos e filmes sobre aves e natureza)

Domingo (20)
7h- Passarinhar nas trilhas de Ilhabela (Visita técnica ASM Cambaquara, com Silvana Davino)

14h – Atividade infantil ‘Aves da minha escola 2’ (Apresentação de um trabalho de educação com o tema das aves de Paraty, por Silvia Paraty)

14h – Minicurso ‘Ilustração de aves’ (Oficina de ilustração de aves com Cristiane Gardim – Técnica de esferográfica)

16h – Palestra ‘Guia internacional, como iniciar?’ (Turistas estrangeiros tem uma grande exigência com relação aos guias de observação. Iniciar uma carreira nem sempre é fácil. Marco Silva apresenta sua recente experiência e dá algumas dicas a quem desejar começar)

17h – Relatos ‘Observação pelágica’ (Mesa redonda com os participantes do Fam-trip)

Segunda-feira (21)
8h – Atividades escolar – Oficina de ilustração de aves com técnica de esferográfica, por Cristina Gardim

9h – Minicurso ‘Jardim de beija-flores’ (Como atrair beija-flores para seu jardim sua varanda ou seu quintal? O que plantar e como construir bebedouros, por Zaga)

Sexta-feira (25)
8h – Fam-Trip Saída Pelágica (Viagem de reconhecimento aos principais destinos de observação em mar aberto, para Alcatrazes)

8h- Palestra ‘Fotografia embarcada’ (Octavio Campos Salles fala sobre a prática fotográfica embarcada, na busca por espécies pelágicas nos mares de Ilhabela)

18h00 – Aves de Alcatrazes: Projetos ICMBio em Alcatrazes, com Mayra Rocha

19h – Minicurso ‘Oficina de Fotografia’ (Os Irmãos Mello trazem sua oficina de fotografia com dicas para fotógrafos avançados e iniciantes)

21h – Cine no Píer – Mostras sobre observação e conservação (vídeos e filmes sobre aves e natureza)

Sábado (26)
7h – Vem passarinhar – Trilha Bananal (Passeios abertos de observação de aves, com Giulia D’Angelo e Sidney)

14h – Atividade infantil ‘Desenhando passarinho com esfero 1 (Formas e técnicas de desenho com a esferográfica pela artista Birgitte Tümmler)

14h – Minicurso ‘Oficina de Tratamento de Imagem’ (Ao longo de 10 anos, os Irmãos Mello foram se especializando em técnicas de tratamento digital de imagens e tornaram-se referência no Brasil. Nessa oficina apresentam as mais importantes ferramentas e suas dicas para melhor resultado)

16h – Palestra ‘Observação para Iniciantes’ (Como se iniciar no mundo da observação de aves? O que é preciso, quais equipamentos, livros e guias, por Giulia D’Angelo)

18h – Minicurso de guia de observação – parte 1 (orientações importantes para o profissional e para o trade, por Marc Egger)

20h – Cine no Píer – Mostras sobre observação e conservação (vídeos e filmes sobre aves e natureza)

Domingo (27)
7h – Minicurso de guia de observação – parte 2 – Fazenda Engenho D’Água, por Marc Egger

14h – Atividade infantil ‘Desenhando passarinho com esfero 2’ (Formas e técnicas de desenho com a esferográfica pela artista Birgitte Tümmler)

15h – Palestra ‘Observação Avançada’ (O que diferencia um observador experiente do iniciante? Técnicas de observação, história natural, comportamento das aves, uso de equipamentos, por Giulia D’Angelo)

Segunda-feira (28)
8h – Atividade Escolar A Arte da esferográfica e ilustração escola Paulo Renato, por Birgitte Tümmler)

 

Reserve sua hospedagem em www.booking.com/

Texto por agência com edição de Natalia Bastos

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