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Rumo a Galápagos! Gol assina acordo interline com a Tame do Equador

A Gol e Tame do Equador assinaram acordo de interline. A parceria permite que a companhia equatoriana comercialize trechos aéreos da Gol por meio dos sites oficiais, lojas físicas, central de atendimento e agências de viagem. Os acordos de interline possibilitam que os passageiros reservem voos em duas ou mais companhias aéreas para fazer um itinerário conjunto .

Com o acordo o passageiro realiza somente um check-in de sua bagagem a qual já é direcionada ao destino final, além de desfrutar de uma maior oferta de destinos finais com uma única tarifa no bilhete (through-fares). No caso da Gol, esses passageiros podem escolher entre os 52 destinos domésticos da companhia, além dos 14 internacionais.
Em 204 a Gol firmou sete parcerias. Recentemente selou acordos com empresas da Argentina, Japão, França, Alemanha, Itália e Portugal. Entre as aéreas que assinaram acordos de interline, estão a Lufthansa e a All Nipon Airways, logo em acordos de codeshare (compartilhamento de voos), a Gol anunciou parceria com a TAP, Aerolíneas Argentinas, além de firmar acordo estratégico exclusivo de longo prazo para operação comercial no Brasil e na Europa com a Air France-KLM.
A Tame Línea Aérea del Ecuador foi fundada em 1962 para conectar o território equatoriano e promover o desenvolvimento comercial, social, turístico e cultural do país. Seu crescimento foi gradual e sustentado. A companhia expandiu suas rotas domésticas e adquiriu aeronaves DC-3, DC-6, Electra, Avro, Boeing 727-100, Boeing 727-200, Airbus A320, Embraer 170 e 190 e mais recentemente, Airbus A330.
A frota cobre 15 destinos dentro do Equador, incluindo as Ilhas Galápagos e nove internacionais. Desde de 1993, a Tame opera três voos semanais para Cali, na Colômbia. A Tame transporta diariamente cerca de 7 000 passageiros nos seus nacionais e internacionais. A aquisição de modernos aviões com maior capacidade permite que mais passageiros viagem pela companhia e consolida a Tame no mercado da avião comercial.
Apesar da parte restante de empresas estatais, seu funcionamento é completamente autônomo nas áreas administrativas e financeiras. A companhia não recebe contribuições governamentais e seu crescimento se baseia na renda gerada por sua própria atividade.
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