A Azul recebeu nesta quinta-feira (18) a primeira de cinco aeronaves Airbus A330ceo que passarão a integrar sua frota dedicada a operações internacionais de longo curso. O modelo será utilizado principalmente em rotas para a Europa e os Estados Unidos, reforçando a presença da companhia em mercados estratégicos fora do Brasil.
O Airbus A330-200, versão à qual pertencem as novas aeronaves, chega configurado para transportar 247 passageiros, sendo 20 assentos destinados à classe executiva Azul Business. A cabine premium oferece poltronas com reclinação total de 180 graus, acesso direto ao corredor, serviço de bordo diferenciado, além de acesso ao Lounge Azul no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas.
Nas demais classes, os clientes também contam com sistema de entretenimento individual em todos os assentos, ampliando o conforto durante viagens de longa duração. A aeronave é equipada com motores Rolls-Royce Trent 700 e é reconhecida no setor por combinar autonomia, eficiência operacional e bom nível de conforto, características importantes para voos intercontinentais.
A primeira unidade recebida, de matrícula PR-AHC, já chegou ao Brasil e passa por processos de adequação aos padrões da companhia, incluindo ajustes na cabine, customização interna e instalação dos sistemas de entretenimento antes de entrar em operação comercial. As demais aeronaves serão entregues ao longo do ano, conforme o cronograma da empresa.

Atuação internacional
A chegada dos A330ceo faz parte da estratégia da Azul de fortalecer sua atuação internacional e ampliar a oferta de voos de longo alcance, especialmente em rotas que conectam o Brasil a destinos na Europa e na América do Norte. O movimento também acompanha o plano de crescimento sustentável da companhia após o processo de reestruturação.
Paralelamente, a Azul avança na modernização da frota com a incorporação dos Airbus A330-900neo, aeronaves de nova geração que oferecem maior eficiência e menor consumo de combustível. Com esses modelos, a companhia busca consolidar uma base mais moderna para suas operações internacionais no longo prazo, mantendo equilíbrio entre expansão imediata e renovação tecnológica.

