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Companhia brasileira pede à ANAC para operar na ponte aérea com avião de luxo; veja as fotos

A companhia pretende usar em Congonhas o Boeing 737-500 equipado com 52 assentos executivos com poltronas de couro.

A Sideral Linhas Aéreas, companhia sediada em Curitiba, entrou na disputa pelos slots (autorização de pousos e decolagens) no Aeroporto de Congonhas, localizado na cidade de São Paulo. A companhia pediu à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para operar voos de  Congonhas para o Aeroporto Santos Dumont (Rio de Janeiro) e Brasília. (Veja abaixo a tabela de voos).

A Sideral pretende iniciar os voos no dia 16 de novembro deste ano. A companhia vai usar nos voos para Brasília e na ponte aérea Rio/São Paulo uma aeronave que promete revolucionar o mercado de luxo da aviação. A novidade é um Boeing 737-500 equipado com 52 assentos executivos com poltronas revestidas com couro italiano. É o maior espaço entre as poltronas em relação a todos os aviões de grande porte em operação no Brasil.

O pedido da Sideral tem tudo para ser aprovado pela ANAC. Se até outubro deste ano a Avianca Brasil não voltar a operar em Congonhas, a agência reguladora terá que fazer a distribuição dos 23 slots que eram usados pela Avianca no aeroporto localizado na capital paulista. Pela regra atual, as novas companhias (entrantes) em Congonhas têm direito a ficar com a metade dos slots. As demais autorizações de pousos e decolagens seriam dadas para a Gol, LATAM e Azul. Lembrando que a Azul tem 12 sltos e LATAM e Gol 130 cada.

Nesta sexta-feira (14/06) a Passaredo Linhas aéreas oficializou um requerimento junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para que seja considerada como nova empresa apta a operar no Aeroporto de Congonhas. A Sideral e Passaredo têm mais chances de ficar com os slots já que possuem certificação da ANAC para operar no Brasil. Cada companhia poderá receber de 5 a seis autorizações de pousos e decolagens.

A Sideral opera atualmente no setor de cargas e realiza fretamentos, principalmente para clubes de futebol. Para que a Sideral comece a oferecer voos regulares ela vai precisar, por exemplo, montar bases de tripulantes, o que pode ser realizado em no máximo 60 dias. Além do Boieng 737-500, a companhia tem em sua fota os Boeings 737-300, mesmo modelo que era usado pela extinta Webejet.

A Passaredo e a Sideral têm vantagens em Congonhas em relação as companhias estrangeiras que demonstraram interesse pelos slots. A MAP Linhas Aéreas, com sede em Manaus, e que usa em seus voos o modelo ATR, o mesmo da Passaredo, também vai entrar com pedido para operar em Congonhas. MAP também tem tudo para ser autorizada a operar na capital paulista. A informação sobre o interesse da MAP é de uma fonte da ANAC, que pediu para não ser identificada,

A Air Europa, por exemplo, que entrou processo de certificação na ANAC, não conseguirá cumprir todas as etapas para começar a operar voos domésticos no Brasil. Todo processo dura 220 dias. A Air Europa está interessada nos slots de Congonhas. Veja aqui mais fotos da aeronave da Sideral que será usada em breve em Congonhas.

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Modelo Boeing 737-500 tem 52 assentos executivos com poltronas revestidas com couro italiano.

A Sideral Linhas Aéreas, companhia sediada em Curitiba, está usando em seus voos fretados uma aeronave que promete revolucionar o mercado de luxo da aviação executiva. A novidade é um Boeing 737-500 equipado com 52 assentos executivos com poltronas revestidas com couro italiano.  É o maior espaço entre as poltronas em relação a todos os aviões de grande porte  em operação no Brasil. (Confira fotos exclusivas abaixo).

O avião que agora faz parte da frota da Sideral era usado para transportar pilotos e alguns chefes de equipes dos grandes prêmios da Fórmula 1 que ocorriam na Europa. Enquanto os caminhões com os equipamentos iam por via rodoviária, essa aeronave realizava viagens entre os países da Europa levando as equipes.

A extinta Rio Sul já usou esse modelo no Brasil. Jogadores do Atlético Paranaense, do Ceará, Internacional e do, Grêmio já viajaram no Boeing da Sideral. A aeronave tem fornos que permitem que no serviço de bordo os passageiros possam saborear pratos quentes, preparados na hora.

A Sideral é a maior companhia cargueira do Brasil. Esse tipo de atividade representa 99% de suas operações. Em 2018 foram mais de 17 mil decolagens. Criada em 2008,  a companhia tem em sua frota 20  aeronaves Boeings, sendo que quatro são exclusivas para o transporte de passageiros.

Atualmente tem bases operacionais nos estados do Amazonas, Piauí, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Ceará, Bahia, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Acesse aqui o site da Sideral.

Gostou da novidade? Vamos torcer para a Sideral entrar para o mercado da aviação comercial do Brasil.

 

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