3 formas de ser um viajante

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Viajar é alimentar a alma! Mas viajar não significa necessariamente ser um viajante. Como assim? É porque viajar pode também significar ser apenas um turista. A diferença está no comportamento, então não espere necessariamente ver aquela típica imagem do gringo vermelho como um camarão e tirar as suas conclusões. Ser viajante é mergulhar nas possibilidades e pensar fora da caixinha: se perder é uma oportunidade de conhecer novos lugares; barreiras linguísticas são chances de buscar novas formas de comunicação; situações desconfortáveis são maneiras de ver as coisas sob uma outra ótica! Então, nada de caretice e vamos ver como  você pode (e deve!) ser um viajante:

1) Meta as caras numa nova língua

Gente, vamos combinar: é maravilhoso chegar num lugar e conseguir se comunicar sem a ajuda de ninguém, fato. Mas mais que isso, as pessoas do lugar se sentem muito mais propícias a te ouvir e ajudar quando oivem que você fez o esforço de aprender a língua delas, e não importa se você tá falando que nem o Joel Santana em inglês, porque o importante é FALAR. Hoje em dia é muito fácil sair da zona de comforto, porque se Maomé não vai à montanha, a montanha vem a Maomé: aplicativos como a Babbel oferecem módulos online para acessar no celular, computador ou de onde for! O conteúdo da Babbel vai além do “book is on the table” e é preparado por linguistas nativos com cada seção durando 15 minutos. Você vê seu progresso mais rápido que o Flash! Olha só:

2) Veja a metade cheia do copo

Sabe quando você faz um pudim perfeito, mas na hora de desenformar ele quebra? Oh, que raiva. Então, às vezes a gente planeja tanto uma viagem, faz tudo perfeito e ainda assim algo inesperado acontece! Mas calma. Antes de se desesperar, jogar as mãos pro céu e exclamar “Por quê? Por que eu?” estilo Thalia em Maria do Bairro, respira, sacode a poeira e dá a volta por cima. Talvez essa seja uma oportunidade pra descobrir algo, ser criativo, ser proativo. Tá, já sabemos que você preferia não ter que passar por perrengue, mas quando o perrengue abraça a gente, meu amigo, a melhor forma de desaparecer com ele é abraçá-lo de volta!

 

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3) Espelho, espelho meu, tem alguém mais maravilhoso que o Google Maps?

Entenda: mapas sempre serão seus amigos, e é maravilhoso contar com eles. Mas também entenda que eles são apenas ferramentas; você não precisa seguir à risca exatemente apenas o que está no mapa (se forno Rio de Janeiro, siga sim… você não quer entrar numa rua suspeita!). Deixe o mapa te levar e… leve-se pela sua curiosidade! Você pode fazer descobertas maravilhosas que não teriam sido possíveis se obcecado comum plano fixo. E é também dessa forma que você sai das rotas turísticas tradições e descobre pontos mais locais e fascinantes que de outra forma seria mais difícil.

Conclusão: todas as situações listadas acima podem ser em algum grau desconfortáveis, mas desconfortos vêm de qualquer forma. Sabe aquelas camisas “Eu amo (cidade)”? Pois bem, vista a camisa mental do “Eu amo o desconforto”. E por quê? O que nos incomoda faz a gente crescer (lógico, se for em relação a precisar desesperadamente ir ao banheiro, sebo nas canelas!). Escolha ser um viajante!


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