Teófilo Otoni e Caratinga terão voos a partir de julho sem o apoio do Governo de Minas

Empresários e lideranças comunitárias das duas cidades decidiram criar um fundo para cobrir as despesas das operações.

Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, será a única cidade de Minas Gerais que terá a continuidade dos voos operados pela TWOFlexa partir do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. No dia 28 de junho, próxima sexta-feira (28/06), todos as rotas do projeto Voe Minas Gerais serão suspensos. O governo do estado decidiu acabar com o projeto criado em 2016 por não ter condições de bancar o prejuízo causado pelas rotas deficitárias.

Os voos serão de segunda à sexta-feira, um em cada sentido. As decolagens de Teófilo Otoni serão sempre às 7h55 e da Pampulha as partidas serão às 16h40. O voo entre as duas cidades dura cerca de 1h15. A manutenção dos voos em Teófilo Otoni foi possível depois que o deputado deputado estadual Neilando Pimenta (Podemos) mobilizou empresários da região. Foi criado um fundo garantidor que bancará as despesas dos voos quando a taxa de ocupação das aeronaves for inferior a 70%.

A Real Aviation Services, com sede em Belo Horizonte, será a empresa responsável pelo gerenciamento dos voos. As aeronaves Caravan, de 9 assentos, da TWOFlex, usadas atualmente, farão os voos para Teófilo Otoni e Caratinga. As passagens por trecho (ida ou volta) vão custar R$ 695. A tarifa do Voe Minas Gerais, projeto manido pela Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge), custa atualmente R$ 645.

Manhuaçu sem definição

Os voos de Caratinga para a Pampulha estão previstos para 15 de julho deste ano e também foram mantidos após mobilização de empresários locais. Eles também vão ajudar a bancar o projeto caso a taxa de ocupação das aeronaves não atinja 50%. As duas cidades de mobilizaram por causa dos graves acidentes e dos congestionamentos da BR-381 (a rodovia da morte) que faz a ligação com Belo Horizonte.

Os horários dos voos e valores das passagens para Caratinga ainda não foram definidos. A venda das passagens de Teófilo Otoni serão feitas inicialmente nos balcões da Real Aviation Services em Belo Horizonte e Teófilo Otoni. As passagens também poderão ser compradas pelo telefone 31 3427-7293.

A empresa Real Aviation Services  está negociando com a Codemge a manutenção do site Voe Minas Gerais. Caso não seja possível, o projeto será batizado de Real Minas. A cidade de Manhuaçu está tentando manter os voos para Caratinga, facilitando as viagens para Belo Horizonte, mas ainda não há nada conclusivo.

As outras cidades que vão ficar sem voos do projeto são Araçuaí, Diamantina Patos de Minas, Ipatinga e Governador Valadares. Lembrando que estas duas cidades são as únicas atendidas com voos da Azul.

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Belo Horizonte será a única entre as maiores capitais sem voos comerciais, saiba porque

As cidades de Teófilo Otoni e Caratinga são as que têm a maior taxa de ocupação nas rotas do Voe Minas Gerais.

A partir de 29 de junho, o Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, não terá mais voos comerciais. O projeto Voe Minas Gerais, criado em 2016 pelo governo do estado, deixa de ser operado pela TWOFlex. No primeiro ano 19 cidades chegaram a ser atendidas. As cidades de Caratinga e Teófilo Otoni, que vão ficar sem voos, criaram um movimento para convencer o governador Romeu Zema (Novo) a não acabar com o projeto.

O projeto atende oito cidades a partir da Pampulha, mas o Governo de Minas decidiu encerrar o Voe Minas por ser deficitário. A Pampulha será o único aeroporto entre as maiores capitais sem voos comerciais. A Passaredo foi a última a empresa a deixar a Pampulha, em abril de 2018. Natal, no Rio Grande do Norte, também tem um aeroporto sem aeroporto comercial.

A Pampulha terá apenas embarques de desembarques de funcionários da Vale que viajam de Belo Horizonte para Carajás em aeronave própria da empresa, além dos táxis aéreos, principalmente da Líder.  No Aeroporto da Pampulha funciona um centro de manutenção de aeronaves da Azul.

Atualmente o terminal localizado a 9 quilômetros do centro da capital tem apenas duas lojas funcionando (uma locadora de veículos e uma lanchonete).  Sem passageiros, a tendência é de mais abandono. A TWOFlex usa nos voos da Pampulha o avião Caravan com 9 assentos. As cidades de Teófilo Otoni e Caratinga são as que têm a maior taxa de ocupação nas rotas do Voe Minas Gerais. Essas duas cidades vão ficar sem voos comerciais, mesma situação de Patos de Minas.

Exclusivo! Governo de Minas vai acabar com o projeto de voos regionais no dia 28 de junho

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Governo Federal decide não liberar voos com jatos da Pampulha para grandes cidades após TCU derrubar restrições

Na realidade, a BH Airport, que administra o Aeroporto de Confins, conseguiu barrar os voos na Pampulha depois de um lobby forte em Brasília. 

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira (13/03) derrubar todas as restrições que impediam o Governo Federal de libera voos com jatos do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, para as maiores capitais do Brasil. Em dezembro de 2017 o ministro Bruno Dantas acatou pedido do senador Antônio Anastasia (PSDB_MG) impedindo voos com jatos no aeroporto localizado a 9 km do Centro da capital mineira. (Veja decisão completa do TCU no final).

O Ministério da Infraestrutura informou que não pretende liberar jatos na Pampulha até a conclusão de um estudo de viabilidade técnica e econômica do Aeroporto da Pampulha. O ministério informou que o aeroporto deve ser privatizado no segundo semestre de 2020. (veja nota completa abaixo). Com essa decisão o aeroporto da capital mineira só pode ter voos regionais com jatos para aeroportos regionais. ou seja, com até 600 mil passageiros por ano. Isso significa que uma companhia não pode lançar voo direto de Belo Horizonte para Uberlândia, o que é um verdadeiro atraso.

Na realidade, a BH Airport, que administra o Aeroporto de Confins, conseguiu barrar os voos na Pampulha depois de um lobby forte em Brasília.  Pampulha tem somente voos para cidades do interior do estado de Minas Gerais em aviões com 9 assentos. Esses voos são do Voe Minas, projeto do governo do estado. A Gol (foto) suspendeu voos que partiam da Pampulha para Juiz de Fora (Zona da Mata) e seguiam para São Paulo (Congonhas) em 2018 após as restrições determinadas pelo TCU.

NOTA PAMPULHA

Tendo em vista a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), o Ministério da Infraestrutura esclarece que revogará as portarias anteriores e manterá o Aeroporto da Pampulha destinado exclusivamente às operações da aviação regional e geral, até que sejam concluídos os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) e definida a modelagem para a concessão do terminal. O aeroporto fará parte da 7ª rodada de concessões aeroportuárias, que será iniciada no segundo semestre de 2020.

Ministério da Infraestrutura

ACESSE AQUI A DECISÃO DO TCU

 

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TCU vai decidir na quarta-feira se a Pampulha poderá ter voos com jatos sem restrição de destino

Por causa da restrição determinada pelo TCU, atualmente o Aeroporto da Pampulha tem voos apenas para o interior de Minas com aviões de 9 lugares.

O Tribunal de Contas da União (TCU) marcou para a próxima quarta-feira (26/09) a votação em plenário sobre a situação do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. (Veja documento no final). Conforme o Tudo Viagem mostrou com exclusividade no dia 6 de setembro deste ano, o setor técnico do TCU deu parecer favorável para que o aeroporto localizado na capital mineira tenha voos com jatos de grande porte sem restrição de destino.


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Na quarta-feira os ministros do TCU podem derrubar a liminar pedido pelo senador Antônio Anatasia (PSDB-MG0, candidato ao Governo de Minas, que barrou voos com jatos na Pampulha. O relator do processo sobre o Aeroporto da Pampulha é o ministro Bruno Dantas. Caso o TCU acate o parecer técnico, o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação (MTPA) terá que revogar a portaria que permite que as companhias operem somente com jatos na Pampulha somente com voos diretos para aeroportos regionais. São considerados aeroportos regionais os que recebem até 600 mil passageiros por ano.

Por causa da restrição determinada pelo TCU, atualmente o Aeroporto da Pampulha tem voos apenas para o interior de Minas com aviões de 9 lugares. Em junho deste ano a Gol deixou de oferecer um voo diário de Belo Horizonte para o Aeroporto Regional da Zona da Mata que fica entre as cidades de Goianá e Rio Novo. A boa notícia é que a Gol manteve toda a sua estrutura na Pampulha, um sinal de que pode voltar a oferecer voos assim que o TCU bater o “martelo” sobre o assunto.

CONFIRA A AGENDA DO TCU 

O PARECER

Segundo os técnicos do TCU, a liberação de jatos na Pampulha não vai causar impacto no Aeroporto de Confins, conforme alegava a concessionária BH Airport. A área técnica que mais voos no terminal localizado em Belo Horizonte vai favorecer o interesse público – o bem-estar dos usuários – também trará benefícios financeiros para a Infraero, no curto, médio e longo prazo, conforme demonstraram as manifestações do MTPA, da Anac e da Infraero acostadas aos autos”.

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Setor técnico do TCU recomenda volta dos voos com jatos na Pampulha sem restrição de destino

Atualmente o Aeroporto da Pampulha tem voos apenas para o interior de Minas com aviões de 9 lugares.

Técnicos da Secretaria de Fiscalização de Infraestrutura Rodoviária e de Aviação Civil do Tribunal de Contas da União (TCU) emitiram parecer técnico recomendando o fim das restrições dos voos com jatos de médio e grande no Aeroporto da Pampulha, localizado em Belo Horizonte. Isso significa que a equipe técnica do TCU entendeu que as companhias aéreas podem lançar rotas, por exemplo, da capital mineira para a cidade de São Paulo (Congonhas), como pretendia a Gol em janeiro deste ano.


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O parecer do TCU agora será analisado em plenários pelos ministros em data ainda a ser confirmada. Caso a recomendação da aérea técnica seja acatada, o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação (MTPA) terá que revogar a portaria que permite que as companhias operem com jatos na Pampulha somente com voos diretos para aeroportos regionais. São considerados aeroportos regionais os que recebem até 600 mil passageiros por ano.

Atualmente o Aeroporto da Pampulha tem voos apenas para o interior de Minas com aviões de 9 lugares, Em junho deste ano a Gol deixou de oferecer um voo diário de Belo Horizonte para o Aeroporto Regional da Zona da Mata que fica entre as cidades de Goianá e Rio Novo.

Segundo os técnicos do TCU, os estudos apresentados pela BH Airport demonstrando significativo impacto para a continuidade das operações no Aeroporto de Confins com a reabertura da Pampulha são claramente extemporâneos, pois essa possibilidade havia sido expressamente prevista no curso do processo de concessão de Confins, na audiência pública que antecedeu a realização do leilão do aeroporto. Nessa ocasião a Anac deixou assente que, conforme disposto no contrato de concessão, essa ocorrência caracterizava risco da concessionária e, consequentemente, não implicaria reequilíbrio econômico-financeiro do contrato.

CONFIRA OUTROS TRECHOS DO PARECER

“As restrições atuais ferem frontalmente a regra legal disposta no §1º do art. 48 da Lei 11.182/2005, conhecida também como princípio da liberdade de voo (ou de oferta, como prefere a Anac), e o princípio da livre concorrência, ao passo que a reabertura sem restrições da Pampulha, além de favorecer o interesse público – o bem-estar dos usuários – também trará benefícios financeiros para a Infraero, no curto, médio e longo prazo, conforme demonstraram as manifestações do MTPA, da Anac e da Infraero acostadas aos autos”.

“Os estudos apresentados pela BH Airport demonstrando significativo impacto para a continuidade das operações no Aeroporto de Confins com a reabertura da Pampulha são claramente extemporâneos, pois essa possibilidade havia sido expressamente prevista no curso do processo de concessão de Confins, na audiência pública que antecedeu a realização do leilão do aeroporto. Nessa ocasião a Anac deixou assente que, conforme disposto no contrato de concessão, essa ocorrência caracterizava risco da concessionária e, consequentemente, não implicaria reequilíbrio econômico-financeiro do contrato”.

“Eventual impacto negativo na concessão do Aeroporto de Confins com a reabertura da Pampulha não pode justificar a adoção de medidas intempestivas por parte do MTPA restringindo operações na Pampulha, as quais, além de afrontar o princípio da liberdade de voo, contrariam as regras estabelecidas no processo de concessão”.

ACESSE AQUI O PARECER COMPLETO

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Governador Valadares, Ipatinga, Piumhi e Patrocínio terão voos para o Aeroporto da Pampulha

Voos começam na segunda-feira e serão operados com os aviões Caravan com 9 assentos: passagens já estão sendo vendidas. 

A partir da próxima segunda-feira (20/08) mais quatro cidades terão voos do projeto Voe Minas Gerais a partir do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. Serão 18 cidades do interior do estado atendidas com voos a partir da capital mineira. Governador Valadares também terá voos para o Aeroporto da Pampulha com escala em Ipatinga a partir de segunda-feira.


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Os voos para as duas cidades serão às segundas-quartas e sextas-feiras. As passagens já estão sendo vendidas. Nesta rota a empresa TWO-Flex usa o avião Caravan com 9 assentos. Em Ipatinga e Governador Valadares a Azul opera sem concorrência com voos para o Aeroporto de Confins.

Quem for viajar no dia 20, segunda-feira e retornar na sexta-feira (24/08) de Ipatinga para Confins vai pagar na Azul R$ 1.781,82 e pela TWO-Flex (Pampulha) as passagens custam R$ 620. Já os bilhetes nesta mesma data de Governador Valadares para Confins custam R$ 2.425,28 e para a Pampulha a viagem sai por R$ 950.

A partir da semana que vem Piumhi terá voos para a Pampulha às segundas, quintas e sextas-feiras. As frequências para Patrocínio serão às segundas, quintas e sextas-feiras. Por outro lado, a partir de segunda-feira o projeto Voe Minas Gerais suspende os voos de Belo Horizonte para Nanuque.

CONFIRA DOS HORÁRIOS E PREÇOS DOS VOOS DE IPATINGA

CONFIRA OS HORÁRIOS E PREÇOS DOS VOOS DE GOVERNADOR VALADARES

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Aeroporto da Pampulha registra prejuízo operacional de R$ 15,7 milhões

Segundo a Infraero, o Aeroporto da Pampulha tem estrutura para receber voos de maior porte, e com a retomada de voos comerciais estimativa de aumento de receitas operacionais.

O Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, registrou R$ 11,1 milhões em receitas operacionais de janeiro a junho deste ano. Segundo a Infraero, que gerencia o aeroporto, as despesas operacionais ficaram em R$ 25,8 milhões, gerando prejuízo líquido de R$ 15,7 milhões nos seis primeiros meses do ano. O custo médio mensal das despesas operacionais é de R$ 4,3 milhões.


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A tendência é de um prejuízo ainda para os cofres públicos nos próximos meses. Na quinta-feira (02/-08) a Gol deixou de operar no Aeroporto da Pampulha. A companhia realizava um voo diário de Belo Horizonte para São Paulo (Congonhas) com uma escala na Zona da Mata (Juiz de Fora). A Gol era a única companhia que oferecia voos comerciais na Pampulha. A Gol aguarda decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que suspendeu voos operados por jatos para as capitais.

Os passageiros do Voe Minas Gerais que viajam em aviões de 9 lugares da Pampulha para o interior do estado não pagam taxa de embarque. É que esse tipo de operação é considerada não-regular. Segundo a Infraero, o Aeroporto da Pampulha tem estrutura para receber voos de maior porte, e com a retomada de voos comerciais estimativa de aumento de receitas operacionais gira em torno de R$ 22  milhões ao ano.

“A retomada dos voos reverteria a situação financeira atual já no primeiro ano, atendendo à demanda da capital mineira”, diz trecho de uma nota da Infraero. O Aeroporto da Pampulha tem capacidade para receber 2,2 milhões de passageiros por ano. O terminal de passageiros conta com 4,62 mil m², sendo totalmente adaptado, segundo as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), para atender a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

São 24 posições de check-in, duas esteiras de restituição de bagagem; oito banheiros (masculinos e femininos), localizados nas áreas de embarque e desembarque; e estacionamento de veículos com 274 vagas para carros e motos.

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Saiba qual o aeroporto de uma capital que deixará de receber taxa de embarque de voos regulares

A partir de 3 de agosto o Aeroporto da Pampulha não terá voos regulares para outros estados.

A partir de sexta-feira (03/08) o Aeroporto da Pampulha deixa de ter voos da Gol de Belo Horizonte para a cidade de São Paulo (Congonhas) com escala na Zona da Mata (Juiz de Fora). O aeroporto localizado na capital mineira será o único gerenciado entre as capitais do Brasil que não terá arrecadação de taxa de embarque.


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O motivo é que em junho deste ano a Passaredo deixou a Pampulha, acabando com os dois voos sem escalas da Pampulha para Ribeirão Preto (SP). Os passageiros do projeto Voe Minas Gerais, que oferece voos de Belo Horizonte para 16 cidades do interior do estado, não pagam taxa de embarque. É que esse tipo de operação é considerada não-regular é isento do pagamento da taxa. Os aviões do Voe Minas transportam 9 passageiros.

Sem voos regulares, a Infraero terá ainda mais prejuízo para manter a Pampulha funcionando. A Gol aguardou de janeiro deste ano até o final de julho uma decisão por parte do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre uma portaria do Governo Federal que permite voos a partir da Pampulha somente para aeroporto regionais, ou seja, com até 600 mil passageiros por ano. O pedido de suspensão de voos para as capitais foi apresentado no STJ e no TCU pelo senador Antônio Anastasia (PSDB-MG) e pela BH Airport, empresa que gerencia o Aeroporto de Confins.

Com essa restrição, a Gol e nenhuma outra companhia pode oferecer voos sem escalas de Belo Horizonte para o Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória, Brasília, entre outras cidades. A partir de sexta-feira os funcionários da Gol na Pampulha serão transferidos para Confins. A base ficará fechada até que o TCU e o STJ decidam sobre o futuro do aeroporto de Belo Horizonte. A Gol oferecia voos para São Paulo com escala na Zona da Mata nos Boeings 737-700 com 144 assentos.

 

 

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Gol aguarda posição do TCU para decidir se permanece no Aeroporto da Pampulha

Voos da companhia para São Paulo com escala na Zona da Mata serão operados até 4 de agosto deste ano.

A Gol confirmou a suspensão da venda das passagens de seus voos operados no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, conforme o Tudo Viagem mostrou com exclusividade na última quarta-feira (30/05). A novidade é que a companhia mostrou forte interesse em manter suas operações no terminal localizado na capital mineira (veja nota abaixo), mas depende de uma decisão do Tribunal de Conta da União (TCU).

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Foi o TCU que determinou ao Ministério dos Transportes e Aviação uma portaria que liberava voos com jatos para todas as cidades, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Em função desta determinação, a Gol foi obrigada a suspender em janeiro deste ano os voos sem escalas da Pampulha para a cidade de São Paulo (Congonhas). O voo atual, que será operado até de 4 de agosto, faz uma parada na Zona da Mata antes de seguir para São Paulo.

O Tudo Viagem teve acesso a uma informação importante e que pode ajudar a Gol manter seus voos na Pampulha. A aérea técnica do TCU elaborou um parecer técnico afirmando que os voos da Pampulha para os grandes centros urbanos não afetam o Aeroporto de Confins, derrubando os argumentos do senador Antônio Anastasia (PSDB-MG), autor do pedido que gerou a suspensão da portaria 911 do Ministério dos Transportes e Aviação.

O problema é que o TCU está demorando a marcar a reunião plenária que vai bater o martelo sobre a decisão. Com a demora, o Aeroporto da Pampulha está praticamente abandonado. Nesta semana a Passaredo deixou de operar na Pampulha e todos os seus funcionários de Belo Horizonte foram demitidos.

CONFIRA NOTA DA GOL

A GOL informa que acredita no potencial de Pampulha para voos com destino a grandes cidades e foco nos Clientes que viajam a negócios. Com a restrição desse aeroporto a voos regionais, optou por realizar a suspensão da rota entre Juiz de Fora e Pampulha a partir de 04 de agosto, até que os órgãos regulares competentes deliberem favoravelmente sobre a Portaria 911.

A companhia reitera que, desde o anúncio desse novo mercado, teve como objetivo oferecer sempre o melhor serviço em termos de qualidade, disponibilidade e regularidade aos seus Clientes.

Atenciosamente
Comunicação Corporativa GOL

A foto acima é de Gabriel Wallace- página do ?Aeroporto da Pampulha

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Gol suspende venda das passagens dos voos da Pampulha

Nesta semana a Passaredo deixou de operar no Aeroporto de Belo Horizonte, demitindo todos os seus funcionários.

Uma péssima notícia para os mineiros. A Gol suspendeu a venda das passagens de seus voos do Aeroporto da Pampulha para a cidade de São Paulo (Congonhas) com uma escala no Aeroporto Regional da Zona da Mata. O último voo será no dia 2 de agosto deste ano. A companhia ainda não se lançará outra rota ou de vai deixar a Pampulha.

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Os voos da Gol foram iniciados no dia 23 de janeiro deste ano e seriam sem escalas para a capital paulista, mas uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), atendendo a um pedido do senador Antônio Anastasia (PSDB), impediu a companhia de realizar essa rota.

Pela norma atual a Pampulha pode receber voos de aeronaves de grande porte, mas as companhias só podem voar sem escala para aeroportos regionais, com movimentação de até 600 mil passageiros por ano. Com essa restrição a Gol, a primeira a investir na Pampulha com contratação de funcionários, não pode lançar voos sem escalas nem mesmo para Uberlândia.

A Gol chegou a estudar a possibilidade de lançar um voo da Pampulha para Uberaba. A mesma aeronave seguiria para Guarulhos. A boa notícia é que a Gol vai manter os voos sem, escalas da Zona da Mata para Congonhas. A Gol foi procurada, mas ainda não se manifestou sobre a situação de quem comprou passagens para depois de 2 de agosto. Assim que a companhia responder vamos atualizar esse post.

VENDA DAS PASSAGENS ESTÁ SUSPENSA 

Se a Gol deixar a Pampulha o aeroporto de Belo Horizonte só terá voos para algumas cidades do interior de Minas Gerais com aviões de 9 lugares. O motivo é que nesta semana a Passaredo suspendeu todos os seus voos da Pampulha para Ribeirão Preto (SP). Os funcionários foram demitidos. Nesta mesma semana a companhia começou a oferecer voos de Uberlândia para Guarulhos e Goiânia.

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