Aplicativo de voos compartilhados lança rota Salvador/Morro de São Paulo

A empresa pretende lançar voos para Belo Horizonte e Brasília já no segundo semestre deste ano.

O aplicativo Flappe que oferece voos compartilhados começou a operar a rota Salvador/Morro de São Paulo, ilha localizada no litoral da Bahia. As partidas são Aeroporto Internacional de Salvador e as viagens são realizadas à bordo de um Cessna Caravan, com preços a partir de R$ 500. A aeronave oferece espaço para bagagens.


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Passaredo e TAM ampliam acordo de voos compartilhados

A TAM está oferecendo em seus canais de venda bilhetes aéreos que combinam trechos internacionais da própria empresa com alguns voos domésticos da Passaredo. A conexão internacional é realizada pela TAM em São Paulo/Guarulhos, que atende todos os 24 destinos no exterior operados pela companhia, ou em Brasília, que atualmente atende 3 das rotas internacionais da empresa.

A partir de agora os passageiros podem podem emitir um só cartão de embarque para todos os trechos da sua viagem, incluindo algum trecho internacional da TAM (JJ), sempre conectado com algum voo doméstico da Passaredo (2Z) operado de/para Ribeirão Preto ou São José do Rio Preto (ambas no interior de São Paulo). A TAM oferece atualmente voos diretos para 12 destinos na América do Sul, 6 destinos na América do Norte e 6 destinos na Europa.

O acordo de compartilhamento de voos da TAM e da Passaredo, aprovado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), foi assinado pelas empresas em dezembro de 2014 e começou a ser oferecido aos clientes em junho de 2015.

AQUI VOCÊ ENCONTRA AS OFERTAS DA TAM

 

Comprei passagem na TAM e viajei pela Gol! Pode isso?

Você
sabia que pode ser que você compre a passagem aérea de uma determinada
companhia e viaje por outra? Duas
ou mais companhias aéreas podem participar de um mesmo voo, dividindo entre si
a comercialização de assentos. Todas as empresas envolvidas no acordo vendem
passagens, mas apenas uma delas irá operar a aeronave diretamente. Ou seja,
embora você tenha comprado a passagem da companhia X, irá realizar a viagem na
aeronave da companhia Y. Esta operação se chama codeshare ou código compartilhado e é permitida por Lei.

Nesse
caso, porém, as empresas aéreas e seus funcionários deverão informar ao
passageiro, no momento da aquisição do bilhete de passagem, que a viagem
envolverá a operação total ou parcial em código compartilhado, ou seja, que a
viagem será feita, total ou parcialmente, em aeronave de outra empresa,
indicando desde logo o nome dessa empresa, bem como a necessidade de troca de
aeronave ao longo da viagem e o tempo estimado de espera para conexões e demais
dados relevantes.
Em
situações como essa, ocorrendo qualquer transtorno durante a viagem – atraso ou
cancelamento de voo, extravio de bagagem, overbooking
– o passageiro poderá acionar qualquer uma das empresas envolvidas. Assim,
tanto a companhia aérea que vendeu a passagem para o consumidor, quanto a que
efetivamente realizou a viagem, serão igualmente responsáveis por quaisquer
danos sofridos pelo passageiro. É a chamada responsabilidade solidária. O
passageiro poderá escolher qual delas acionar ou até mesmo por acionar as duas
ao mesmo tempo. Isso vale ainda que o dano tenha sido causado exclusivamente
por uma delas, como o extravio da bagagem, por exemplo.
Assim,
a aquisição de passagem aérea em código compartilhado pode ser ainda mais
vantajosa para o passageiro, que poderá acionar todas as empresas envolvidas na
operação, independentemente de qual delas efetivamente lhe causou danos.
Artigo produzido pelo advogado Bruno Lewer
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saber mais sobre os seus Direitos enquanto consumidor? Acesse
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