Tudo viagem

Reembolso da taxa de embarque poderá ser feito com créditos de milhas

aeg2uw8wmf18vy4oh6atl27vj

As companhias aéreas são obrigadas a fazer o reembolso do valor da taxa de embarque em até 30 dias, conforme prevê a Portaria nº 676 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Uma das novidades que começou a valer a partir de julho deste ano é a possibilidade de a companhia aérea oferecer, em vez do reembolso, créditos em programas de milhagem, ou outras vantagens em próximas compras. Essa possibilidade tem que estar de acordo com as duas partes.

O reembolso deve ser feito no caso de perda do voo ou por desistência. O direito é válido para os passageiros que compraram bilhetes para voos domésticos e internacionais, com origem no Brasil. Pela norma da Anac, a empresa aérea não tem a obrigação de fazer o reembolso caso o passageiro tenha interrompido a viagem no aeroporto de conexão, nos casos em que o voo não é direto.

No caso do reembolso devido, a empresa terá que fazê-lo de acordo com a forma de pagamento utilizada na compra do bilhete. Ou seja, se o passageiro realizou a compra da passagem em dinheiro, esse é o meio pelo qual o reembolso deverá ser efetuado. Se a passagem aérea foi financiada no cartão de crédito e tem parcelas a vencer, o reembolso obedecerá às regras da administradora do cartão.

A tarifa de embarque não pode compor eventuais valores cobrados em caráter de multa no momento do cancelamento do voo pelo passageiro. A tarifa de embarque é a única paga pelo passageiro e tem a finalidade de remunerar a prestação dos serviços, instalações e facilidades disponibilizadas pelo operador aeroportuário aos passageiros.

FAÇA AQUI A SUA COTAÇÃO DE EMISSÃO DE PASSAGENS COM MILHAS E GARANTA ATÉ 80% DE ECONOMIA



Irlanda muda regras de permanência de estudantes. Visto será reduzido de 12 para oito meses

A Irlanda
aprovou mudanças no seu sistema educacional. Agora, estudantes que
farão intercâmbio no país terão visto de permanência reduzido de
um ano para oito meses. A mudança valerá a partir do dia 1º de
outubro. Os alunos que já estão no país, e que tirarem o visto até
a data se enquadram na antiga regra.


Segundo
o governo
irlandês, a reforma visa proporcionar uma mudança duradoura no
setor, além de conter abusos que vinham acontecendo no sistema.
Apesar das
mudanças, a
duração das aulas continua a mesma, de 25 semanas (seis meses). O
período de férias também irá diminuir, de 25 semanas para oito
semanas.
As
regras para o período de trabalho continuarão as mesmas: 20 horas
semanais durante as aulas e 40 horas semanais durante as férias –
desde que o contrato seja realizado entre os meses de maio e agosto e
de 15 de dezembro a 15 de janeiro. A diferença é que os alunos que
se matriculam em um curso de 25 semanas, só podem ficar mais oito
semanas de férias no país, em vez das 25 anteriores, o que dá um
total de oito meses de permanência.
“Com
a nova regra, será possível renovar o visto por mais dois períodos
de igual duração. Desse modo, um aluno poderá passar, no total,
até dois anos estudando inglês na Irlanda, ao contrário dos atuais
três anos”, afirma Fernanda Lassala, gerente de produtos da S7
Study, agência de intercâmbio especializada em destinos de língua
inglesa. Já os estudantes de graduação e pós-graduação
continuam com a permissão de visto para 12 meses.
Com
o intuito de evitar problemas aos alunos, o governo da Irlanda
aumentou as exigências e a fiscalização. Para funcionar, as
escolas precisarão ter o selo ACELS, que comprova um nível de
qualidade emitido pelo QQI (Quality
and Qualifications Ireland
)
e estar inseridas em um programa de Learner
Protection
,
que é uma comprovação de que o aluno será realocado caso ocorra
qualquer problema com o colégio em que está matriculado.
“Essas
mudanças começaram a acontecer no final de 2014, devido ao grande
aumento de escolas de inglês no país. Com a grande procura dos
estudantes, o número de escolas também cresceu, porém nem todas
entregaram um serviço de alta qualidade. Essas mudanças privilegiam
os intercambistas que buscam um alto padrão de ensino atrelado a um
mercado de trabalho sadio”, diz Cristiano Simões, sócio-diretor
da S7.

_Promo USA 300x250

HTML Snippets Powered By : XYZScripts.com