Voos regionais para Caratinga, Teófilo Otoni e Patos de Minas têm as maiores taxas de ocupação

Desde 2016, quando o projeto foi lançado,  o Voe Minas Gerais transportou 21.638 passageiros.

Os passageiros de Caratinga e de Teófilo Otoni são os que mais usam os voos do projeto Voe Minas Gerais. Um dos motivos do sucesso destas linhas é o medo de acidentes na BR-381, a “rodovia da morte” que liga Belo Horizonte a Governador Valadares.


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Os voos que chegam ou decolam de Caratinga têm taxa de ocupação média de 72,6% e dos de Teófilo Otoni a taxa é de 64,5%. Parte do trajeto rodoviário de Belo Horizonte para as cidades de Caratinga e Teófilo Otoni é feito pela BR-381. Teófilo Otoni é o destino mais procurado, com 4.872 passageiros transportados.

O Voe Minas Gerai foi lançado em agosto de 2016. O projeto oferece voos para cidades do interior partindo do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. A taxa média de ocupação dos voos é de cerca de 60%. O valor dos bilhetes varia de R$ 130 a R$ 700 (média de R$ 335), de acordo com a distância percorrida. Desde seu lançamento, o Voe Minas Gerais transportou 21.638 passageiros.

Os voos são operados pela TWO Flex. A empresa tem em sua frota 18 Grand Caravan, aeronaves turbo-hélice de asa alta com capacidade para transportar 9 passageiros. As cidades atendidas são Araçuaí, Araxá, Belo Horizonte, Caratinga, Diamantina, Guaxupé, Manhuaçu, Nanuque, Paracatu, Passos, Patos de Minas, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Teófilo Otoni, Varginha e Viçosa.

AS CIDADES COM AS MAIORES TAXAS DE OCUPAÇÃO

Caratinga: 72,6%

Teófilo Otoni: 64,5%

Patos de Minas: 44,2%

Diamantina: 43,9%

Manhuaçu: 41,5%.

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Capital paulista registra em abril a melhor taxa de ocupação hoteleira dos últimos cinco anos

O desempenho do setor de janeiro a abril de 2018 foi de R$ 109,9 milhões arrecadados, 19,5% maior do que em 2017, quando foram arrecadados R$ 92 milhões no mesmo período.

A taxa de ocupação de abril nos meios de hospedagem da cidade de São Paulo foi a melhor dos últimos cinco anos para o mês, com média de 70,68% . Os hoteis de nível superluxo foram os que tiveram maior taxa, com 74%. O levantamento feito pelo Observatório de Turismo e Eventos da São Paulo Turismo (SPTuris, empresa municipal de turismo) também apontou diária média de R$ 310,93, superior aos R$ 290,23 praticados em abril do ano passado.

Segundo a pesquisa, a cidade de São Paulo ainda tem grande oferta de hotel barato, motivo do crescimento da taxa de ocupação. Já nos hostels, a taxa de ocupação em abril deste ano foi de 46,15%, a menor para o mês na série iniciada em 2011. Em relação à diária média dos hostels, abril de 2018 ficou em R$ 67,95, aumento de mais de 33% no comparativo com 2017, quando era R$ 51,05.

O Observatório ainda organiza os números de arrecadação de Imposto Sobre Serviços (ISS) do Grupo 13 de Turismo – fornecidos pela Secretaria Municipal da Fazenda. Em abril houve arrecadação de R$ 29,3 milhões, a maior do ano, o que representou 2,5% do total arrecadado no município de São Paulo no mês. O desempenho do setor de janeiro a abril de 2018 foi de R$ 109,9 milhões arrecadados, 19,5% maior do que em 2017, quando foram arrecadados R$ 92 milhões no mesmo período.

Outro dado monitorado é o movimento dos três terminais rodoviários paulistanos – Tietê, Barra Funda e Jabaquara –, que tiveram total de mais de 5,4 milhões passageiros (considerando desembarques) de janeiro a abril de 2018, além de pouco mais de 219 mil chegadas de ônibus.

 

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